Frente Parlamentar alerta: escala 6x1 provocará colapso econômico e social no Brasil

O presidente da FPMAQ, deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP).

A Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos do Congresso Nacional (FPMAQ) manifesta profunda preocupação com o debate em torno da proposta de redução obrigatória da jornada de trabalho (44 para 36h semanais).

Máquinas e equipamentos são bens de capital, ou. seja, máquinas que produzem máquinas para a produção.

Com base em estudos técnicos da Confederação Nacional da Industria (CNI), fica evidente que  a redução legal da jornada, sem o correspondente aumento de produtividade, gerará impactos devastadores. Estimativas apontam que uma eventual redução para 36 horas semanais elevaria os custos da indústria em R$ 178,8 bilhões por ano, um acréscimo de 25,1% nos gastos com empregados formais. No setor público, o aumento projetado é de R$ 150,4 bilhões, enquanto o impacto na economia como um todo chegaria a 20,7% de elevação nos custos trabalhistas. 

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7 comentários:

Anônimo disse...

O PT e a esquerdalha seguraram essa pauta para antes da eleição. Agrada o povão q não sabe das consequências , retração da economia, encolhimento de negócios com desemprego. Será o caos, aquilo q o comunismo quer e aplicou no mundo comunista. O resultado todos conhecem. MENOS A CHINA, q é comunista CAPITALISTA pelo planejamento de Deng Xiao Ping. Daí virou potência econômica.

Anônimo disse...

Quem nunca precisou produzir alguma coisa pra pagar suas contas produz as regras para quem os sustentam. Ainda não chegamos ao fundo do poço.

Anônimo disse...

Vocês tem de bater no vadio da Érica Hilton, que não nem escrever e quer fazer escala de trabalho. O lugar deste travecão é no paredão.

Anônimo disse...

Eu me admiro o presidente da Câmara,pilantra sem noção levar adiante este tema. Eles querem literalmente destruir o Brasil. Tudo para a esquerda suja e corrupta angariar votos para continuar no poder. Só pra isto. Um país pobre querendo dar uma de rico trabalhando até sexta.Nao existe isto.Absurdo.

Anônimo disse...

Os safados vão por isso em votação uns meses antes da eleição para pressionar os parlamentares a votar favorável. O povo não tem ideia da desgraça que vai ser, acha que é um benefício. De qualquer forma quem tem pensa no Brasil vota contra, apesar do desgaste político. Talvez o desgaste dos justos seja a real intenção política por trás dessa manobra feita pelos sistema podre.

Anônimo disse...

Quem é contra a redução da jornada 6x1 geralmente se apoia num combo curioso de romantização da exploração + amnésia histórica. Defendem o modelo como se fosse uma lei da natureza, quando na real é só uma herança de um capitalismo preguiçoso que prefere espremer gente a repensar produtividade.

O argumento clássico é: “mas isso vai quebrar a economia”. Engraçado — a economia sempre “quebra” só quando o trabalhador ganha tempo de vida. Nunca quebra quando banco é socorrido, quando empresa recebe isenção fiscal ou quando CEO ganha bônus obsceno. A economia é frágil apenas diante do descanso alheio.

Outro favorito: “na minha época eu trabalhava muito mais”. Parabéns, sofreu e agora quer transformar isso em legado nacional? Isso não é argumento, é trauma não resolvido. Defender sofrimento porque você passou por ele é o mesmo raciocínio de quem diz “apanhei e virei gente” — virou, mas com zero empatia.

Tem também o discurso moralista: “as pessoas vão ficar preguiçosas”. Como se alguém, depois de seis dias seguidos trabalhando, estivesse morrendo de vontade de virar estátua no sofá. O que assusta essa turma não é a preguiça — é a ideia de trabalhador com energia, tempo e senso crítico. Gente descansada pensa. E isso incomoda.

No fundo, ser contra a redução da 6x1 é acreditar que vida digna é privilégio, não direito. É tratar descanso como recompensa, não como necessidade básica. É confundir produtividade com exaustão e achar que burnout é medalha de honra.

Defender a 6x1 hoje não é ser realista.
É ser atrasado com convicção.

Anônimo disse...

No final do século 19, também diziam que a abolição da escravidão traria colapso à economia, mas isso não aconteceu. Os atores podem ter mudado (hoje são seus tatataranetos), mas a essência do discurso escravocrata permanece o mesmo.

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