A eleição para o governo do Rio Grande do Sul não pode ser sequestrada por sobrenomes, rituais de memória ou encenações em túmulos históricos.
O eleitor gaúcho precisa distinguir duas coisas radicalmente diferentes: o nome Brizola e o brizolismo histórico.
Uma coisa é carregar biologicamente um sobrenome. Outra, muito diversa, é encarnar politicamente o legado de Leonel Brizola.
É justamente aí que nasce o paradoxo, e também a hipocrisia política, da atual composição articulada entre PDT e PT no Rio Grande do Sul: Juliana Brizola como pré-candidata ao governo, Edegar Pretto como vice, Paulo Pimenta e Manuela D’Ávila ao Senado.
Os próprios protagonistas alegaram que a chapa foi construída como palanque de Lula no Estado ....
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