MDS de Terra perde o braço do Desenvolvimento Agrário

Terra ainda não falou sobre o caso.


O ministério do Desenvolvimento Social, comandado pelo deputado gaúcho Osmar Terra, vai perder o braço do antigo ministério do Desenvolvimento Agrário, transformado por Temer em secretaria.

A nova secretaria ganhará o status de especial e ficará subordinada diretamente ao gabinete do presidente.

Esta foi a exigência do Solidariedade para indicar o titular e apoiar o governo.

Paulinho da Força, chefe do SDD, não conseguiu nenhum ministério.

3 comentários:

Anônimo disse...

redução de ministérios na pratica ZERO,esta virando tudo em secretaria.
mas aumento de impostos pra conta deles fechar é certeza absoluta.
preparem seu r..... digo seu bolso.

Anônimo disse...

GREENWALD: MÍDIA TERÁ QUE COMEÇAR A DIZER GOLPE:

Primeira repercussão internacional sobre a gravação em que o ministro Romero Jucá confessa que o impeachment foi uma armação para que os políticos se safassem foi devastadora; jornalista Glenn Greenwald, do Intercept, afirma que as transcrições contêm "duas revelações extraordinárias que podem levar toda a imprensa a considerar seriamente chamar o que aconteceu no pais de 'golpe'"; segundo Greenwald, a primeira, que Jucá disse que as forças armadas do Brasil apoiam a conspiração; e a segunda revelação é a declaração de Jucá de que assegurou o envolvimento de juízes na Suprema Corte do Brasil; "Um golpe parece, soa e cheia exatamente como esta recém revelada conspiração: assegurando a cooperação dos militares e das instituições mais poderosas para remover uma presidente democraticamente eleita por motivos egoístas, corruptos e ilegais, para então impor uma agenda a serviço das oligarquias e rejeitada pela população...

Anônimo disse...

BLOG DO ESMAEL

Jucá puxa STF para dentro do golpe

23 MAIO 2016

O ministro interino do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), na gravação vazada pela Folha de S. Paulo, entregou a participação ativa dos ministros do Supremo Tribunal Federal no golpe contra a presidente eleita Dilma Rousseff (PT).

O senador licenciado relatou que havia mantido conversas com “ministros do Supremo”, sem, no entanto, nominá-los.

Na versão de Jucá, eles [os ministros do STF] teriam relacionado a saída de Dilma ao fim das pressões da imprensa e de outros setores pela continuidade das investigações da Lava Jato.

Jucá puxou pelos cabelos, para dentro do golpe de Estado, os impolutos ministros do STF. Portanto, o ministro interino deixa assinado um recibo de que no país se vive um golpe político-jurídico-midiático.

Ok, legal. Mas, afinal, quem vai barrar o golpismo do Supremo que ajudou destituir a presidente eleita para dar posse a um presidente ilegítimo, no caso, Michel Temer (PMDB)?

LEIA TRECHOS DOS DIÁLOGOS DIVULGADOS PELA “FOLHA DE S. PAULO”: (...)

SÉRGIO MACHADO – Mas viu, Romero, então eu acho a situação gravíssima.
ROMERO JUCÁ – Eu ontem fui muito claro. […] Eu só acho o seguinte: com Dilma não dá, com a situação que está. Não adianta esse projeto de mandar o Lula para cá ser ministro, para tocar um gabinete, isso termina por jogar no chão a expectativa da economia. Porque se o Lula entrar, ele vai falar para a CUT, para o MST, é só quem ouve ele mais, quem dá algum crédito, o resto ninguém dá mais crédito a ele para porra nenhuma. Concorda comigo? O Lula vai reunir ali com os setores empresariais?
MACHADO – Agora, ele acordou a militância do PT.
JUCÁ – Sim.
MACHADO – Aquele pessoal que resistiu acordou e vai dar merda.
JUCÁ – Eu acho que…
MACHADO – Tem que ter um impeachment.
JUCÁ – Tem que ter impeachment. Não tem saída.
MACHADO – E quem segurar, segura.
JUCÁ – Foi boa a conversa, mas vamos ter outras pela frente.
MACHADO – Acontece o seguinte, objetivamente falando, com o negócio que o Supremo fez [autorizou prisões logo após decisões de segunda instância], vai todo mundo delatar.
JUCÁ – Exatamente, e vai sobrar muito. O Marcelo e a Odebrecht vão fazer.
MACHADO – Odebrecht vai fazer.
JUCÁ – Seletiva, mas vai fazer.
MACHADO – Queiroz [Galvão] não sei se vai fazer ou não. A Camargo [Corrêa] vai fazer ou não. Eu estou muito preocupado porque eu acho que… O Janot [procurador-geral da República] está a fim de pegar vocês. E acha que eu sou o caminho.
[…]
JUCÁ – Você tem que ver com seu advogado como é que a gente pode ajudar. […] Tem que ser política, advogado não encontra [inaudível]. Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra… Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria.
[…]
MACHADO – Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel [Temer].
JUCÁ – Só o Renan [Calheiros] que está contra essa porra. ‘Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha’. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, porra.
MACHADO – É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.
JUCÁ – Com o Supremo, com tudo.
MACHADO – Com tudo, aí parava tudo.
JUCÁ – É. Delimitava onde está, pronto. (...)