O elogio de corpo presente à edição dominical de Zero Hora

A edição dominical do jornal Zero Hora está um primor de edição bem elaborada, o que comprova que nada bate a imprensa escrita quando ela é inspirada, consistente e plugada com a realidade diária dos leitores.

O editor recomenda sobretudo a edição do caderno Dona e as reportagens sobre o dia de Sartori na votação do ICMS, as agruras da CEEE e a belíssima entrevista com Oscar Arias, ex-presidente da Costa Rica.

Não é sempre que Zero Hora trabalha desta forma.

16 comentários:

Anônimo disse...

Não obrigado, eu não perco mais o meu tempo lendo a Zero-Hora!

Anônimo disse...

De jeito nenhum, Políbio! Não compro e não leio ZH nem se me pagarem! Fui estúpido por muito tempo. Agora chega!

Anônimo disse...

TULIPA? PIXULECO? O QUE É ISSO POLÍBIO?
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LÁ DO SUNTZU A ARTE DA GUERRA:

CONHECER A SI MESMO , LIMITES,MERITOS E DEFEITOS

ASSIM COMO

RECONHECER DEFEITOS MÉRITOS E VIRTUDES DO ADVERSÁRIO,INIMIGO ,OPONENTE...
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OU ISSO , OU O POLÍBIO AJOELHOU E ESTÁ "REZANDO"?

TULIPA? PIXULECO? HUUUUUUMM!

Anônimo disse...

Aponto uma restrição: no assunto envolvendo a CEEE, não foi feita alusão ao ex-Governador Tarso Genro, em especial no que respeita ao dinheiro em grande monta devolvido àquela estatal pela União, mas que foi repassado àquele então Chefe do Executivo Estadual.

Anônimo disse...

ste artigo está publicado no blog do economista e também noutro jornal muito apreciado por idiotas da cidade.
CLIQUE AQUI para ler a versão publicada no blog.
o que aconteceu editor te transformaste em idiota pois as palavras acima estão no seu post sobre o artigo do economista fajuto Darcy .nada como um dia apos o outro.

Lucaspsb disse...

ZH? Não, desculpem-me senhores. Já financiamos muito a galera do DCE, que vai trocar de lado para tentar conseguir mais leitores, vendendo Veja junto com o jornal. A essência comunista permanece.

Anônimo disse...

O editor-chefe deve estar com muita vergonha da entrevista do Tarso lendo a entrevista da Oscar Arias. Lendo o que Arias diz e o que o petralha do Tarso fala faz a diferença. Talvez por isso que o Traço foi morar no Rio de Janeiro, os cariocas já aguentaram o Brizola e agora terão que aguentar o Ptarso....eeeheheheh... pobre povo.

Glauco Fonseca disse...

Polibão querido, não é que não dê...é que não dá.

Anônimo disse...

Deflagrada no fim de março e com origem em uma carta anônima entregue num envelope pardo, a Operação Zelotes da Polícia Federal investiga um dos maiores esquemas de sonegação fiscal já descobertos no país. Suspeita-se que quadrilhas atuavam junto ao Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), órgão ligado ao Ministério da Fazenda, revertendo ou anulando multas.

A entidade é um tribunal administrativo formado por representantes da Fazenda e dos contribuintes (empresas) que julga hoje processos que correspondem a R$ 580 bilhões.

O nome Zelotes vem do adjetivo zelote, referente àquele que finge ter zelo. Ele faz alusão ao contraste entre a função dos conselheiros do Carf de resguardar os cofres públicos e os possíveis desvios que efetuaram.

Em geral, é julgada pelo órgão (Carf) uma empresa autuada por escolher determinada estratégia tributária que, segundo a fiscalização, estava em desacordo com a lei.

Estão sob suspeita 74 processos que somam R$ 19 bilhões em valores devidos ao fisco.

A Polícia já confirmou prejuízo de R$ 6 bilhões aos cofres públicos. O valor equivale a cerca de três vezes o dinheiro desviado da Petrobras por meio do esquema desarticulado pela Operação Lava Jato, se considerada a cifra levantada em janeiro pelo Ministério Público Federal (R$ 2,1 bilhões).

SOB SUSPEITA

As investigações começaram em 2013 e alcançam processos que vêm desde 2005.

Entre 74 empresários, companhias e entidades investigadas estão nomes como Petrobras, Embraer, TIM e o Partido Progressista (PP). Cada um é acusado de ter diferentes níveis de envolvimento no esquema.

Todos negam envolvimento em crimes, ou afirmam que ainda não conhecem o teor das investigações.

Em 12 dos processos, a polícia encontrou "elementos consideráveis de irregularidades".

Estão nesse grupo Gerdau e RBS; as companhias Cimento Penha, J.G. Rodrigues, Café Irmãos Julio, Mundial-Eberle; as empresas do setor automotivo Ford e Mitsubishi, além de instituições financeiras Santander, Safra, Bradesco e Boston Negócios.

Segundo investigadores, muitos dos atores subornaram integrantes do Carf.

Outros, porém, foram procurados por facilitadores que intermediavam o suborno a conselheiros do órgão, mas ainda não há contra eles elementos que comprovem o pagamento de propina.

Em meio ao escândalo, o Carf suspendeu todas as sessões de 2015, sem adiantar prazo para que as datas sejam revistas.

ATUAÇÃO DAS QUADRILHAS

A Operação Zelotes aponta que as quadrilhas, formadas por conselheiros, ex-conselheiros e servidores públicos, usavam o acesso privilegiado a informações para identificar "clientes", contatados por meio de "captadores", que poderiam ser empresas de lobby, consultorias ou escritórios de advocacia.

Segundo Marlon Cajado, delegado da Polícia Federal que comandou a operação, as empresas pagavam propina de até 10% para que os grupos "manipulassem" vereditos do Carf em processos de casos que envolvem dívidas tributárias de R$ 1 bilhão a R$ 3 bilhões, anulando ou atenuando cobranças da Receita.

Cada turma do Carf possui seis conselheiros: três indicados pelos contribuintes (empresas), e três indicados pela Fazenda Nacional. No geral, os três conselheiros indicados pelos contribuintes tendem a votar a favor das empresas. Por isso, para que o esquema funcionasse, era necessário corromper ao menos um conselheiro indicado pela Fazenda.

O pagamento era feito pelas empresas aos "captadores". Após ficar com sua fatia, eles repassavam o resto para as quadrilhas, que por sua vez sacavam os valores e os distribuíam aos envolvidos.

Anônimo disse...

Pra elogiar esse jornal, só quem está no mesmo barco.

Anônimo disse...

POLIBIO,
EU NÃO TENHO GAIOLA DE PASSARINHO PARA USAR ESTE JORNALECO....

Anônimo disse...

Não, obrigado. Cancelei a assinatura faz tempo.

Anônimo disse...

A Zero Hora perde todo seu crédito ao dedicar toda primeira página dominical para instigar o pavor na população. Jornalismo perverso e negativo.

Anônimo disse...



Concordo, Políbio! Tem que ter uma análise mais inteligente do que a media para elogiar quando as coisas são bem feitas!

Anônimo disse...

ZH descaradamente omite informações relevantes, em detrimento de seus interesses políticos. Além de abrigar gente que tenta defender o indefensável, como Moisés Mendes. Não leio mais essa porcaria e só a uso como base na caixinha de areia do meu gato.

Anônimo disse...

Assino a ZH, ainda que não concorde com determinadas posições do jornal. Ocorre que neste domingo não a recebi e, em contato com a redação no sábado obtive a informação de que o atendimento ao assinante não funcionava naquele dia e só ocorreria na segunda. Acho um absurdo que um jornal como a ZH desconsidere seus leitores dessa forma, além do que, hoje vou entrar em contato mais uma vez para demonstrar minha inconformidade.