Governo amplia prazo para consultas para suas propostas de mudanças na previdência e planos de carreiras

O governador Eduardo Leite resolveu ampliar até sexta-feira o prazo para receber sugestões aos projetos que alteram as carreiras e a previdência dos servidores públicos estaduais, que iria encaminhar ainda esta semana ao Legislativo.

O pedido mais forte por mais prazo partiu de representantes da Federação Sindical dos Servidores Públicos do RS (Fessergs), que ontem voltaram a negociar com o governo e querem encaminhar propostas. A principal preocupação das categorias é com relação às aposentadorias. Há ameaça de pedidos de aposentadorias antecipadas e em massa.

A Fessergs também considera que o IPE-Saúde será privatizado, caso a proposta de reestruturação seja aprovada.

3 comentários:

Anônimo disse...

Aqui no Centro Administrativo estão vindo em massa para se aposentar,que são os ex servidores da extinta Caixa Estadual.Filas enormes.Todos os dias.Vem até ônibus com servidores de todo o estado.E vai piorar mais ainda.Os servidores da Secretaria de Educação também,estão pedindo em massa.Mas no CAFF é apenas os que eram da Caixa.Filas e filas.Motivo: Pacote do Dudu Milk

Anônimo disse...



DE MODELO A TODA TERRA.....

NÃO EXISTE GRANA PARA PAGAR OS PRIVILÉGIOS CONCEDIDOS DE FORMA IMORAL....

FODA-SE O CONTRIBUINTE RESIDENTE NO RS....
VC VAI FICAR CADA DIA MAIS POBRE E NUM ESTADO ATRASADO E DECADENTE,

SABE PORQUE!!! A GRANA DOS IMPOSTOS SERVE PARA GARANTIR REMUNERAÇÃO ACIMA DA REALIDADE E TRANQUILIDADE FINANCEIRA P MAQUINA PUBLICA ATIVA E INATIVA....

EX.: A LISTA COM OS MAIS DE 5500 SERVIDORES DO EXECUTIVO QUE RECEBEM MAIS DE 25 MIL POR MÊS, TEM UNS 500 QUE RECEBEM MAIS DE 40 MIL POR MÊS E A MAIORIA É INATIVO, ISSO SEM CONTAR COM O JUDICIÁRIO E O LEGISLATIVO...TA LOCO...O NEGOCIO É ESTOCAR COMIDA....

Anônimo disse...

As corporações de parasitas públicos profissionais não aceitam perder seus supersalários e privilégios corporativos, de jeito nenhum.

Os parasitas da corporação dos professores deveriam não apenas ter seus privilégios corporativos cortados, mas também pagar indenização ao povo vassalo, por terem apelegado e arruinado o sistema educacional aplicando a educação progressista de Paulo Freira e cia.