Opinião - Investigação da PF inocenta jornalista do Maranhão e desmoraliza denúncias de Dino e Moraes

O ministro Flávio Dino e seu companheiro de caso no STF, resultaram desmoralizados publicamente com a publicação do relatório da Polícia Federal, que concluiu que o jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida não cometeu os crimes de perseguição ou violação de sigilo funcional que haviam sido apontados contra ele. O caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e envolve reportagens críticas ao ministro Flávio Dino.

O jornalista denunciou que a família de Dino, que mora no Maranhão, usa carros oficiais do TJ para ir ao cabelereiro e até para a praia, mas não só.

Em vez de acabar com a farra e admitir o desvio de conduta, Flávio Dino mandou prender o jornalista, violou suas prerrogativas de proteção de fonte, mandou prender a fonte e ainda acusou o jornalista por vender reportagens contra ele.

O delegado responsável, mais legalista do que Dino e Moraes, destacou que a atuação do jornalista está amparada pelo direito constitucional à liberdade de imprensa e deixou claro que é falso o suposto pagamento de R$ 100 mil para o jornalista produzir as denúncias contra Flávio Dino.

2 comentários:

Anônimo disse...

Muito cuidado com essa gente.
A capacidade de vingança de comunistas confessos ultrapassa a vã imaginação das pessoas normais.

Anônimo disse...

A Justiça Eleitoral do Ceará determinou que o prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão (PT), o senador Camilo Santana (PT) e o ex-secretário da Casa Civil Chagas Vieira (PDT) prestem esclarecimentos sobre um vídeo em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com dez dedos em uma das mãos. A notificação busca esclarecer se houve uso de inteligência artificial na produção ou edição do material. As informações são do Bahia Notícias.

O vídeo foi publicado em julho como peça de apoio à reeleição do governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT). Na gravação, Elmano aparece em diferentes cenas e, em determinado momento, ocorre uma transição na qual ele se transforma na imagem de Lula. É nessa sequência que o presidente aparece com a mão completa, incluindo o dedo mínimo que perdeu em um acidente de trabalho na década de 1960.

O caso chegou à Justiça após uma ação movida pelo PL para retirar o conteúdo do ar. Inicialmente, o pedido foi negado pelo desembargador Francisco Luís Rios Alves, que considerou que o vídeo poderia ter sido produzido com técnicas convencionais de edição. Após recurso do partido, porém, o magistrado decidiu solicitar esclarecimentos formais aos responsáveis pela publicação sobre a utilização ou não de inteligência artificial na elaboração do material. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

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