E a conta não termina aí: o Tribunal de Contas da União acompanha também contratos de publicidade da Secom, Banco do Brasil, Caixa e Correios. Em 2025, somente BB e Caixa tinham previsões de R$ 750 milhões e R$ 468,1 milhões, respectivamente, para publicidade.
Ao mesmo tempo em que o dinheiro público alimenta um gigantesco mercado de publicidade institucional, celebridades conhecidas do público também aparecem em campanhas de empresas estatais. Se Flávio Bolsonaro vencer a eleição, a discussão sobre publicidade estatal não deveria ser simplesmente “tirar dinheiro da Globo”. O próximo governo deveria fazer algo mais sério: abrir a caixa-preta da publicidade pública.
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5 comentários:
Se é conhecimento público que determinado partido político, reiteradamente corrompe, com dinheiro público, quando está no poder, como é possível que constitucionalmente possa apresentar candidatos a cargos de comando no futuro? O TSE não possui alternativa de ação impeditiva?
Infelizmente, a Globolixo construiu uma teia de poder que é praticamente indestrutível. Votei em Bolsonaro para ele apoiar o impeachment dos militantes Gilmar Mendes e Moraes.
Não pode ficar pedra sobre pedra.
"Duela a quem duela".
E nada de dar ouvidos à turma do "deixa disso"...
Fica tudo como está
Bolsonaro chamava a Globo e seus jornalistas de lixo, depois renovou a concessão
Dinheiro público e poder também tem a porta de cadeia, primeira pilantra, que as vezes acho que é pior que o marido que estava preso.
Bostejando mentiras, fakenews contra Flávio Bolsonaro, que ele vai cortar remédio popular entre outras coisas, e é caríssima ela também.
Quanto essa sujeita a toa, imunda e fedida já custou aos cofres públicos?
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