Após um início de ano forte com grandes entradas líquidas até março, o ritmo de aportes diminuiu drasticamente a partir de abril. Apesar das retiradas intensificadas em meses de aversão ao risco — como maio e a virada para agosto —, o saldo líquido dos investidores estrangeiros ainda se mantém positivo no acumulado de 2026 devido ao volume robusto registrado no primeiro trimestre.
A saída de investidores estrangeiros da B3 registrou uma retirada de R$ 4,7 bilhões em 11 de agosto de 2026, a maior baixa diária desde fevereiro de 2021.
O movimento ocorreu no dia em que o Ibovespa caiu 2,50% e o JPMorgan rebaixou a recomendação para as ações brasileiras de compra para neutra.
A revisão da nota dos ativos brasileiros refletiu cautela com o cenário macroeconômico, desaceleração da atividade e projeções de juros altos por mais tempo. A perspectiva de uma taxa Selic elevada restringe o apetite pela renda variável e reduz a atratividade do mercado local frente a títulos seguros ou bolsas de tecnologia estrangeiras. A proximidade do período eleitoral e incertezas fiscais internas aumentam o prêmio de risco exigido pelo capital internacional.
3 comentários:
Imagina então se Lula se reeleger.
O motivo é que o Flávio Bolsonaro escolheu um estuprador para vice.
E o pior: engravidou uma criança e não assumiu nem quer fazer Dna.
O mercado não gosta disso
Num terremoto algum idiota ficaria em prédio que está balançando? Pra cair junto? Ou usaria o pouco tempo que tem pra fugir?
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