Dica do editor - Saiba como o RS definiu sua saída organizada da pandemia

O plano de distanciamento social controlado e retomada das atividades humanas e econômicas somou pontos indiscutíveis para o governador Eduardo Leite e demonstrou pela primeira vez um Norte para os gaúchos do RS. O governador pode até expor para Bolsonaro, todo o conjunto de rotas que definiu para o combate ao vírus chinês. Eduardo Leite fez rápida exposição para o presidente, ontem de manhã, no Comando Militar do Sul. Bolsonaro gostou do que ouviu.

CLIQUE AQUI para examinar o plano.

4 comentários:

Anônimo disse...

Brasil será novo epicentro da pandemia do coronavírus, afirma imprensa internacional:

Reportagem da agência AFP distribuída pela imprensa internacional, indica que “o Brasil parece condenado a se tornar o próximo epicentro da crise planetária do coronavírus”

2 de maio de 2020

247 - Uma reportagem da agência AFP, publicada em veículos franceses e distribuída pela imprensa internacional, está tendo intensa repercussão global. A reportagem indica que “o Brasil parece condenado a se tornar o próximo epicentro da crise planetária do coronavírus”, ao registrar “uma velocidade galopante” na propagação de novos casos.

Alguns pontos apontados pela reportagem são o sistema de saúde precário e as medidas de isolamento social pouco seguidas. "A questão não é saber se o Brasil será um dia o principal foco de contaminações no mundo: já é esse o caso", explicou à agência Domingos Alves, do Laboratório de Informações sobre a Saúde da USP (Universidade de São Paulo). Segundo o grupo de pesquisa do qual ele faz parte o número de infectados no Brasil é 16 vezes maior ao número oficial e, portanto, deve estar perto 1,3 milhões de pessoas, mas isso não é confirmado justamente pela falta de testagem massiva para a covid-19.

Além disso, o jornal francês Le Monde aponta a impossibilidade do número de mortos no País ser o que é divulgado pelo Ministério da Saúde. A matéria mostra uma equação incompatível entre os dados oficiais de vítimas e o aumento do número de enterros em diversas cidades, como Fortaleza e São Paulo, que estão sendo obrigadas a abrir covas nos cemitérios para sepultar mortos que faleceram em decorrência da doença.

Especialistas do Observatório Covid-19 BR pontuaram ao jornal francês que, em meados de abril, "o Brasil tinha contabilizado oficialmente 3.364 mortes diretamente ligadas à Covid-19 em 2020, mas também 5.283 mortes por Sras 'não-especificadas' ou 'em curso de investigação'". O Le Monde ainda ressalta que "não dá para contar com o presidente Jair Bolsonaro, que continua a negar a gravidade da pandemia".

Anônimo disse...

Em comparação a outros países, o Brasil tem a maior taxa de transmissão da doença, está entre os que menos fazem testes e registra a oitava maior taxa de mortes. Do ponto de vista econômico, deve ter um dos menores crescimentos do PIB no ano que vem.
Em resumo, somos um desastre mundial, em termos sanitários e de saúde pública, econômicos e, naturalmente, sociais, posto que o que acontece aqui é reflexo direto da imensa e obscena desigualdade de renda e da abissal ignorância e mau-caratismo da maioria do empresariado brasileiro.

Anônimo disse...

Òtimo,aqui de Minas podemos ver quem está com razão.

Anônimo disse...

O editor vai quebrar a quarentena?Posta fotos.

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