O ponto de partida ocorreu em 2018, antes de expandir sua forte influência em Brasília. Vorcaro se aproximou do empresário baiano Augusto Lima, que buscava parcerias para operar o Credcesta após conseguir exclusividade com o governo baiano
O então Banco Máxima (futuro Banco Master) comprou 50% da PKL, empresa que detinha os direitos de exploração do cartão. O modelo do Credcesta na Bahia serviu como base para a expansão do banco por vários estados. Em proposta de delação premiada (rejeitada pela PF e pela PGR), Vorcaro alegou que a operação envolvia repasses mensais milionários a um grupo político do estado, o que os citados sempre negaram veementemente (leia mais abaixo).
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2 comentários:
E os baianos ainda votam nesses corruPTos.
Mas afinal, o Flavio Bolsonaro pegou ou não o dinheiro sujo do Vorcaro para financiar o Dark Horse e outras coisas? Essa é a questão central dessa eleição. Se pegou, que tipo de candidato a presidente da república é esse?
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