O que faz o "repórter secreto" do Fantástico que não investiga o "chefe secreto" da MVC ?

Fontes abundantes podem contar para o "repórter secreto" do Fantástico, Giovani Grizotti, o que aconteceu com as sete escolas de educação infantil que o novo "chefe secreto" abandonou em ruínas em Gravataí.

A MVC venceu licitação do MEC, começou a construção de 350 escolas no País e depois abandonou tudo porque o ministério não aceitou fazer aditivos aos seus contratos.

Leia abaixo.

"O "Chefe Secreto" do Fantástico descontinuou 350 escolas infantis que construía no País. Sete delas viram ruínas em Gravataí, RS.

Milhões de seguidores do programa Fantástico, Rede Globo, acompanham o quadro no qual um empresário faz-se passar por empregado para avaliar o desempenho do seu quadro de pessoal e identificar desconformidades.

Ontem a noite foi a vez do presidente do grupo MVC, Gilmar Lima. A empresa fica no Paraná, com sede em São José dos Pinhais. As empresas gaúchas Artecola e Marcopolo são sócias na MVC. Gilmar Lima foi trabalhar na sua empresa de aero-geradores, uma das sete do grupo, que é focado em produtos plásticos e de engenharia.

A seleção do presidente foi do consultor Max Gehringer, que é o apresentador do quadro "O Chefe Secreto".

O editor considera que o empresário faria melhor se visitasse obras que descontinuou em Gravataí, RS, todas no âmbito do programa Emei, do ministério da Educação. A MVC abandonou sete dessas obras e não voltou mais ao município, deixando a prefeitura local furiosa e as crianças em situação complicadíssima. Ela venceu licitação do MEC, que também não dá explicações, embora a responsabilidade seja toda sua. CLIQUE AQUI para saber como agiu a MVC em Gravataí.

O Fundo Nacional de Educação Fundamental parou de pagar a MVC

O caso de Gravataí não é isolado.

CLIQUE AQUI para examinar o programa de ontem.

FHC tem razão: os dias do governo Dilma e do PT estão contados.

Perondi diz que má gestão do governo Dilma resultou no fechamento de 218 hospitais filantrópicos do País

Eis o que o deputado gaúcho Darcísio Perondi mandou dizer há pouco ao editor citando dados da Confederação das Misericórdias do Brasil (CMB):

- 218 hospitais filantrópicos fecharam as portas em todo o País no ano que passou.
- 11 mil leitos saíram do sistema só na área das filantrópicas.
- Dos 450 mil trabalhadores de santas casas e hospitais filantrópicos, 39 mil perderam o emprego.

Culpa de quem ?

"Do governo do PT", avisou ao editor o deputado do PMDB.

O Rio é o Estado onde a crise da saúde mais impacta a população. 

China, Irã e Brasil voltam a empurrar para mais alto a cotação do dólar

A queda e a suspensão das operações da Bolsa de Xangai, hoje, o enfrentamento Irã x Arábia Saudita (petróleo no fundo de cena) e a crise de governabilidade brasileira, voltaram a incendiar o mercado de câmbio, sendo que as 15h03, o dólar comercial avançava 2,63%, cotado a R$ 4,0604. Na máxima, saiu a R$ 4,0690.

Já o contrato futuro para fevereiro subia 2,58%, para R$ 4,1020.

Artigo, Dora Kramer, Estadão - Fala sério, presidente

Leia também:
Sujeito oculto, editorial de hoje do Estadão. CLIQUE AQUI
O verão antes da queda, Paulo Delgado, O Globo. CLIQUE AQUI.
A construção de um desastre, Estadão. CLIQUE AQUI

Já no primeiro dia de 2016, a presidente da República perdeu mais uma vez a oportunidade de falar a sério com a sociedade brasileira e, com isso, recuperar algum crédito diante do Brasil e do mundo. Em artigo assinado na Folha de S. Paulo, Dilma Rousseff persistiu nas justificativas falsas para a crise, insistiu em distorcer a realidade e continuou se posicionando como se governasse um país de devotos crentes e desmemoriados.

No enunciado do balanço de 2015, a presidente propõe uma reflexão sobre “erros e acertos” do ano, indicando a disposição de rever suas responsabilidades “com humildade e perspectiva histórica” a fim de superar dificuldades e contrariar as previsões de que dias piores virão. 
Os dois parágrafos iniciais injetam no leitor a esperança de que a presidente da República tenha se dado conta dos males causados por suas decisões e que vá finalmente rever atitudes colocando o dever de estadista acima de suas crenças, características de temperamento e conveniências partidárias. 

A leitura completa do longo texto, no entanto, se encarrega de desmontar a mais otimista das expectativas. A começar pela referência a “acertos” na tentativa de amenizar a dimensão dos erros. Quais acertos? Na ausência de algum de efeito substantivo, restam a Dilma números que compuseram o roteiro do filme já visto na campanha eleitoral. 

A “humildade” prometida na revisão de suas responsabilidades na crise econômica cai por terra quando a presidente atribui, de novo, a situação a fatores externos combinados com a necessidade de, internamente, alterar a rota na condução da economia. Mudança es...

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Maioria (52,3%) aprova o governo Alckmin, mas desaprovação é muito alta (44,9%)

O governador de São paulo, é aprovado por 52,3% dos eleitores do Estado, segundo pesquisa divulgada ainda há pouco pelo Instituto Paraná Pesquisas.

44,9% desaprovam o governo tucano.

O número dos que consideram sua gestão boa ou ótima é de 29,6%, contra 28,5% de ruim e péssimo.

40% dos eleitores paulistas consideram regular o governo Alckmin.

Só Serra derrotaria Paulo Skaf, PMDB, em São Paulo

Se as eleições para governador de São Paulo fossem hoje, o PT não conseguiria emplacar sequer dois dígitos com seu candidato, Luiz Marinho, atual prefeito de São Bernardo do Campo. Ele obgteria apenas 3,2%, abaixo do candidato do PV, Eduardo Jorge, que faturaria 3,3%.

A pesquisa acaba de ser divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisas.

José Serra, caso a opção fosse esta pelo PSDB, levaria 42,6% dos votos e seria o novo governador.

Eis os resultados da pesquisa estimulada, tendo Serra como opção do PSDB:
José Serra, PSDB, 42,6%
Paulo Skaf, PMDB, 30,2%
Os demais teriam menos de 5%

No caso de uma candidatura tucana diferente, Paulo Skaf venceria o pleito:
Paulo Skaf, 41,5%
Aloysio Nunes Ferreira, PSDB, 16,9%
Luiz Marinho, PT, 6,1%
Eduardo Jorge, PV, 5,7%
Os demais candidatos teriam menos de 5%

Indústria brasileira continua queda para o fundo do poço

O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria nacional ficou em 45,6 em dezembro, ante 43,8 em novembro, quando atingiu a pior marca em cerca de seis anos e meio. Apesar da ligeira melhora, o índice ficou abaixo da marca de 50 que separa retração de crescimento em todos os meses de 2015, exceto em janeiro, quando a leitura foi de 50,7.

NoRS, após uma pequena alta em setembro (0,3%), que havia interrompido cinco quedas consecutivas, o Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI-RS) voltou a cair em outubro (-1,9%), em relação ao mês anterior, com ajuste sazonal. Os resultados foram apresentados pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS). A perda no indicador foi determinada pela retração no faturamento real (-6,2%) e nas compras industriais (-1,9%). As horas trabalhadas (-1,1%) caíram pela quinta vez consecutiva e a utilização da capacidade instalada (UCI) bateu novo recorde negativo (grau médio de 77,1%). Com esse cenário, a deterioração do mercado de trabalho continuou: o emprego (-0,9%) registrou a nona queda em sequência e a massa salarial (-1%), a 13ª.

Bolsa de SP despenca e dólar ultrapassa barreira dos R$ 4,00, em dia negro produzido pelas más notícias da China

Ibovespa, o índice que mede o desempenho da Bolsa de SP, abriu em forte queda nesta segunda-feira 4, primeira sessão do ano, marcada por aversão ao risco após a atividade industrial na China mostrar retração pelo 10º mês seguido, reacendendo as preocupações sobre a economia do país asiático. Às 10h24 (horário de Brasília), o benchmark caía 1,95%, a 42.503 pontos.

Os mercados acionários chineses despencaram cerca de 7% na sua primeira operação de 2016, conforme mostrou o editor no início da manhã, e isto forçou as bolsas a suspenderem as operações pela primeira vez. A moeda chinesa alcançou maior desvalorização desde 2011 em relação ao dólar

Sobre o real, a moeda norte-americana saltou 2,5% e passa de R$ 4. 

O comportamento do mercado reforça o cenário de crise global

Governo divulga lista dos feriados brasileiros em 2016

Para quem ainda não anotou na agenda quais serão os dias de folga em 2016, é chegada a hora de dar uma olhada na lista de feriados e pontos facultativos publicados pelo governo federal no Diário Oficial da União nessa segunda-feira.

Em 2016, a maioria dos feriados nacionais serão nos dias úteis, sendo que somente o Dia do Trabalhador (1.º de maio) e o Natal (25 de dezembro) cairão no domingo. De acordo com o calendário divulgado pelo governo federal, serão 9 feriados e 5 pontos facultativos.

Veja a relação dos demais feriados ao longo do ano na imagem ao lado.

Vendas de materiais de construção no varejo caem 5,8% em 2015

As vendas de material de construção no varejo encerraram o ano de 2015 com queda de 5,8% e faturamento de R$ 56,5 bilhões, marcando a primeira retração do segmento nos últimos 12 anos.

Os dados são do estudo mensal realizado pelo Instituto de Pesquisas da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), com o apoio da Abrafati, Instituto Crisotila Brasil, Anfacer e Siamfesp.

Dólar opera acima de R$ 4, após bolsa chinesa despencar

O dólar comercial opera em forte alta nesta segunda-feira, acima de R$ 4, com valorização de mais de 2% no primeiro negócio de 2016. Dados fracos da China, em particular a contração da atividade manufatureira em dezembro, pelo quinto mês consecutivo, arrastam as bolsas internacionais.

A bolsa chinesa despencou 7%, de acordo com um novo mecanismo para reduzir a volatilidade que entrou hoje em vigor. Tóquio fechou em -3,06%. Os índices europeus também abriram em claro retrocesso, também afetados pela tensão entre Arábia Saudita e Irã.

Por volta das 13h, a moeda norte-americana subia 2,09%, R$ 4,030 para venda. Na Bolsa de Valores de São Paulo, o principal índice de ações, o Ibovespa, recuava 1,64%, aos 42.639 pontos. O dólar fechou o último pregão do ano em alta de 1,83%, a R$ 3,948. No mês, a moeda norte-americana subiu 1,58% e no ano, 48,93%, o  maior avanço anual em 13 anos. Já a bolsa caiu 13,31% no ano e 3,93% em dezembro.

Privilégios mostram um Estado feito para poucos

No seu Face, o deputado gaúcho Paulo Pimenta, PT, da tropa de choque de Dilma, acha que as "vítimas da crise" queixam-se de barriga cheia de frutos do mar, cerveja e muito sol. A foto é do retorno dos gaúchos que foram á praia no feriadão. 


A reportagem a seguir é de Rosana Hessel, Correio Brazliense de hoje. Ela mostra que a população que precisa da máquina pública para obter assistência básica se sente cada vez mais desamparada. 

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Para favorecer grupos específicos, governos incham estruturas que consomem cerca de 36% de todas as riquezas produzidas no país

Indignação e revolta. A cuidadora de idosos Márcia Oliveira, 45 anos, não se cansa de repetir tais palavras. Ela anda incomodada com o descaso do Estado. Todas as vezes que precisa levar o aposentado Pedro Antunes, 90, para resolver pendências bobas com a Previdência ou receber um atendimento básico em um hospital, se depara com má vontade, ineficiência, excesso de burocracia. Nada, porém, a deixa mais irritada do que ver estruturas gigantescas, com servidores saindo pelas janelas, consumindo dinheiro da população sem que a qualidade dos serviços prevaleça.

"Estou uma fera com esse Estado que favorece poucos e pune a maioria", diz Márcia. "Enquanto as famílias se ajustam à triste realidade do país, cortando até itens necessários do orçamento, os governos continuam inchados, consumindo mais e mais impostos e aumentando o endividamento. Até quando vamos pagar por isso?", indaga. A cuidadora de idosos tem certeza de que, se chegar à idade de seu Pedro, terá um Estado ainda pior. "Não teremos direito a nada. Ou a sociedade se movimenta agora para cobrar o que lhe é de direito, ou o futuro que nos aguarda será dramático", frisa.

Márcia não está exagerando. No Orçamento da União de 2016, sancionado pela presidente Dilma Rousseff, em vez de corte de gastos para equilibrar as finanças, o governo está contando com mais impostos.

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Código de Ética da Assembléia do RS não prevê afastamento preventivo de deputado infrator

Jardel, à direita, no plenário da Assembléia.


O editor usou boa parte do feriadão estudando o Regimento Interno, 113 páginas, e o Código de Ética Parlamentar, 17 páginas, tudo da Assembléia do RS.

A idéia era encontrar algum dispositivo que permita o afastamento in limine de deputado que for objeto de algum tipo de representação por parte do Ministério Público, enquanto as Comissões de Ética e de Constituição e Justiça, mais o Plenário, não se manifestarem sobre sua cassação.

Os casos mais recentes que exigiriam este tipo de afastamento preventivo, são os dos deputados Dr. Bassegio, PDT, e Mário Jardel, PSD.

Não há um só dispositivo que faça este tipo de previsão, nem mesmo quando o deputado é preso em flagrante e por crime inafiançável.

Ele é necessário.

A presença diária do deputado Jardel na Assembléia, constrange seus colegas e a sociedade gaúcha, já que as investigações conduzidas pelo MPE são devastadoramente bem comprovadas e documentadas, não havendo margem para dúvidas.

O que também aconteceu com o deputado Bassegio, que foi cassado.

Aguardar o transcurso de 20 sessões ordinárias para que só então o deputado seja afastado, é exigir demais.

Marco Alba dirá como administra a herança maldita deixada pelo PT em Gravataí

O editor convidou o prefeito de Gravataí, Marco Alba, PMDB, para um balanço do seu primeiro mandato, quando administrou a herança maldita deixada por 16 anos de governos do PT.

Será amanhã ao meio dia na Churrascaria Barranco, Porto Alegre.

Gravataí é a sede da GM.

Começou debandada do PSDB do RS

A migração do único vereador do PSDB de Porto Alegre, Mário Manfro, para a Rede, é apenas o início da debandada de líderes do Partido no RS.

Até abril, quem tiver que sair, sairá.

MP da leniência vai permitir recursos ilícitos a partidos, afirma procurador

O juiz Sérgio Moro, ladeado pelos procuradores Carlos Fernando Santos Lima (esquerda) e Delton Dallagnol.


Na sua primeira edição do ano, o jornal Valor informa que  medida provisória 703 permitirá ao governo barrar o avanço das investigações da Operação Lava-Jato, garantindo que as empresas investigadas celebrem acordos sem revelar fatos novos, e que os partidos da base aliada preservem esquemas espúrios de financiamento ilícito. 

A avaliação é do procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos coordenadores da força-tarefa da investigação federal com base em Curitiba, falou para o jornalista André Vieira.

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A MP alterou a redação da lei Anticorrupção, mitigando o risco de que empresas corruptas sejam declaradas inidôneas e, consequentemente, impedidas de contratar novamente com o Poder Público.

"É um retrocesso evidente. Infelizmente, o governo federal com a edição dessa medida provisória, introduziu um risco moral, pois, além de desincentivar o cumprimento da legislação com a mitigação da ameaça de aplicação imediata de sanções de inidoneidade, também deixou claro que não é do interesse do governo que o combate à corrupção avance sobre o sistema de poder econômico que sustenta a atividade político-partidária atual", afirma Lima.


Para o procurador, um dos principais estrategistas dos acordos de delação premiada e de leniência celebrados na Lava-Jato, com a edição da MP 703 o governo mantém os acordos sob o seu controle e passa uma mensagem clara às empresas.

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Mercado abre o ano com projeção de recessão econômica de 2016 igual a de 2015

O primeiro boletim Focus do ano, do Banco Central, indica que a mediana das projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2016 saiu de retração de 2,81% para baixa de 2,95%. 

Também foi revista, mas de forma marginal, a estimativa para o desempenho do PIB de 2015, de queda de 3,70% para decréscimo de 3,71%.

Dólar abre o ano em forte alta e já é cotado a R$ 4,0535

O dólar comercial abriu esta jornada na casa de R$ 4, repercutindo a aversão a risco que domina os negócios no exterior e a crise política no Brasil. Em quase meia hora de operações, o dólar subia 2,46%, para R$ 4,0535.

Influem nos negócios a queda forte da Bolsa de Xangai, a elevação dos preços do petróleo em função da crise Irã x Arábia Saudita e a instabilidade do governo Dilma. 
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