Já está no prelo o livro póstumo do jornalista Luis Milman, "A ideologia da destruição". Reservas já estão chegando. Faça você, também, a sua.
O editor escreveu o prefácio.
A edição é da Farol 3 Editores, Porto Alegre.
O livro terá noite de autógrafos no início de março.
- Encomendas podem ser feitas pelo seguinte e-mail:
polibioadolfobraga@gmail.com
Envie endereço para envio.
Quando ocorrer a entrega do livro, será feito o pagamento, R$ 65,00 por exemplar.
O autor, Luiz Milman, morreu há três meses. Além de jornalista, ele foi professor da Faculdade de Jornalismo, UFRGS.
Boechat, enfadado e contrariado no Jornal da Band, apresenta com má vontade a posse de Bolsonaro
É insuportável a má vontade com que o jornalista Ricardo Boechant conduz o noticiário sobre a posse do presidente Bolsonaro.
Ele apresenta uma péssima edição do Jornal da Band.
A Band orientou seus jornalistas a conter críticas ao novo governo, pelo menos neste primeiro momento.
Sem poder falar o que quer, Boechat faz caras e bocas e chega ao ponto de apoiar o rosto sob a mão esquerda, tudo para demonstrar que não está gostando do que faz.
Ele apresenta uma péssima edição do Jornal da Band.
A Band orientou seus jornalistas a conter críticas ao novo governo, pelo menos neste primeiro momento.
Sem poder falar o que quer, Boechat faz caras e bocas e chega ao ponto de apoiar o rosto sob a mão esquerda, tudo para demonstrar que não está gostando do que faz.
115 mil foram á posse de Bolsonaro
O Gabinete de Segurança Institucional calculou 115 mil pessoas na posse de Bolsonaro.
O número é bem inferior aos 250 mil projetados inicialmente pelo GSI.
O número é bem inferior aos 250 mil projetados inicialmente pelo GSI.
Bolsonaro empossa seus 22 ministros. Saiba quem são eles.
O presidente Bolsonaro assinou há pouco uma MP pela qual muda os nomes e o organograma dos 22 ministérios com os quais trabalhará. Ele também assinou um decreto destinado a garantir a recomposição dos órgãos da administração indireta, já que houve muita alteração de competências.
Depois dos dois atos, o presidente empossou todos os ministros.
O ato terminou há poucos minutos.
CLIQUE AQUI para saber quem são os 22 novos ministros.
Depois dos dois atos, o presidente empossou todos os ministros.
O ato terminou há poucos minutos.
CLIQUE AQUI para saber quem são os 22 novos ministros.
Eduardo Leite já é o novo governador do RS
O governador Eduardo Leite já é o novo governador do RS.
Em seus discursos, ele apontou para o início do que chama de "nova era".
Eduardo Leite não deixou claro como é que vai ser a "nova era".
Ao contrário de governadores como João Doria, SP, que programou sua posse para a parte da manhã, visando acompanhar a posse de Bolsonaro à tarde, Leite não moveu um só músculo para fazer o mesmo.
Em seus discursos, ele apontou para o início do que chama de "nova era".
Eduardo Leite não deixou claro como é que vai ser a "nova era".
Ao contrário de governadores como João Doria, SP, que programou sua posse para a parte da manhã, visando acompanhar a posse de Bolsonaro à tarde, Leite não moveu um só músculo para fazer o mesmo.
Bolsonaro decretará novo mínimo, que será de R$ 998,00
O ministro Onyx Lorenzoni informou esta tarde que o presidente Bolsonaro editará decreto sobre o novo mínimo.
Que será de R$ 998,00.
Que será de R$ 998,00.
Schirmer assumirá uma das secretarias do ministério de Osmar Terra
O ministro Osmar Terra confirmou, esta tarde, que convidou o ex-secretário gaúcho da Segurança, Cezar Schirmer, para uma das secretarias do seu ministério.
Mas não disse qual a posição que ofereceu.]
Schirmer avisou que aceita.
Mas não disse qual a posição que ofereceu.]
Schirmer avisou que aceita.
Ao povo, Bolsonaro diz que vai restabelecer a ordem e a prosperidade
CLIQUE AQUI para ler a íntegra do discurso.
Logo depois que terminou seu discurso desde o parlatório do Palácio do Planalto, Bolsonaro empunhou uma bandeira que tinha recebido pouco antes do ministro Onyx Lorenzoni e gritou ao microfone:
- A nossa bandeira, jamais será vermelha.
Pouco antes, ele tinha repetido esta consigna da campanha:
- Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.
Bolsonaro repetiu em linhas gerais o conteúdo do seu discurso no Congresso, insistindo na tese que explicitou neste trecho da sua fala:
- Vamos restabelecer a ordem, tudo com o objetivo de transformar o Brasil num lugar de prosperidade e segurança.
Um pouco antes de iniciar o discurso, ao receber a faixa presidencial, Bolsonaro apontou para ela e para o público, transmitindo o recado de que ela era dele e também do povo postado à sua frente.
O editor registrou especialmente o momento em que o presidente destacou com ênfase a decisão de privilegiar a educação básica:
- Vamos prestigiar a educação básica.
Até hoje, a atribuição de garantir a educação básica tem sido das prefeituras e até dos governos estaduais, mas não do governo federal.
Será uma mudança e tanto.
Bolsonaro disse que as Nações que mais cresceram, investiram pesado na educação básica.]
O tom do discurso seguiu o mantra de que o novo governo vai libertar os brasileiros da desordem e da imoralidade.
Logo depois que terminou seu discurso desde o parlatório do Palácio do Planalto, Bolsonaro empunhou uma bandeira que tinha recebido pouco antes do ministro Onyx Lorenzoni e gritou ao microfone:
- A nossa bandeira, jamais será vermelha.
Pouco antes, ele tinha repetido esta consigna da campanha:
- Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.
Bolsonaro repetiu em linhas gerais o conteúdo do seu discurso no Congresso, insistindo na tese que explicitou neste trecho da sua fala:
- Vamos restabelecer a ordem, tudo com o objetivo de transformar o Brasil num lugar de prosperidade e segurança.
Um pouco antes de iniciar o discurso, ao receber a faixa presidencial, Bolsonaro apontou para ela e para o público, transmitindo o recado de que ela era dele e também do povo postado à sua frente.
O editor registrou especialmente o momento em que o presidente destacou com ênfase a decisão de privilegiar a educação básica:
- Vamos prestigiar a educação básica.
Até hoje, a atribuição de garantir a educação básica tem sido das prefeituras e até dos governos estaduais, mas não do governo federal.
Será uma mudança e tanto.
Bolsonaro disse que as Nações que mais cresceram, investiram pesado na educação básica.]
O tom do discurso seguiu o mantra de que o novo governo vai libertar os brasileiros da desordem e da imoralidade.
Michelle quebra o protocolo e fala para o público antes de Bolsonaro
A primeira-dama quebrou o protocolo e falou até mesmo antes de Bolsonaro, mas causou surpresa ao usar a linguagem de libra.
Uma tradutora pronunciou o discurso.
Primeiras-camas não costumam falar desde o parlatório.
O público gostou e num determinado momento os manifestantes pediram que ela beijasse Bolsonaro, o que ela fez por duas vezes.
Uma tradutora pronunciou o discurso.
Primeiras-camas não costumam falar desde o parlatório.
O público gostou e num determinado momento os manifestantes pediram que ela beijasse Bolsonaro, o que ela fez por duas vezes.
Bolsonaro, finalmente, saiu do Congresso. Programação já atrasou 40 minutos.
A cerimônia de transmissão de cargo de Temer para Bolsonaro atrasou 40 minutos e ninguém conseguiu explicar o que ocorreu.
Existem informações de que tudo teve origem num problema doméstico da primeira-dama Michelle Bolsonaro, que estaria esperando por um vestido novo e com o qual quer ir para o Itamaraty.
O presidente continuava no interior do edifício do Congresso, mas acaba de sair para se dirigir ao Planalto e assumir o cargo.
O caso produz estranheza, porque Bolsonaro costuma ser pontual.
O protocolo não está sendo respeitado.
Existem informações de que tudo teve origem num problema doméstico da primeira-dama Michelle Bolsonaro, que estaria esperando por um vestido novo e com o qual quer ir para o Itamaraty.
O presidente continuava no interior do edifício do Congresso, mas acaba de sair para se dirigir ao Planalto e assumir o cargo.
O caso produz estranheza, porque Bolsonaro costuma ser pontual.
O protocolo não está sendo respeitado.
Presidente do Congresso fez discurso longo, cansativo, inapropriado e inoportuno
Eunício chegou ao ponto de falar mais tempo do que Bolsonaro. Do lado de fora do Congresso e nas redes sociais, o povo gritou: "Chega ! Fora !!"
O presidente do Congresso, senador Eunício de Oliveira, pronunciou um longo, cansativo e inapropriado discurso.
Em alguns momentos, ele chegou a ser inoportuno.
E até rancoroso e provocativo.
Foi visível a contrariedade, o desconrforto e a irritação do presidente Bolsonaro e do seu vice Mourão.
Eunício de Oliveira tentou roubar a cena.
O presidente do Congresso, senador Eunício de Oliveira, pronunciou um longo, cansativo e inapropriado discurso.
Em alguns momentos, ele chegou a ser inoportuno.
E até rancoroso e provocativo.
Foi visível a contrariedade, o desconrforto e a irritação do presidente Bolsonaro e do seu vice Mourão.
Eunício de Oliveira tentou roubar a cena.
Bolsonaro discursa no Congresso e avisa que acabou o ciclo de ineficiência e de corrupção
O discurso de Bolsonaro não foi feito para os congressistas, mas para o povo do lado de fora.
Ao lado, como foi composta a Mesa.
O discurso pronunciado há pouco pelo presidente Jair Bolsonaro foi aquilo que estava sendo desenhado, ou seja, foi direto ao ponto. Ele avisou que se encerra um ciclo de ineficiência e corrupção, que infelicitaram o Brasil e que irá reconstruí-lo. E anuncia o próximo início de um ciclo virtuoso no Brasil, com ênfase para a economia.
O presidente deixou claro que depois do atentado de que foi vítima, a campanha eleitoral transformou-se num movimento cívico e a eleição foi consequência disto.
No discurso, o presidente enfatizou todos os principais pontos que foram consignas fundamentais da população, pelo menos desde as jornadas de 2015, que resultaram na queda de Dilma e na eleição subsequente de Bolsonaro:
- Segurança para todos, com o restabelecimento do princípio da autoridade, inclusive com a devolução ao povo do seu direito de defesa (posse e porte de armas), mas não só. Bolsonaro, por exemplo, defendeu a proteção aos policiais no caso de confrontos armados, reclamando mudança da legislação federal.
- Educação sem viés ideológico, voltada para o mercado de trabalho e não para a militância política.
- Saúde e infraestrutura decentes para o Brasil.
O discurso também deixou claro seus compromissos com a moralidade, ao atacar, por exemplo, a discussão sobre a ideologia de gênero.
Em relação á economia, Bolsonaro deixou claro seu compromisso visceral com a economia de mercado, que pretende reformar e modernizar, privilegiando o ajuste fiscal capaz de devolver a confiança aos investidores, tudo para gerar mais empregos e ampliar a renda. Disse o presidente:
- Queremos um ciclo virtuoso, capaz de permitir a abertura internacional da economia, não sem antes garantir-nos condições de competitividade.
Por último, Bolsonaro relembrou seu mantra de campanha:
- Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.
CLIQUE AQUI para ler a íntegra do discurso.
Ao lado, como foi composta a Mesa.
O discurso pronunciado há pouco pelo presidente Jair Bolsonaro foi aquilo que estava sendo desenhado, ou seja, foi direto ao ponto. Ele avisou que se encerra um ciclo de ineficiência e corrupção, que infelicitaram o Brasil e que irá reconstruí-lo. E anuncia o próximo início de um ciclo virtuoso no Brasil, com ênfase para a economia.
O presidente deixou claro que depois do atentado de que foi vítima, a campanha eleitoral transformou-se num movimento cívico e a eleição foi consequência disto.
No discurso, o presidente enfatizou todos os principais pontos que foram consignas fundamentais da população, pelo menos desde as jornadas de 2015, que resultaram na queda de Dilma e na eleição subsequente de Bolsonaro:
- Segurança para todos, com o restabelecimento do princípio da autoridade, inclusive com a devolução ao povo do seu direito de defesa (posse e porte de armas), mas não só. Bolsonaro, por exemplo, defendeu a proteção aos policiais no caso de confrontos armados, reclamando mudança da legislação federal.
- Educação sem viés ideológico, voltada para o mercado de trabalho e não para a militância política.
- Saúde e infraestrutura decentes para o Brasil.
O discurso também deixou claro seus compromissos com a moralidade, ao atacar, por exemplo, a discussão sobre a ideologia de gênero.
Em relação á economia, Bolsonaro deixou claro seu compromisso visceral com a economia de mercado, que pretende reformar e modernizar, privilegiando o ajuste fiscal capaz de devolver a confiança aos investidores, tudo para gerar mais empregos e ampliar a renda. Disse o presidente:
- Queremos um ciclo virtuoso, capaz de permitir a abertura internacional da economia, não sem antes garantir-nos condições de competitividade.
Por último, Bolsonaro relembrou seu mantra de campanha:
- Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.
CLIQUE AQUI para ler a íntegra do discurso.
Segurança leva a sério percepção da Globo e proíbe guarda-chuvas na posse de Bolsonaro
Na época, a Globo foi ironizada nas redes sociais.
Apesar do mau tempo em Brasília, guarda-chuvas estão proibidos na Esplanda do Ministério, onde já se reúnem pelo menos 250 mil pessoas para ouvir Bolsonaro.
A segurança levou a sério a percepção revelada por uma repórter da Rede Globo, que considerou possível confundir um guarda-chuva com um fuzil.
Em uma entrevista no programa Estúdio I, na GloboNews, dia 3 de novembro, as
apresentadoras questionavam o governador eleito no Rio de Janeiro, Wilson
Witzel (PSC), sobre sua proposta de preparar uma tropa de elite
de snipers para abater ameaças à segurança pública na rua, como quem
porta fuzil por aí. A certa altura, uma das apresentadoras questionou (!!!)
se Witzel realmente considerava quem anda de fuzil como uma ameaça. A outra
perguntou se algum sniper não poderia confundir um fuzil com…
guarda-chuva ou uma furadeira.
Sessão solene do Congresso abriu com a banda dos Fuzileiros Navais
A sessão solene do Congresso Nacional destinada a empossar Jair Bolsonaro iniciou as 15h. Bolsonaro e Mourão já foram declarados empossados.
Além da enorme segurança, chamou muito a atenção a presença ostensiva de Carlos Bolsonaro, vereador no Rio e estrategista das mídias sociais durante a campanha eleitoral. Ele parece proteger o pai e além de Bolsonaro e da mulher Michelle, foi o único ocupante do carro presidencial.
Uma quantidade enorme de celulares dos parlamentares filmou tudo.
Além de Bolsonaro, a Mesa está composta por Mourão, os presidentes da Câmara e do Senado, além do presidente do STF e a chefe da PGR, Raquel Dodge.
Coube aos Fuzileiros Navais interpretar o Hino Nacional.
O ambiente é de forte respeito, emoção e entusiasmo.
Além da enorme segurança, chamou muito a atenção a presença ostensiva de Carlos Bolsonaro, vereador no Rio e estrategista das mídias sociais durante a campanha eleitoral. Ele parece proteger o pai e além de Bolsonaro e da mulher Michelle, foi o único ocupante do carro presidencial.
Uma quantidade enorme de celulares dos parlamentares filmou tudo.
Além de Bolsonaro, a Mesa está composta por Mourão, os presidentes da Câmara e do Senado, além do presidente do STF e a chefe da PGR, Raquel Dodge.
Coube aos Fuzileiros Navais interpretar o Hino Nacional.
O ambiente é de forte respeito, emoção e entusiasmo.
Flávio Bolsonaro faz pose com a família na Granja do Torto
O senador Flávio Bolsonaro postou esta foto ao lado no Instagram.
É parte da família.
Bolsonaro disse no Instagram que o terno novo é um presente.
A foto foi tomada nos jardins da Granja do Torto.
Ontem, na TV Record, o pai de Flávio, Jair Bolsonaro, avisou que não morará ali depois da posse, já que a mulher, Michelle, prefere reunir a família, que é grande, no Palácio Alvorada.
Michelle visitou as instalações do Alvorada.
No Intagram, Flávio, que enfrenta sérios problemas em decorrência de denúncias contra um dos seus assessores na Assembleia do Rio, invocou Deus e avisou que "vão começar os trabalhos pelo Brasil".
O senador não vai morar com o pai.
Ele tem direito a apartamento funcional em Brasília.
É parte da família.
Bolsonaro disse no Instagram que o terno novo é um presente.
A foto foi tomada nos jardins da Granja do Torto.
Ontem, na TV Record, o pai de Flávio, Jair Bolsonaro, avisou que não morará ali depois da posse, já que a mulher, Michelle, prefere reunir a família, que é grande, no Palácio Alvorada.
Michelle visitou as instalações do Alvorada.
No Intagram, Flávio, que enfrenta sérios problemas em decorrência de denúncias contra um dos seus assessores na Assembleia do Rio, invocou Deus e avisou que "vão começar os trabalhos pelo Brasil".
O senador não vai morar com o pai.
Ele tem direito a apartamento funcional em Brasília.
Bolsonaro decide desfilar em carro aberto
O presidente Bolsonaro acaba de chegar na Catedral de Brasília.
Ele decidiu desfilar em carro aberto.
Ao subir no carro, o presidente começou a chorar.
Há muita gente nos entornos da Catedral, do Congresso e do Planalto.
Ele decidiu desfilar em carro aberto.
Ao subir no carro, o presidente começou a chorar.
Há muita gente nos entornos da Catedral, do Congresso e do Planalto.
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