Por 14 x 11, CAE do Senado aprova reforma trabalhista

Após mais de oito horas de sessão, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (6), por 14 votos a 11, o relatório de Ricardo Ferraço (PSDB-ES) sobre a reforma trabalhista, favorável ao projeto.

Após aprovarem o texto-base, os senadores rejeitaram todas as quatro sugestões de alteração ao texto e mantiveram o parecer original.

Com a aprovação, o texto segue para análise das comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado antes de ir a votação em plenário.

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Pleno do TSE decidirá se cassa ou não a chapa na qual elegeu-se Ary Vannazi, PT, em São Leopoldo

A ministra Rosa Wenber decidiu levar para o pleno do TSE a decisão de cassar ou não a chapa liderada pelo prefeito Ary Vannazy, PT, cuja impugnação está agora na Corte.

Se Vannazy for cassado com o vice, assumirá por 90 dias a presidente da Câmara de São Leopoldo, Edite Lisboa, do PSB, período durante o qual ocorrerão novas eleições.

Artigo, Astor Wartchow - Precisamos falar sobre o serviço público

Onde eles estavam durante o saque promovido durante os governos do PT?

- Astor Wartchow é advogado, RS.

 Ultimamente, umas das perguntas mais recorrentes entre os cidadãos é a seguinte: como é possível que a Receita Federal e o Banco Central - que  fiscalizam física e digitalmente o mais modesto contribuinte - não tenham percebido com competência e rigor, ao longo dos últimos anos, as transferências bilionárias nacionais e internacionais?
            
Como é possível que volumes extraordinários de dinheiro vivo tenham sido sacados e  movimentados quando se sabe que "na boca do caixa" são feitas exigências e perguntas várias para o cidadão ao movimentar qualquer "merreca"?
            
Precisamos falar sobre o serviço público. Exemplo mais recente: os funcionários do BNDES foram à frente do prédio em protesto contra a recente operação da Polícia Federal. Por que? Com tanto e exibido zelo, onde estavam durante o manipulado e continuado saque?

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Azul terá quatro voos diários Porto Alegre-Rio-Porto Alegre a partir de amanhã

A Azul ampliará a oferta de assentos entre voos de Porto Alegre para o Rio de Janeiro a partir de amanhã, ao incluir o quarto voo diário entre as cidades. As viagens serão realizadas em novas faixas de horário, com partida de Porto Alegre à noite, e o trecho inverso no início da manhã. 

As passagens, com destino ao Aeroporto Santos Dumont, já podem ser adquiridas nos canais da empresa.

Shangai Electric Power e Eletrosul acertam investimento de R$ 3,3 bilhões em novas linhas de transmissão no RS.Dinheiro será todo chinês.

A Shangai deverá criar uma Sociedade de Propósito Específico, SPE, na qual a Eletrosul poderá ter 215% de participação, o que não é certo.

A Eletrosul e a Shanghai Electric Power Transmission and Distribution Engineering (SPTDE), subsidiária da empresa chinesa Shanghai Electric, assinaram um acordo preliminar para a transferência total do conjunto de projetos que compõem o Lote A, resultante do Leilão Aneel  nº 004/2014, que prevê a implementação e operação de empreendimentos de transmissão de energia no Rio Grande do Sul. 

O investimento total foi orçado em R$ 3,27 bilhões para viabilizar a construção de 1,9 mil quilômetros de linhas de transmissão, sete novas subestações e a ampliação de 16 subestações existentes.

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Paraná Pesquisas encontra empate entre os que acham que Temer será ou não cassado pelo TSE

Curitiba, via WhatsApp

O Instituto Paraná Pesquisas quis saber dos brasileiros o que eles acham que acontecerá no julgamento que esta noite fará o TSE sobre a chapa Dilma Temer. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos,

Eis as respostas:

Temer perderá o cargo, 49,2%
Não perderá, 48,4%
Não sabe ou não fala, 2,2%

Quando a pergunta é sobre o que o eleitor gostaria que acontecesse, eis as respostas:

Que perca o cargo, 79,6%
Que continue no cargo, 16.,8%
3,7% não opinaram ou não responderam


Paulinho, Força e SDD, cabala apoio para volta do imposto sindical. Em troca, promete apoio à reforma da previdência.

Brasília, via WhatsApp.

A foto ao lado mostra o deputado Paulinho, chefe da Força Sindical, no momento em que se reuniu com a bancada do DEM na Câmara, tudo para pedir apoio para a manutenção da cobrança do imposto sindical, que foi abolido na proposta de reforma trabalhista examinada pelos deputados federais e agora está em discussão e votação no Senado.

Ele está visitando todas as bancadas.

É muito dinheiro que os sindicais usam sem qualquer fiscalização, correspondente a um dia de jornada de todos os trabalhadores, sindicalizados ou não.É desconto compulsório.

As centrais sindicais, inclusive dos patrões, também ficam com dinheiro do imposto sindical.

Como o Senado deve aprovar a reforma sem mudanças, já que a maioria não quer reexame pela Câmara, Paulinho propõe que o governo seja convencido a editar Medida Provisória para restabelecer a cobrança.

Se Temer ceder, o SDD e a força prometem apoiar a reforma da previdência.

TSE retomará as 19h o julgamento da chapa Dilma-Temer

O julgamento da chapa Dilma-Temer será retomado daqui a apouco no TSE, 19h.

Pleno do STF decidirá se Fachin continuará como relator do caso da JBS

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu levar ao plenário da Corte um pedido do governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), para que ele deixe a relatoria da delação da JBS. Ainda não há data para análise do pedido. 

Com isso, caberá aos 11 ministros da Corte definir se Fachin continua como relator dos inquéritos ligados à colaboração de sete executivos da JBS no âmbito da Operação Lava Jato. O governador alega que o escândalo da JBS não tem nada a ver com a Lava Jato.

Segundo os delatores da JBS, Reinaldo Azambuja recebeu R$ 38 milhões. Um documento aponta que as negociações começaram na campanha eleitoral de 2010. O governador nega, chama as acusações de "mentiras deslavadas" e as considera um "absurdo".

Como governadores não são processados no STF, Fachin enviou as informações ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

STF deu mais prazo para Temer responder as perguntas da PF

Os advogados do presidente queriam que prazo fosse até sábado.  O ministro Edson Fachin concordou.

ICMS de maio foi a R$ 2,5 bilhões, com queda real de 3%

O editor apurou esta tarde os números finais da arrecadação do ICMS do RS no mês e maio e constatou que a soma final foi de R$ 2,5 bilhões, queda real de 3% sobre o mesmo mês do ano passado, apesar do avanço nominal de 0,5%.

No acumulado do ano, o ICMS soma R$ 13,2 bilhões, crescimento real igual a zero, mas nominal de 4,5%.

Inflação para famílias de baixa renda tem alta de 0,67% em maio

Em todo o país, o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou 0,67% em maio; segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV); taxa é superior ao 0,11% de abril.; IPC-C1 acumula taxa de 3,47% em 12 meses

Pesquisa Vox Populi/CUT constata que Lula venceria com 50% contra Marina (15%) ou contra Doria (13%).

Por quem nos tomam esses vermes abomináveis da CUT, Vox Populi e PT ?

Pesquisa feita pela CUT/Vox Populi entre os dias 2 e 4 de junho mostra que o ex-presidente Lula continua imbatível e bateria todos os candidatos a presidente em 2018.

Segundo turno

PT x PSDB
Lula - 52%
Alckmin, PSDB - 11% (caso fosse João Doria, Lula teria 51% e Doria 13%; no caso de Aécio, Lula teria 53% e Aécio apenas 5%).

PT x Rede
Lula, 50%
Marina, 15%

O levantamento CUT/Vox Populi, aponta que 40% dos brasileiros votariam em Lula se a eleição fosse hoje - em abril o percentual era de 36%. Em segundo lugar, bem distante, vem Jair Bolsonaro (PSC) com 8% das intenções de voto – tinha 6% em abril. Já Marina Silva (Rede) e o juiz Sérgio Moro empatam em 2%. Embolados em 5º lugar, com apenas 1% das intenções de voto aparecem Ciro Gomes (PDT), Joaquim Barbosa (sem partido), João Doria (PSDB), Fernando Henrique (PSDB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Aécio Neves (PSDB) tem desidratou e surge com 0% de intenção de voto – em abril, antes da divulgação do grampo da JBS que envolve o senador em crime de pedido de propina, ele ainda tinha 3% das intenções de voto.

Entrevista, Antonio Sartori, diretor da Brasoja - A crise política paralisou as vendas da safra de verão

O editor procurou esta tarde o diretor da Brasoja Agro, Antonio Sartori, para saber de que modo a crise política impacta as vendas dos grãos da safra deste verão:

- Está tudo parado.

Eis a conversa:

Parado, como ?
O produtor, como todos nós, vivemos momentos de grande incerteza. Parou tudo.

As vendas ?
Sim.

Como fica ?
Não fica. Há poucos dias, quando começou a história da JBS, o dólar saiu de R$ 3,13 e foi para R$ 3,43. Agora está em R$ 3,28 e pode ir a muito mais. O pessoal da soja, das commodities, aguarda o desfecho da crise política. A economia brasileira sofre muito.

Entenda como o corporativismo lulopetista tomou conta do BNDES

A corporação, que não protestou contra o aparelhamento do BNDES, saiu para as ruas e gritou contra a PF e a presidente Maria Sílvia.

Na impressionante, clara, corajosa e verdadeira anatomia que fez dos desmandos que ocorreram no BNDES durante os governos Lula e Dilma, PT,o ex-presidente do banco no governo FHC, José Pio Borges, fez revelações surpreendentes, todas publicadas ao longo de uma entrevista de página inteira para o jornal Valor.

O editor leu, anotou, estudou e destaca três pontos que considera vitais para entender de que modo as bandalheiras ocorridas no BNDES não foram de responsabilidade apenas dos corruptos governantes petistas e corruptos empresários contemplados com as bolsas-empresários, mas, como no caso da Petrobrás, foram também de responsabilidade da corporação:

A responsabilidade dos empregados
93% dos funcionários do banco não conheceram outro governo que não fosse do PT, isto porque 400 deles saíram por força de um PDV inesperado e meses depois foram contratados outros 1400, já com a nova ordem. O aparelho lulopetista tomou o banco sob o comando de Luciano Coutinho, que opbedecia asordens do pós-italiano Guido Mantega. A partir daí, os funcionários passaram a engordar seus salários pelo cumprimento de metas de premiação, baseada nos desembolsos do BNDES, a coisa mais maluca do mundo. Isto favoreceu a política dos campeões, como foi o caso da JBS.

Muito dinheiro
O banco tinha excesso de dinheiro, porque o Tesouro chegou a apostar R$ 500 bilhões do Tesouro para emprestar e buscar associações bilionárias, como no caso da JBS. Este dinheiro era uma espécie de "cocaína" que viciou o BNDES e as empresas. R$ 50 bilhões foram dados na forma de bolsas-empresários.

Saída de Maria Sílvia
Ela caiu porque começou a mudar o padrão do banco, atingida nos fronts externo e interno, pela corporação e pela Fiesp. Os R$ 100 bilhões que devolveu ao Tesouro, foi gesto considerado inaceitável pela nomeklatura empresarial paulista.

CAE do Senado discute e vota reforma trabalhista neste momento (11h30min)

CLIQUE AQUI para acompanhar com imagem e som toda a sessão, agora, ao vivo, ou pelo canal 17 da NET.

A reforma trabalhista poderá ser votada em reunião da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) em sessão inciada por volta das 10 horas desta terça-feira e que prossegue. A etapa é a primeira movimentação na casa legislativa após a aprovação do projeto na Câmara no fim de abril. 

O editor acaba de conferir a informação com Brasília.

O prazo de votação foi acertado na última terça-feira entre governo e oposição, após a reunião do dia 23 de maio ter terminado em confusão.

Planalto enxerga conluio Fachin+Janot+Daiello contra Temer

Fachin, Janot e Daielo, todos indicados pelos governos do PT, apertam ferozmente o cerco sobre o presidente Michel Temer no dia do início do julgamento da chapa Dilma-Temer.

É o que acha o Planalto.

A informação é do jornalista Gerson Camaroti, Rede globo.

Caixa Federal também entrou na dança da corrupção nas operações de hoje da PF

Além da operação sobre Arena Dunas, que resultou na prisão do ex-deputado e ex-governador Henrique Eduardo Alves, ele e o ex-deputado Eduardo Cunha são alvos da operação sobre fraudes na Caixa, que é mais uma etapa da Sepsis e Cui Bono. Além de Cunha e Alves, há mandado de prisão para outras três pessoas. Um dos focos da investigação são desvios no fundo de investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A ação desta terça foi baseada em informações das delações premiadas de ex-executivos da construtora Odebrecht.

De acordo com o MPF, os investigados praticaram, de forma continuada, os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e que, mesmo com as investigações em curso, continuam agindo para ocultar mais de R$ 20 milhões que teriam sido recebidos por Eduardo Cunha.

Ainda segundo o Ministério Público, há indícios de que os investigados movimentaram irregularmente recursos no exterior entre 2011 e 2015.

Artigo, senadora Ana Amélia - Desfecho para a crise

ana.amelia@senadora.gov.br

A sociedade acompanha, perplexa, a crise política e institucional que recrudesceu nas últimas semanas, ameaçando contaminar a economia, que apresentava sinais visíveis de recuperação.  Não é mais possível protelar decisões que precisam ser tomadas para garantir um mínimo de normalidade ao cotidiano dos brasileiros. É preciso acelerar a retomada do crescimento econômico e produzir o círculo virtuoso que resulte em desenvolvimento sustentável, reduzindo o grave problema social provocado pelo desemprego. Hoje são mais de 14 milhões de brasileiros na informalidade. O governo Temer está com poucas condições políticas, indispensáveis para garantir a governabilidade.  Aos desacertos políticos se somam graves denúncias que vieram à tona, envolvendo a figura do próprio presidente e de assessores muito próximos. O resultado é um governo fragilizado, acumulando impopularidade, como atestaram recentes pesquisas de opinião.

A saída honrosa para Temer e a solução mais rápida para o impasse seria a renúncia.

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Saiba por que a taxa básica de juros poderá despencar para 8% até o final do ano

A análise a seguir é da equipe de economistas do Bradesco e é desta manhã:

Após decisão anunciada na semana passada, de cortar a Selic em 1 ponto percentual a Ata do Copom, divulgada há pouco, trouxe esclarecimentos adicionais importantes. Houve destaque, em linha com o apresentado no comunicado, de que o aumento das incertezas advindas do ambiente político pode impactar a agenda de reformas e ajustes, com implicações para a taxa de juros estrutural. Somado a isso, como trazido no documento de hoje, essas incertezas podem influenciar as decisões do Copom, à medida que afetam as expectativas de inflação e a trajetória da taxa de câmbio. Ao mesmo tempo, foi destacado o papel dos fundamentos macroeconômicos – atividade e inflação – para as decisões futuras da política monetária. Ou seja, a magnitude dos cortes e a extensão do ciclo seguirão pautadas pelos desdobramentos da economia. Como entendemos que a atividade econômica deve mostrar desaceleração nos próximos meses, reforçando a tendência desinflacionária, mantemos nossa expectativa de que a Selic encerrará este ano em 8%. Naturalmente, da mesma forma revelada pela autoridade que está disposta a reavaliar o cenário, reconhecemos que os riscos continuam elevados e, portanto, seguiremos atentos à evolução do ambiente político e econômico.
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