Patifarias de Vorcaro começaram em 2018. E nos governos do PT da Bahia.

 A revista Piauí detalhou que os negócios de Daniel Vorcaro (controlador do Banco Master) na Bahia tiveram início por meio do Credcesta, um cartão de crédito consignado voltado para servidores públicos.

O ponto de partida ocorreu em 2018, antes de expandir sua forte influência em Brasília. Vorcaro se aproximou do empresário baiano Augusto Lima, que buscava parcerias para operar o Credcesta após conseguir exclusividade com o governo baiano

O então Banco Máxima (futuro Banco Master) comprou 50% da PKL, empresa que detinha os direitos de exploração do cartão. O modelo do Credcesta na Bahia serviu como base para a expansão do banco por vários estados. Em proposta de delação premiada (rejeitada pela PF e pela PGR), Vorcaro alegou que a operação envolvia repasses mensais milionários a um grupo político do estado, o que os citados sempre negaram veementemente (leia mais abaixo).

CLIQUE AQUI para ler toda a reportagem da revista Piauí.

2 comentários:

meio-dia disse...

E os baianos ainda votam nesses corruPTos.

Anônimo disse...

Mas afinal, o Flavio Bolsonaro pegou ou não o dinheiro sujo do Vorcaro para financiar o Dark Horse e outras coisas? Essa é a questão central dessa eleição. Se pegou, que tipo de candidato a presidente da república é esse?

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