Globonews desmascara golpe pela aprovação de anistia para caixa 2

A reportagem conta em detalhes tudo o que aconteceu na Câmara. O assunto foi tratado com pouco caso, hoje, pela mídia.

A Globonews fala desde o meio dia, sem parar, sobre o golpe que os 13 maiores Partidos da Câmara, incluídos PMDB, PT, PP e PSDB, tentaram aplicar ontem a noite, tudo para anistiar o dinheiro sujo usado como susposto caixa 2 nas campanhas eleitorais.

Quando estava para ser votado, o projeto foi retirado de pauta e a sessão foi encerrada na Câmara, em consequência de irados protestos da Rede e do Psol, que denunciaram a manobra.

A proposta significaria anistia para políticos, partidos e empresários envolvidos na Lava Jato, inclusive aqueles que já cumprem pena.

A cnvicção das provas contra Lula

Nesta ampla reportagem de capa da revista Época, seu competente editor, Diego Escosteguy, conta que os procuradores como Deltan Dallagnol, líder da força-tarefa da Lava Jato, avançam país afora nos esquemas de corrupção da era petista – e o trabalho deles está apenas começando

Leia a reportagem completa e entenda melhor o que aconteceu hoje em Curitiba:


Na tarde de quarta-feira, dia 14 de setembro, o Brasil parou para ver Deltan Dallagnol. Uma coletiva fora convocada dias antes pelos procuradores da Lava Jato em Curitiba. Quase ninguém sabia o que eles falariam, embora muitos desconfiassem. Todos sabiam apenas que seria algo grandioso; a Lava Jato não costuma chamar entrevistas coletivas com tanta antecedência. Numa sala repleta de jornalistas, procuradores e delegados, Dallagnol, o líder da força-tarefa da Lava Jato, subiu ao púlpito. Fez-se silêncio. Transmitia-se tudo ao vivo para o país inteiro. Ele foi claro e direto: “Hoje, o Ministério Público Federal acusa o senhor Luiz Inácio Lula da Silva como o comandante máximo do esquema de corrupção identificado na Lava Jato”. Eram palavras que anunciavam, a um só tempo, o auge do maior caso de corrupção da história do Brasil – e a queda do homem que ainda é o maior político vivo do país.

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Corra, Lula, corra

Corra, Lula, corra.

Sérgio Moro contextualiza a denúncia contra Lula dentro da corrupção sistêmica do Petrolão

Há mais tempo, Veja adiantou que tinha chegado a vez dele.,

Apenas seis dias depois de protocolada a denúncia contra Lula e dona Marisa Letícia, o juiz Sérgio Moro acolheu a peça acusatória e abriu o processo, o que torna o casal um par de réus da ação.

No seu despacho, Sérgio Moro foi direto ao ponto:

Em primeiro lugar, trata-se de imputação de crime de corrupção no qual as vantagens indevidas teriam sido pagas a ex-Presidente da República em decorrência de seu cargo, o que determina a competência da Justiça Federal.

Em segundo plano, a denúncia insere-se no contexto do esquema criminoso que vitimou a Petrobrás, relacionando o MPF as supostas vantagens concedidas ao ex-Presidente a acertos de propinas em contratos da Petrobrás com o Grupo OAS, entre eles contrato para obras na Refinaria Presidente Getúlio Vargas - REPAR, no Paraná, e para o qual [o esquema criminoso] houve prevenção deste Juízo, já que o primeiro crime investigado nesse aspecto envolvia operação de lavagem consumada em Londrina/PR.

O juiz, como se percebe, não se limitou a falar sobre os fatos objetos da ação - triplex e armazéns - mas foi além encampando a denúncia pública dos procuradores, segundo as quais Lula é o chefe de uma portentosa organização criminosa que assaltou os cofres públicos para corromper eleitores, parlamentares e partidos, tudo com o objetivo de manter e desfrutar o Poder.

Sérgio Moro aceita denúncia do MPF. Lula e Marisa Letícia já são réus e poderão ir para a cadeia.

Lula e a mulher Marisa Letícia, unidos dentro e fora da cadeia.

O juiz Sérgio Moro acaba de aceitar a denúncia do MPF contra Lula e dona Marisa Letícia, tudo no ãmbito das investigações do triplex do Guarujá e do aluguel dos armazéns para acondicionamento dos presentes do ex-presidente.

Lula e dona Marisa Letícia são réus em Curitiba.

Além do casal, também viraram réus  o sócio da OAS José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.  Foram denunciados ainda o executivo da OAS Agenor Franklin Medeiros, o engenheiro e diretor da OAS designado para reformar o tríplex, Paulo Gordilho, o funcionário da OAS Roberto Moreira Ferreira (que teria sido encarregado de encomendar a cozinha do tríplex) e Fábio Hori Yonamine, da OAS Investimentos.

Eles terão que se defender. Caso sejam condenados, serão trancafiados na cadeia de Curitiba.

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Anúncio político e eleitoreiro do "Fora Sartori" pode ter custado R$ 96.425,00 para o Cpers

Muitos leitores quiseram saber, hoje, quanto o Cpers desembolsou para pagar a página inteira a cores que publicou hoje no jornal Correio do Povo.

O sindicato escolheu a página 5, ímpar, a terceira mais nobre do diário.

O editor foi até a tabela de preços de publicidade do Correio do Povo e constatou que uma página do jornal possui 175 cm/coluna, o que significa que o valor total deste tipo de anúncio é de R$ 96.425,00, já que ele não tem fins comerciais. O editor fez o cálculo pelo valor da indeterminada, mais barato do que o valor da página determinada, que foi o caso. 

Ainda que o Cpers tenha conseguido regatear preços, não conseguiu valor inferior a R$ 25.;620,00, que é o líquido do menor preço oferecido no mercado.

"Fale a verdade, sempre que isto for possível", diz Bloomberg a Temer

O presidente americano Barak Obama criou novo constrangimento para o presidente Michel Temer, porque chegou muito atrasado a um encontro e com isto o brasileiro foi embora.

À tarde, Temer negou-se a participar de reunião de presidentes sobre a questão dos refugiados, na qual assumiria uma quota de importação.

Ontem, na ONU, o ex-prefeito de Nova Iorque, Michael Bloomberg, deu este conselho esperto para o presidente brasileiro:

- Fale sempre a verdade; sempre que isto for possível.

Temer riu, mas disse que nunca fala nada que não seja verdade.

MPF abre inquérito no Santander Previ

O Ministério Público abriu inquérito para apurar possíveis malfeitos no Santander Previ.

Depois de oito horas de interrogatório, marido confessa que mandou matar a mulher em Canoas

Sob pressão policial, marido confessou o crime.

Em  apenas 48 horas a Polícia Civil esclareceu,l hoje, o assassinato da corretora de seguros Andressa Reinaldo Ellwanger Friedrich, 25 anos, ocorrido na madrugada de domingo em Canoas. O caso teve grande repercussão por ela ter sido morta na frente da filha pequena, mas o desfecho agora foi mais estarrecedor. O próprio marido, de 33 anos, planejou a execução e mentiu que a família havia sido vítima de um assalto.

Dono de uma marcenaria, ele foi preso junto com um funcionário de sua empresa, de 21 anos, suspeito de ser o autor do tiro que matou a jovem. 

O marido da jovem prestou depoimento por mais de oito horas e finalmente confessou a trama.

O aprofundamento da investigação levou à descoberta de que o casal tinha um relacionamento tumultuado, com separações e reconciliações. Em meio às brigas,  havia a questão de interesses em torno da partilha da herança e imóveis do marido com a esposa em caso de rompimento. A existência de um suposto seguro também está sendo apurada. No longo depoimento, o marido da vítima demonstrou frieza. 

Artigo, Tito Guarnieri - Fora Temer !

Os 13 anos de governo Lula-Dilma estão mais para uma longa noite de horror do que para uma breve jornada de sol. Onde os petistas botaram a mão, sujou. As coisas se degradaram. Combate à corrupção? A impressão penosa que teima em permanecer é a de que nunca se roubou tanto na história deste País.

Na oposição, o PT botava a boca no trombone e batia o bumbo, ao menor sinal, à menor suspeita de que alguém tenha lesado os cofres públicos. Cada petista era um implacável Sérgio Moro – que tanto detestam -  no rigor com que eles denunciavam os desmandos, as malversações, o roubo. Os corruptos tremiam de medo. O PT era o partido da tolerância zero com as maracutaias, a palavra mágica que Lula cunhou e a companheirada adorava pronunciar – antes de se tornarem especialistas na matéria.

No governo, como se tivessem chegado com a sede de quem atravessou o deserto, foram ao pote. E que sede, companheiro, que sede!

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Renan Calheiros atreve-se a criticar a Lava Jato

O senador Renan Calheiros, presidente do Senado, somou-se hoje aos críticos da Operação Lava Jato, atacando os procuradores do MPF:

- Eles precisam parar com o exibicionismo.

O que o MPF precisa é meter na cadeia bandidos políticos reincidentes, como são os casos de Lula e do próprio Renan Calheiros, este com oito inquéritos em andamento no âmbito do STF.

Moro poderá aceitar esta tarde a denúncia do MPF contra Lula e dona Marisa Letícia

O juiz Sérgio Moro poderá aceitar, esta tarde, a denúncia do MPF contra Lula e dona Marisa Letícia, tudo no âmbito da ação penal movida por conta dos malfeitos do triplex do Guarujá e do aluguel dos armazéns para acondicionamento de presentes que o ex-presidente trouxe de Brasília.

Aceita a denúncia, Lula virará réu e poderá ir para a cadeia no caso de condenação.

Não é certo que Moro aceite o pedido de prisão preventiva contra os réus, já que eles obstaculizam claramente a prestação jurisdicional, o que é crime. O ministro do STF, Teori Zavascki, e o procurador Rodrigo Janot, antes mesmo dos procuradores do MPF, declararam em alto e bom senso que Lula comete de modo continuado este tipo de crime.

Veja diz que Dilma é seletiva na sua honestidade

Nem todo o depoimento de Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS foi perfeitamente apresentado à opinião pública brasileira, porque o que ele falou ao juiz Sérgio Moro na semana passada é vasto como as falcatruas que ele contou.

Esta semana, a revista Veja abriu duas páginas para mostrar as pavorosas denúncias que ele fez sobre a atuação de Dilma Roussef.

O título da reportagem: Honestidade Seletiva.

O editor sublinhou 80% do texto, porque ele é devastador e coloca em xeque a chamada honestidade de Dilma.,

Leo Pinheiro contou a Moro que o governo Dilma participou de uma operação destinada a obstruir a CPI da Petrobrás em 2014, ano em que a petista disputou a reeleição. Para enterrar os trabalhos da CPI, Pinheiro pagou propina a parlamentares, depois de pedidos claros feitos pelo ministro Ricardo Berzoini, homem da c opa e da cozinha do Planalto. Ele disse ao presidente da OAS que Dilma queria abafar as investigações.

Como foi que aconteceu tudo ?

Em abril de 20154, Leo Pinheiro foi chamado para almoçar com o senador Gim Argelo e ali estavam o então senador Vital do Rêgo, PMDB da Praíba, além de executivos da Odebrecht e Andrade Gutierrez. }Gim e Vital eram vice e presidente da CPI da Petrobrás. Dias depois, Leo voltou a falar com Gim e Vital, desta vez com a presença de Berzoini, que  pediu ajuda das empreiteiras para abafar tudo, o que aconteceu. A OAS pagou R$ 2,9 milhões, R$ 2,5 milhões dos quais para a direção nacional do PMDB. Vital, derrotado na campanha para governador da Paraíba, foi premiado por
Dilma, que o nomeou ministro do TCU.

O mantra da mulher honesta, incorruptível, caiu por terra.

Diz Veja:

- A Lava-Jato prova que a petista se beneficiou politicamente dos recursos de propinas da Petrobrás. Ela usou dinheiro da corrupção para chegar ao poder e se manter nele.

Renato Duque dirá que conseguiu US$ 4,5 milhões de dinheiro para a campanha de Dilma Roussef

Na coluna Radar, Veja desta semana revela que Renato Duque, o ex-poderoso diretor da Petrobrás, vai complicar a situação de Dilma Roussef sua fala de delação premiada.

Ele contará um encontro que teve com a ex-presidente, quando tentou se demitir e não conseguiu.

Dilma queria que ele ficasse no cargo para ajudar a fazer dinheiro para sua campanha de 2010.

Renato Duque levantou US$ 4,5 milhões de dinheiro sujo para aquela eleição.

SP, Paraná e SC são os Estados mais competitivos do Brasil. RS é o nono.

Pelo segundo ano consecutivo, o Paraná foi considerado o segundo Estado mais competitivo do País, de acordo com o ranking Competitividade dos Estados Brasileiros de 2015/2016, elaborado pela consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU), divisão de análise do grupo The Economist, em parceria com o Centro de Liderança Pública (CLP) e a Tendências Consultoria. O ranking, divulgado nesta segunda-feira em São Paulo em evento (foto) na sede da BM&FBovespa, contou com a presença dos governadores Beto Richa, do Paraná, e Raimundo Colombo, de Santa Catarina. 

A informação foi elaborada pelo site da revista de negócios Aamanhã. Leia mais:

O levantamento, que considera dados das 27 unidades da federação, estabelece uma pontuação de 0 a 100 e, quanto mais próximo de 100, melhor posicionado o Estado. Na pontuação total, o Paraná ficou com uma nota 76,9, atrás de São Paulo (88,9) e à frente de Santa Catarina (74,3), Distrito Federal (66,8) e Mato Grosso do Sul (65,1). O Rio Grande do Sul alcançou a nona posição com 55,5 pontos.  A média nacional ficou em 50,2. 

A pontuação leva em conta um conjunto de 65 indicadores dentro de 10 pilares considerados essenciais para o bom ambiente de negócios: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, capital humano, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação.

Fundos Imobiliários já renderam 25% neste ano

Após três anos ruins por causa da recessão econômica, fundos de investimento que aplicam seus recursos no setor imobiliário chegaram a render 35% em 2012, segundo o índice Ifix, que reflete o desempenho médio dos mais negociados. 

Neste ano, eles renderam mais de 25% até a sexta passada.

Os fundos imobiliários aplicam seus recursos em shopping centers, escritórios, hotéis e agências bancárias. Muitos oferecem como rendimento parte das receitas obtidas com aluguéis e a administração dos imóveis. O investidor também pode ganhar com a valorização das cotas na Bolsa.
Como o rendimento é isento do pagamento de Imposto de Renda para pessoa física, os fundos podem ser uma boa opção para quem quer lucrar com o setor imobiliário, mas não tem dinheiro para investir sozinho. "O brasileiro gosta de imóveis. Com R$ 30 mil, eu não consigo comprar um bom imóvel no Brasil, mas consigo fazer uma carteira excepcional de fundos imobiliários", afirma o planejador financeiro Renato Roizenblit.

A crise desvalorizou muitos fundos imobiliários, tornando-os relativamente baratos. Isso tem feito investidores voltar a prestar atenção neles, apostando em ganhos no longo prazo com a recuperação da economia.

Saiba quem são os empresários que inflam os cofres da campanha de Marchezan Júnior

O gráfico ao lado demonstra a enorme vantagem que o candidato tucano Marchezan Júnior livra sobre os demais candidatos no quesito doações de campanha.

Ele já faturou R$ 1,2 milhão.

E seu viés é de alta.

Marchezan Júnior inclui entre seus doadores os donos das maiores fortunas do RS, como membros das famílias Gerdau, Estima, Logeman, Renner, Elbling, Wallauer, Vontobel e Ling. Só dos Gerdau, já levou mais de R$ 200 mil. Os Estima contribuíram com R$ 170 mil.

O nome que mais chama a atenção é do ex-vice-governador Paulo Feijó, que atacou duramente o próprio governo do qual fez parte, o governo tucano de Yeda Crusius, causando-lhe enorme estrago político. Esta contribuição de Paulo Feijó para o tucano é estranhíssima e levanta estranhamentos sobre a posição de Marchezan Júnior na época.

O tucano vem melhorando muito sua posição no ranking de intenções de votos, mas não ameaça o líder, Sebastião Melo, PMDB. As últimas pesquisas mostram que ele está embolado em segundo lugar, junto com Raul Pont, PT, e Luciana Genro, Psol.

Um inédito confronto entre candidatos do mesmo campo democrático no segundo turno parece estar se configurando em Porto Alegre.

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Quase todos os R$ 321,9 mil da receita da campanha de Luciana Genro vêm do Fundo Partidário

Na TV, Luciana mostra as mãos limpas, reeditando o slogan moralista usado pelo ex-deputado Fernando Ferrari, do extinto MTR. Luciana é filha do ex-governador Tarso Genro, PT.

Luciana Genro conta com pouquíssimas doações individuais para sua campanha eleitoral em Porto Alegre, porque o grosso do dinheiro que recebeu até agora vem do Fundo Partidário. Foram R$ 301,5 mil vieram dele.

A candidata do Psol arrecadou até agora a quantia total de R$ 321,9 mil.

Muitos dos doadores  são da família Genro ou Herz (três doadores). Entre os nomes mais conhecidos dos demais contribuintes estão os do professor Flávio Fligenspan, R$ 1 mil, e Rogério Viola, R$ 7 mil.

A candidata é a terceira que mais arrecadou até agora.

CLIQUE AQUI para examinar a lista de doadores. Quase todo o dinheiro vem do Fundo Partidário, que são recursos públicos.

Raul Pont é o que melhor aproveita doações por Cartão de Crédito, TED e Doc

A campanha do petista Raul Pont é a segunda mais rica de Porto Alegre, porque segundo o TSE, ela já arrecadou R$ 610,4 mil, dados de 16 de setembro.

Mais abonado do que Pont é o candidato tucano Marchezan Júnior, que faturou o dobro, R$ 1,2 milhão.

Os candidatos mais pobres são os nanicos do PSTU, PMN e PV.

Arno Augustin, o ex-secretário do Tesouro Nacional de Dilma, é o maior doador individual de Raul Pont. Ele contribuiu com R$ 25 mil. Com R$ 10 mil cada um, seguem Ana Lúcia Backes, Adroaldo mesquita da CDosta e Jorge Buchabqui. O Fundo Partidário já irrigou R$ 50 mil para a campanha.

A campanha petista usa bem os pagamentos eletrônicos. São dezenas deles até agora.

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Edinho e Giles Azevedo tomaram R$ 20 milhões de dinheiro sujo da Andrade Gutierrez para campanha de Dilma

CLIQUE AQUI para ler, também, "Giles Azevedo: o homem de Dilma no esquema".


Ao ministro Herman Benjamin, STJ,  Antonio Azevedo, Andrade Gutierrez, disse ontem que havia prática de doar ao PT 2% de todos os contratos das empresas com o governo federal — não só nos contratos com a Petrobras. Na última campanha de Dilma, ele sofreu pressão de Giles Azevedo e Edinho Silva para dobrar a aposta, contribuindo com R$ 20 milhões. 

Segundo ele, a praxe era a doação de propina ao Diretório Nacional do PT, que se incumbia de fazer a divisão internamente. Em 2014, declarou o ex-executivo ao ministro, foi feita doação de R$ 15 milhões, e uma parcela disso (R$ 1,5 milhão) foi declarada oficialmente pela campanha de Dilma como doação da Andrade Gutierrez. Além desse total que já tinha sido repassado ao PT, segundo Azevedo, a empresa programara doar mais R$ 10 milhões à campanha de Dilma. Mas, com as supostas pressões, aumentou o valor para R$ 20 milhões.

Segundo Azevedo, a pressão veio do ex-assessor de Dilma Giles Azevedo e de Edinho Silva, tesoureiro da campanha presidencial da petista em 2014 e depois ministro da Comunicação Social. Azevedo disse que a empresa aumentou o valor da doação porque sentiu a ameaça de perder contratos com o governo federal.

O ministro Herman Benjamin perguntou de onde vinha o dinheiro, e Azevedo respondeu:

- Nos governos Lula e Dilma, era estabelecido que a doação da empresa deveria ser de 2% de todos os contratos com estatais.

Leia mais na nota a seguir.
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