Lei sobre ensino e apresentação do Hino Nacional existe desde 2011. Assinou-a Dilma e Haddad, PT.

A histeria do lulopetismo, seus aliados e os inocentes úteis que por conveniência ou adesão sincera colocaram-se ao lado de Bolsonaro e questionam, agora, muitas das suas iniciativas, leva ao esquecimento de que existe lei obrigando as escolas a ensinar sobre hino e bandeira do Brasil. E é do governo do PT, assinada por Dilma e Fernando Haddad, então ministro da Educação, 2011.

A lei diz que as escolas poderão incluir tema em aulas de história e geografia.

 Desde a nova lei, os símbolos nacionais -- a bandeira, o hino, o brasão de armas e o selo nacional do Brasil -- passaram a ser objeto de estudo obrigatório nas escolas de ensino fundamental, públicas ou particulares.

A nova lei foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff e é fruto de uma proposta que tramitava desde 1999 no Congresso, finalmente aprovada em junho de 2011 pela Câmara dos Deputados.
O estudo obrigatório dos símbolos foi incluído na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

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16 comentários:

Anônimo disse...

Essa lei é coisa da Dilma e do PT.


Fora brazio, viva a República Rio-Grandense!

Anônimo disse...

Só podia ser lei da Dilma e do PT obrigando as escolas a cantar hino e ensinar sobre o brasão da Republiqueta-Bolivariana-Brazileiresca.

Anônimo disse...


LEI Nº 12.031, DE 21 DE SETEMBRO DE 2009.


Altera a Lei no 5.700, de 1o de setembro de 1971, para determinar a obrigatoriedade de execução semanal do Hino Nacional nos estabelecimentos de ensino fundamental.

O VICE – PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o O art. 39 da Lei no 5.700, de 1o de setembro de 1971, passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo único:

“Art. 39. ........................................................

Parágrafo único: Nos estabelecimentos públicos e privados de ensino fundamental, é obrigatória a execução do Hino Nacional uma vez por semana.” (NR)

Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 21 de setembro de 2009; 188o da Independência e 121o da República.

JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA
Fernando Haddad

Alaor disse...

A lei 5.700 de 1971 no ART 39 já determinava o ensino do hino e a bandeira, em 2009 foi incluído o parágrafo único que determina que o hino seja cantado uma vez por semana.

Anônimo disse...

República Rio-Grandence falida.

Joel Robinson disse...

FILMAR MENORES E POSTAR É CRIME!

Anônimo disse...

Ensinar o hino,etc... é uma coisa.O que foi pedido é para perfilar e cantar,filmar e mandar o vídeo para o chefinho!!Coisa de ditadura de direita ou esquerda,patético.Lá se vão dois meses do ano e o país está parado,vendas de Fevereiro horrorosas.O governo Bolsonaro precisa se libertar dar amarras ideológicas da campanha e começar a governar.Paciência tem limite.

Anônimo disse...

A Dilma evidentemente,assinou essa Lei sem conhecê-la.Caso contrário,não teria assinado nunca!

Anônimo disse...

E os hipócritas e analfabetos funcionais da Esquerda Escarlate Bolivariana Atrasada, atacam o Ministro só para demonstrar, além da burrice, ignorância.

Anônimo disse...

Como assim editor. Mas eu recebi no meu zap zap q eles queriam mudar a bandeira para o vermelho dos comunistas e cantar o hino da Ursal. Não tô entendendo mais nada, Será q era fake news.

Anônimo disse...

Então a partir de agora os bolsonarianos doentes passarão a ser contra que se cante o Hino Nacional, porque foi decisão da Dilma.

Anônimo disse...

Agora, para de fumar ou beber,tá?

Anônimo disse...

Os comunas destroem o Brasil por 20 anos e vc quer que se resolva em dois meses...menos a não ser que vc tenha o segredo se tem vá ao Palácio e torme publico

Anônimo disse...

Nao seu jumento a dilma acertou por ser analfabeta e temos que manter essa lei

Anônimo disse...

Creio que ela não conhecia nenhuma das leis que assinou.

ALMANAKUT BRASIL disse...

Isso existia antes do Regime Militar, o brando, e foi sendo afrouxado de acordo com o andar da baderna do pós-golpe do palanque das Diretas Já.