Crônica de sexta, Vitor Bertini - Esse negócio de matar

E-mail do autor - bertini.vitor@gmail.com

Minha morte, quando e se acontecer, não será grande coisa: não estarei mais lá para vivencia-la – se é que me entendem.

O terror da morte é que só se morre uma vez. Evento único. Espantoso. Definitivo.

Na possibilidade da sua repetição, como na dupla negação das crianças, ganha a vida. A morte da morte – se é que me entendem.

A morte continuada não é farsesca. É literária, é vernacular, é quase uma amiga — quando não é salvadora.

— Venha, vamos matar a fome. 

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3 comentários:

Anônimo disse...

O Zé Correa trabalhou bastante ontem, pra responder com suas asneiras...da um descanso pra ele bode velho!

Anônimo disse...

Gadaiada relinchando contra as declarações do Kassab. Chabce de #tariflavio é 0%

Anônimo disse...

Pergunta que esta no ar... perder verba para cultura não é matar a educação?

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jocimar-farina/noticia/2026/08/prefeitura-perde-r-1-milhao-de-convenio-para-projeto-em-comunidades-carentes-cmsrgm67u00sm01hprna3vh2f.html

Políticos são a escória da sociedade podre?

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