Minha morte, quando e se acontecer, não será grande coisa: não estarei mais lá para vivencia-la – se é que me entendem.
O terror da morte é que só se morre uma vez. Evento único. Espantoso. Definitivo.
Na possibilidade da sua repetição, como na dupla negação das crianças, ganha a vida. A morte da morte – se é que me entendem.
A morte continuada não é farsesca. É literária, é vernacular, é quase uma amiga — quando não é salvadora.
— Venha, vamos matar a fome.
CLIQUE AQUI para ler mais.,
O Zé Correa trabalhou bastante ontem, pra responder com suas asneiras...da um descanso pra ele bode velho!
ResponderExcluirGadaiada relinchando contra as declarações do Kassab. Chabce de #tariflavio é 0%
ResponderExcluirPergunta que esta no ar... perder verba para cultura não é matar a educação?
ResponderExcluirhttps://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jocimar-farina/noticia/2026/08/prefeitura-perde-r-1-milhao-de-convenio-para-projeto-em-comunidades-carentes-cmsrgm67u00sm01hprna3vh2f.html
Políticos são a escória da sociedade podre?