Vice de Caxias do Sul, PMDB, aproveita o Natal para fustigar Dilma e o PT

Estas tuitadas a seguir, todas relacionadas com desejos de Bom Natal, são do vice-prefeito de Caxias do Sul, RS, Antonio Feldmann, que é candidato a deputado federal pelo PMDB e já tem o apoio preferencial de 16 municípios da Serra:
- Vou antecipar meu pedido para 2014: 
. Que o Brasil eleja um presidente que não seja de um partido que tenha seus dirigentes presos por corrupção".
. Como eu gostaria que o Brasil tivesse um presidente que não se sentisse constrangido ao falar de corrupção. Será que isso é pedir demais?"
. Como eu gostaria que o Brasil tivesse um presidente que não fosse obrigado a defender "companheiros" corruptos condenados à prisão.

. O vice-prefeito de Caxias, coordenador regional do PMDB na Serra, refere-se claramente à candidatura de Dilma Rousseff, porque o Partido a que ele se refere é o PT, cujos dirigentes estão na cadeia porque são ladrões e quadrilheiros.

. Ou seja: Antônio Feldmann coloca-se contra o apoio do PMDB do RS à candidatura presidencial do PT. 

6 comentários:

Anônimo disse...

Que piada. TODOS OS PARTIDOS SÃO LADRÕES E QUADRILHEIROS.

Anônimo disse...

Fustigou os partidos de TODO Brasil, inclusive o dele. Corrupção não é exclusividade do PT.

Anônimo disse...

Esse vice de Caxias é um fanfarrão.

Anônimo disse...

Ele deveria pedir que no comando do seu partido tivesse gente decente, e não esses que tão aí. Sarney, Jader Barbalho, Renan Calheiros, quem sabe assim o partido dele deixava de chantagear e se vender pra que tá no governo. Em vez de falar dos outros, podia lançar uma nota falando contra os podres do quintal dele. Pura demagogia, vai paparicar o governo se conseguir se eleger deputado.

Anônimo disse...

Maierovitch: polícia voou para inocentar os Perrella. E o MP sumiu do radar:

Com a autoridade de quem já foi, no governo Fernando Henrique Cardoso, chefe da Secretaria Nacional Antidrogas, o desembargador aposentado Wálter Maierovitch publica hoje em CartaCapital, artigo onde descreve as peripécias aeronáuticas do megatraficante colombiano Pablo Escobar para transportar droga e, em seguida, estranha a pressa da Polícia Federal em investigar e inocentar de plano a família Perrella e o silêncio sobre, então, quem seriam os responsáveis por meia tonelada de cocaína num helicóptero.

Assim como o desparecimento, no caso, do Ministério Público, sempre tão ativo mos casos de repercussão na mídia.

De Escobar aos Perellla
Wálter Maierovitch

Em 2 de dezembro, uma romaria de colombianos visitou, em razão do 20º aniversário de sua morte, o túmulo de Pablo Emilio Escobar Gaviria no cemitério dos Jardines Monte Sacro. Nascido em 1949, Escobar era carinhosamente chamado pelos colombianos pobres de “El Patrón”, e isso por ter, com o tráfico de cocaína operado pelo seu Cartel de Medellín, aberto 3 milhões de postos de trabalho, diretos e indiretos.

(...)

Na Colômbia, os traficantes de cocaína andina trocaram os megacartéis pelos “cartelitos”, com estruturas enxutas, ágeis e atuação em rede planetária. Com a terceirização do transporte, as polícias encontram dificuldades na identificação dos mandantes e na prova de se ter agido com dolo no fretamento. Os donos dos helicópteros e aviões, por exemplo, repetem não saber de nada. Como regra, o piloto flagrado no transporte é poupado pelos patrões e, dessa maneira, abre-se espaço para declarar desconhecimento da mercadoria do fretamento.

O helicóptero da empresa familiar dos Perrella, pai senador e ex-presidente do Cruzeiro, e o rebento deputado ­estadual em Minas Gerais, transportava quase meia tonelada de cocaína. Pelo noticiado, até verba pública já serviu para abastecer esse helicóptero. A carga ilegal de cocaína restou apreendida em 24 de novembro passado, após aterrissagem do helicóptero no Espírito Santo, proveniente do Paraguai. Nesta semana, vazou a informação de as investigações policiais, em inquérito, terem concluído pela não responsabilização criminal dos dois Perrella parlamentares. A propósito, ainda não se sabe qual será a reação do representante do Ministério Público sobre essa apuração a envolver Zezé e Gustavo Perrella.

No caso, está claro ter a polícia trabalhado com mais velocidade na apuração de eventual participação criminosa dos Perrella do que na identificação do traficante, ainda um desconhecido. Pelo que se imagina, a cocaína apreendida seria vendida no Brasil. Num pano rápido, pelo menos a “culpa in vigilando” prevalece. Além do odor de cocaína nos Perrella.

Anônimo disse...

Esse é o pedido de todos os brasileiros para o Papai Noel neste ano.

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