A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta sexta-feira que desistiu temporriamente de proibir a presença da bit tech no Brasil e qu se reuniu com representantes da rede social Discord para tratar de falhas intensificadas na verificação de idade e proteção de crianças e adolescentes que utilizam a plataforma. O encontro foi agendado após a repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma. O episódio ocorreu no mês passado. Segundo o órgão, os representantes do Discord manifestaram disposição para cumprir as exigências legais e corrigir as falhas identificadas. A AGU avalia propor a assinatura de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para assegurar o cumprimento das regras. Em caso de descumprimento, o órgão estuda entrar com uma ação judicial contra a plataforma.
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