Vinícolas gaúchas querem redução de impostos para competir com chilenos e argentinos

A diferença de preços entre vinhos brasileiros e importados é um desafio para a vitivinicultura nacional e merece entrar na agenda econômica do próximo governo federal. 

Na Serra Gaúcha, produtores de marcas reconhecidas, como Miolo, Boscato, Pizzato e Casa Valduga, enfrentam a concorrência de rótulos importados que, em determinadas faixas de mercado, chegam às prateleiras por valores inferiores. 

Enquanto vinhos nacionais médios dessas marcas podem custar entre R$ 45 e R$ 90, conforme o rótulo e o estabelecimento, produtos de marcas como Concha y Toro, Casa Silva, Norton e Trapiche podem ser encontrados na faixa de R$ 25 a R$ 45. 

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5 comentários:

Anônimo disse...

Precisam não apenas a redução de impostos, mas também um sério e responsável aumento de qualidade dos produtos. Não bebo vinho brasileiro porque me provocam azia e mau halito. O que não acontece com os argentinos e chilenos.

Anônimo disse...

Pras pessoas entenderem por que não se deve taxar muito as bebidas alcóolicas: primeiro, leva à falsificação; segundo, a indústria se adapta e joga no mercado produtos de péssima qualidade. P. ex. quem ganha salário mínimo pode ser alcóolatra e comprar esses lixos de cachaça com suco de maçã com teor alcóolico de 20% (que daí paga menos imposto) e custa 04 reais no super. Daí quem faz algo de qualidade, que deveria custar 40 reais, custa 70 reais, o que deveria ser 80 reais acaba custando 150, e aí só classe média alta ou rico pode beber bebidas de qualidade. O pobre só consome lixo de destilados.
Imposto alto sobre a bebida alcóolica NÃO EVITA O CONSUMO, só faz as pessoas BEBEREM ÁLCOOL MAL FEITO o que PIORA a saúde.

Anônimo disse...

Pras pessoas entenderem por que não se deve taxar muito as bebidas alcóolicas: primeiro, leva à falsificação; segundo, a indústria se adapta e joga no mercado produtos de péssima qualidade. P. ex. quem ganha salário mínimo pode ser alcóolatra e comprar esses lixos de cachaça com suco de maçã com teor alcóolico de 20% (que daí paga menos imposto) e custa 04 reais no super. Daí quem faz algo de qualidade, que deveria custar 40 reais, custa 70 reais, o que deveria ser 80 reais acaba custando 150, e aí só classe média alta ou rico pode beber bebidas de qualidade. O pobre só consome lixo de destilados.
Imposto alto sobre a bebida alcóolica NÃO EVITA O CONSUMO, só faz as pessoas BEBEREM ÁLCOOL MAL FEITO o que PIORA a saúde.

Anônimo disse...

Não é só preço, mas competir com vinho chileno do vale central é difícil. Eles têm um "terroir" melhor. O que se tem a fazer é abaixar o preço dos importados, por exemplo, franceses e italianos, que são melhores.

Anônimo disse...

Agora é com o Zucco.
Certamente o imposto vai reduzir para próximo de zero

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