“Cabo de Guerra” na Feira do Livro de Santa Maria. Leia, aqui, o capítulo do assassinato de Marcelo Cavalcante.

A partir desta quinta-feira a livraria Athena disporá de novos exemplares do livro “Cabo de Guerra” no seu estande da Feira do Livro de Santa Maria, que começou domingo a tarde. O livro, 499 páginas, 39 capítulos, 70 fotos, lançado pelo editor exatamente em Santa Maria, cumprindo depois um roteiro de sessões de autógrafos em outras dez cidades, sempre com a presença, também, da ex-governadora Yeda Crusius.

. A livraria Athena foi a que mais vendeu o título e tinha esgotado seu estoque.

. “Cabo de Guerra” descreve com detalhes inéditos todos os enfrentamentos feitos pela governadora Yeda Crusius contra as forças que o editor chama de “Eixo do Mal”. O livro também descreve minuciosamente os êxitos do governo tucano, como o Déficit Zero, o IPO do Banrisul, o empréstimo do Banco Mundial e os Programas Estruturantes, realizados com transversalidade, portanto com a participação simultânea de várias secretarias, sob comando único.

. Pelo menos 5 capítulos são dedicados ao desmonte da farsa da Operação Rodin, implementada pela Polícia Federal sob o comando do então ministro da Justiça, Tarso Genro.

. No link a seguir, você poderá ler um capítulo inteiro do livro, o Capítulo 20, que descreve com pormenores inéditos todas as circunstâncias do assassinato do ex-secretário do governo Yeda em Brasilia, Marcelo Cavalcante. Marcelo foi encontrado morto, boiando nas águas do Lago Paranoá, Brasilia. No dia seguinte ao da morte, a oposição do RS, liderada pelo PSOL e pela filha do atual governador, Luciana Genro, convocou coletiva para denunciar o governo Yeda pela morte de Marcelo, que teria sido executado para não contar à Polícia Federal e ao MPF o que sabia sobre as denúncias feitas contra Yeda. O editor conseguiu o inquérito policial e as peças da movimentação jurídica, leu tudo, entrevistou protagonistas e familiares do ex-secretário, não encontrou uma só acusação contra o governo tucano, mas identificou denúncias do pai, do irmão e da filha de Marcelo, acusando formalmente aliados da oposição no RS. Os familiares registraram no inquérito que seu parente foi assassinado para evitar que denunciasse o cerco oposicionista gaúcho a ele mesmo, visando comprometer os tucanos do RS. A polícia chegou a ouvir dois acusados, mas resolveu não levar o caso adiante. O PSOL, Luciana Genro e o PT jamais se desculparam pelas denúncias falsas. 

CLIQUE AQUI para ler o capítulo e verificar as fotos do assassinato de Marcelo Cavalcante.

2 comentários:

Anônimo disse...

Bah! O "livrinho" ainda? Isso não desencalha nunca!!!

Anônimo disse...

Caro Políbio,

Gostaria de deixar uma sugestão aos leitores do seu blog. Já que a grande imprensa gaúcha costuma se intitular de imparcial, seria de bom grado algum leitor sugerir a um desses jornalistas fazer uma entrevista a respeito do desfecho da morte de Marcelo com alguém da nossa família e publicá-la. Ainda dá tempo de o povo gaúcho saber o que de fato fizeram com ele, já que ela preferiu dar enorme credibilidade à versão da ‘viúva-alegre’ e principal suspeita, que fora do inquérito, insinuava que pessoas ligadas ao governo Yeda estariam por trás do ASSASSINATO, diferente do que defendeu dentro do inquérito, ou seja, a versão de suicídio. A grande mídia insistiu em ignorar o que a minha família sempre defendeu, não publicando a nossa versão, já que ia de encontro ao que ela também insinuava e defendia, mas após o farsante e forjado desfecho de SUICÍDIO e também após a vitória de Tarso Genro, simplesmente abafou o caso, causando bastante estranheza.

Jamais passou pela cabeça da minha família fazer política com o caso. A única coisa que nos interessa é que a verdade venha à tona e que a morte seja esclarecida, já que temos 100% de certeza que foi um ASSASSINATO premeditado. Também mantenho a minha convicção de que os principais suspeitos não eram pessoas ligadas ao governo Yeda do PSDB, mas, sim, opositores. Tanto a 'viúva-alegre', que recentemente faleceu de câncer, quanto um falso amigo e lobista gaúcho, que foi expurgado do governo Yeda e passou a ser ferrenho opositor, após a morte, ambos, tinham o mesmo discurso do PSOL gaúcho, partido da filha do atual governador Tarso Genro e que teve a sua eleição facilitada com o assassinato.

Talvez muitas pessoas não saibam, mas no dia do enterro do Marcelo esse lobista e falso amigo, que também foi colocado rapidamente pela minha família, bem como a “viúva-alegre”, como principais suspeitos de envolvimento na emboscada criminosa. Vale lembrar que esse falso amigo gaúcho se encontrava aqui em Brasília no dia do enterro e estranhamente não compareceu, mas naquele mesmo dia se encontrou com a “viúva-alegre” e ambos negavam aquele encontro, mas foram desmentidos durante as investigações do primeiro delegado responsável pelo caso, que ESTRANHAMENTE foi retirado do caso, ocasionando uma brusca mudança no rumo da “investigação”. A “viúva-alegre” e o lobista foram blindados pela delegada que vergonhosamente encerrou o IP como SUICÍDIO, acredite, mas após a posse do atual governador de Brasília, Agnelo Queiroz do PT, passou a trabalhar na Secretaria de Transparência e Controle do DF.

Outra delegada, que era muito amiga da principal suspeita e recém-falecida “viúva-alegre”, foi transferida JUSTAMENTE para a 10ª DP, Lago Sul, única responsável pelas “investigações”. A minha tentativa, junto ao promotor, de transferir o IP para uma delegacia especializada foi em vão, a exemplo das insistentes visitas que eu fazia ao MPDF em busca da verdade, mas, também, a exemplo da PCDF, também insistiram em escondê-la, onde inclusive cheguei a ser expulso. Após a posse de Agnelo, a delegada amiga da “viúva blindada” passou a ocupar uma diretoria no DETRAN e pouco tempo depois foi transferida para a Secretaria de Segurança Pública do DF. Recentemente, esta delegada, foi presa na Operação Infiltrados.

Marcos Cavalcante, irmão de Marcelo