O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), confirmou, ontem, que encaminhou ao Ministério Público (MPRS) pedido de investigação de um contrato emergencial que o Estado vem mantendo desde 2018 para locar equipamentos para leitos de UTI “sob a veste de emergência”.
CLIQUE AQUI para ler a nota do Simers.
O Contrato nº 444/2018 foi formalizado com a empresa RTS RIO S.A., pelo prazo original de 12 (doze) meses, sucessivamente prorrogado por 12 (doze) Termos Aditivos ao longo de mais de seis anos, acumulando um custo total ao erário gaúcho estimado em R$ 390.000.000,00 (trezentos e noventa milhões de reais). O valor supera em mais de quatro vezes o custo dos equipamentos. A aquisição e manutenção dos equipamentos custaria ao erário R$ 90.321.128,00 — uma diferença de R$ 299.678.872,00.
O governo de eduardo Leite negou irretularidades..
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