A autora é ativista política, tradutora e redatora. Porto Alegre.
No quesito originalidade, a escola de samba Acadêmicos de Niterói entrou na avenida derrotada. Por quê? Perseguição a cristãos não é novidade, é coisa antiga. Foi assim desde o princípio. Atirados a covas de leões, queimados, crucificados, mutilados. O que mudou de lá pra cá? O método de perseguição e cancelamento, cada vez mais fantasiado de cultura, liberdade e justiça.
Na China, Coreia do Norte, alguns países africanos e do Oriente Médio expressar publicamente a fé cristã é considerado ato criminoso sujeito aos tipos mais sórdidos de punição: confisco de bens, perda de nacionalidade, prisão, tortura, mutilação, estupro, morte. Horrores que não se restringem ao Oriente: já estão presentes em países da América Latina, como Cuba, Nicaraguá, conforme relata documento da ACN (sigla inglesa para Fundação Pontifícia da Igreja Católica Ajuda à Igreja que Sofre), organização que monitora os avanços da afronta a direitos humanos e perseguição a cristãos no mundo.
Os países que acirram a perseguição a cristãos estão reconhecidamente sob regimes ditatoriais
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