As 7 forças que mudarão o futuro da economia global

A chegada da internet no início dos anos 1990 é uma das últimas quebras de paradigma que transformaram profundamente a economia e a vida das pessoas.

A internet foi uma mudança com impacto tão radical (ou quase tão radical), quanto teve uma vez o modelo heliocêntrico de Nicolau Copérnico ou a teoria da relatividade de Albert Einstein, argumenta Jeff Desjardins, editor do livro Visualizing change: a data-driven snapshot of our world ("Visualizando a mudança: um retrado baseado em dados do nosso mundo", em tradução livre).

Nesta reportagem, selecionamos sete forças que vão mudar o futuro da economia, de acordo com as informações contidas no livro.

1. A invasão dos gigantes da tecnologia
2. Aceleração do crescimento chinês
3. Ascensão das megacidades
4. O aumento da dívida
5. A velocidade da mudança tecnológica
6. Barreiras comerciais
7. A Revolução Verde

CLIQUE AQUI para conhecer muito mais detalhes.

5 comentários:

Anônimo disse...

A gente vê o quanto o Brasil é mal administrado nos últimos 10 a 20 anos quando até a Indonésia supera o Brasil em crescimento econômico.

China, Estados Unidos, Índia e União Européia não contam por que são grandes.

O Brasil era para ser o líder do segundo pelotão. Ficando em 5º lugar.

Anônimo disse...

Guttemberg -> Enciclopédia -> Rádio -> TV -> Internet

Tem que comparar na área de comunicação.

Copérnico e Einstein não revolucionaram as comunicações, mas o conhecimento.

Eu acho que a comparação foi mal feita.

Anônimo disse...

sem duvida...

existe mundo before e outro after a internet...

nada mais será como antes...

a menos que sejamos vitimas de uma hecatombe nuclear e tenhamos que recomeçar tudo do zero...

ao menos os "problemas" bobos inventados hoje a toda hora irão desaparecer...

arranjar o que comer será mais importante, como tem de ser...

Anônimo disse...

Na rabeira. Crescimento pífio.

Anônimo disse...

BARREIRAS COMERCIAIS EXISTIRÃO EM FUNÇÃO DE UM FATOR DE EQUALIZAÇÃO FISCAL, CONSIDERANDO PAISES PRODUTORES E CONSUMIDORES.