Lula e asseclas terão que devolver R$ 140 milhões de propinas que receberam da Odebrecht


Desta vez não é a Força Tarefa da Lava Jato no Paraná e nem Sérgio Moro, mas Raquel Dodge, PGR, e STF, Edson Fachin. Eles também são golpistas ? Ou Lula é mesmo ladrão incorrigível ?

Na nova denúncia por corrupção e lavagem de dinheiro movida esta tarde no STF, a PGR cobra de Lula, Paulo Bernardo e Antonio Palocci o pagamento de R$ 130 milhões em propina recebidos da Odebrecht e mais R$ 10 milhões a título de reparação de danos coletivos.

Veja nota que vai logo abaixo.

A procuradora Raquel Dodge também cobra de Gleisi Hoffman, do marido Paulo Bernardo e do chefe de gabinete outros R$ 3 milhões de ressarcimento pelo dano causado ao cofres públicos.

Mais corrupção de Lula e Gleisi na nova denúncia da PGR ao STF

É a nona denúncia contra Lula na Justiça. Na foto, a quadrilha do novo caso: Lula, Gleisi e Paulo Bernardo.

A Procuradoria Geral da República (PGR) apresentou nesta segunda-feira, nova denúncia por corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; a senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT; os ex-ministros Antônio Palocci e Paulo Bernardo; o empresário Marcelo Odebrecht; e Leones Dall Adnol, chefe de gabinete da senadora.
A denúncia foi encaminhada ao ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). 

Segundo a PGR, a construtora Odebrecht prometeu em 2010 ao então presidente Lula – e colocou à disposição do PT – R$ 64 milhões em troca de decisões do governo que favorecessem a empresa.
Uma das contrapartidas, segundo a PGR, foi o aumento de um empréstimo concedido a Angola pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de R$ 1 bilhão – posteriormente a empresa, contratada pelo país africano, captou parte dos valores. A autorização foi assinada por Paulo Bernardo, então ministro.

A PGR também diz que na campanha de 2014 ao Senado, Gleisi Hoffmann aceitou receber doação não declarada (caixa 2) da Odebrecht no valor de R$ 5 milhões – pelo menos R$ 3 milhões teriam efetivamente recebidos naquele ano.

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Bolsa Família tem reajuste de 5,67%

O presidente Michel Temer acaba de anunciar reajuste de 5,67% para o valor do Bolsa Família.

Publicidade - Aproveite esta segunda, noite de feriadão, para beber e comer no Bier Markt

Há sete anos a revista Veja Porto Alegre atribui ao Bier Markt o primeiro lugar na categoria. Exclusivamente cervejas e chopes artesanais. 

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OAS delata Dias Toffoli, ministro do STF. "Ele levou propina", denunciou Leo Pinheiro.

Veja disponibilizou novamente esta reportagem de capa de agosto de 2016, apresentada, agora, numa lista das 10 mais lidas. O homem da foto à direita é Leo Pinheiro. O material saiu na capa do site da revista, hoje.

Os repórteres Robson Bonin, Thiago Bronzatto e Rodrigo Rangel, contam no site da revista Veja de hoje que o ex-presidente da OAS delatou o ministro do STF Dias Toffoli. Em proposta de colaboração com a Justiça, Léo Pinheiro falou de suas relações com o magistrado e de uma obra em sua “mansão de revista”.

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Era um encontro de trabalho como muitos que acontecem em Brasília. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, e o empreiteiro José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, então presidente da construtora OAS, já se conheciam, mas não eram amigos nem tinham intimidade. No meio da conversa, o ministro falou sobre um tema que lhe causava dor de cabeça. Sua casa, localizada num bairro nobre de Brasília, apresentava infiltrações e problemas na estrutura de alvenaria. De temperamento afável e voluntarioso, o empreiteiro não hesitou. Dias depois, mandou uma equipe de engenheiros da OAS até a residência de Toffoli para fazer uma vistoria (...).

A história descrita está relatada em um dos capítulos da proposta de delação do empreiteiro Léo Pinheiro, apresentada recentemente à Procuradoria-Geral da República e à qual VEJA teve acesso. 

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Dólar sobe para R$ 3,50, maior valor desde 2016

Quem tem moeda americana, ganhou 6,16% em abril.

A cotação de hoje é a maior desde 2016.

Justiça comum do Paraná bloqueia R$ 162,2 mil de Gleisi Hoffmann. O valor é devido ao seu desafeto tucano Michele Caputo.

A Justiça do Paraná determinou o bloqueio das contas da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). A decisão é do juiz Maurício Doutor, da 8ª Vara Cível de Curitiba, e tem como objetivo garantir o pagamento de uma indenização de R$ 162.199,53 ao secretário de Saúde do Paraná, Michele Caputo Neto. “Após a conferência do recolhimento das taxas, sem dar ciência à parte contrária, providencie a serventia, via BacenJud, a indisponibilidade dos ativos financeiros existentes em nome do executado até o valor indicado na execução”, diz o magistrado em seu despacho.

O bloqueio das contas de Gleisi é resultado da ação movida contra a senadora em 2008. Na época, a petista, por meio de seu blog pessoal (Blog da Gleisi), acusou Michele Caputo de ser o “maior operador de sacanagem do PSDB do Paraná”. 

Em 11 de agosto de 2009, a 8ª Vara Cível de Curitiba acatou a ação e condenou Gleisi a pagar R$ 5 mil por danos morais e ato difamatório na internet. Gleisi recorreu na justiça de Curitiba e o juízo reformou a sentença condenando a senadora a pagar R$ 50 mil para Caputo.

Sairá em maio a adesão do governo gaúcho ao RRF dos Estados

O governo estadual gaúcho aposta que sairá em maio o acordo de adesão ao RRF dos Estados.

Já abriu a Agrishow, São Paulo

Abriu, hoje, o Agrishow, Ribeirão Preto, São Paulo.

É o maior concorrente da Expointer, Esteio, RS.

A mostra paulista vai até domingo.

Gaúcha Bettanin conclui fábrica de R$ 140 milhões no Recife

O grupo Bettanin (Inbetta), Esteio, RS, confirmou nesta segunda-feira que está em via de conclusão o investimento de R$ 140 milhões que faz numa nova fábrica, desta vez em Pernambuco.

Em Recife serão produzidos todos os artigos já fabricados no Sul, como produtos de limpeza Bettanin, ferramentas Atlas, bazar plástico Sanremo, organização ordene, acessórios para banheiros Primafer e limpeza profissional SuperPro.

Lulopetismo sindical usará 1o de maio para promover novos atos de banditismo político

A jornalista Rosane Oliveira, editora de Política da RBS, verbaliza, hoje, preocupação de boa parte da mídia adulta brasileira:

- O clima de intolerância de parte a parte tende a recrudescer no 1o de maio, quando os petistas planejam reunir milhares de pessoas em Curitiba para protestar contra a prisão de Lula.

Não se trata de "intolerância de parte a parte", porque a intolerância é apenas do PT.

Ao apoiar incondicionalmente um ladrão preso e condenar os delegados federais, procuradores federais e julgadores federais que o enfiaram na cadeia, o lulopetismo afronta o estado democrático de direito e as instituições republicanas, o que obriga a cidadania a conter seus atos de banditismo político.


Abert tira nota de repúdio contra o presidente do Sindicato dos Jornalistas do RS

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, ABERT, emitiu nota de repúdio contra o pesidente do Sindicato dos Jornalistas do RS, Milton Simas Júnior, que impediu a equipe da Record de realizar uma gravação próxima ao acampamento lulopetista de Curitiba.

A Abert diz que o repórter Marc Souza foi abordado por Simas Júnior, intimando-o a sair dali e buscar proximidade da Polícia.

O incidente repercute em todo o País.

No RS, o Clube de Opinião tirou nota condenando a ação de Simas Júnior, que tentou se explicar, dizendo que agiu para proteger a integridade física do repórter, quando na própria gravação vê-se claramente que ele critica o colega, dizendo que seu veículo fazia parte da mídia golpista q epoderia sofrer represália no acampamento.

A mídia internacional não amestrada também já repercute o caso.

Usaflex inaugurou loja no Moinhos Shopping, Porto Alegre

A loja que a Usaflex inaugurou esta semana no Moinhos Shopping, Porto Alegre, é dos gaúchos Alexandre e Eduardo Bruneder.

Débora de Souza Morsch, Zero Hora - Liquidando patrimônio público para (re)eleição

- Débora de Souza Morsch é sócia e diretora da Zenith Asset Management.

Um dia útil após a desistência da oferta que venderia as ações excedentes ao controle do Banrisul, foi comunicado que seria feito um leilão em bolsa para a venda das preferenciais do banco. A oferta que foi cancelada seria feita seguindo normas da CVM e com apresentações prévias para investidores estrangeiros com o objetivo de elevar o preço obtido. Já a venda que foi concretizada ocorreu cerca de 24h após o anúncio para o mercado, sem qualquer explicação, apenas com uma definição de preço mínimo de R$ 18 para cada uma das 26 milhões de ações colocadas à venda. Coincidentemente, apenas um comprador levou 70% das ações ofertadas. Parece que alguém fez um bom negócio.

A venda foi concretizada a R$ 18,65 por ação, arrecadando um total de R$ 485 milhões. Poucos dias depois, a ação já atingia R$ 20,52. Ou seja, em poucos dias, o governo deixou na mesa R$ 48 milhões. Que avaliação foi feita para determinar que R$ 18 seria um bom preço de venda?

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Indivíduo lulopetista ferido em Curitiba já saiu da UTI

O indivíduo que foi baleado durante um ataque a tiros contra o acampamento Marisa Letícia, em Curitiba, na madrugada do último sábado, teve melhora em seu estado de saúde. Segundo informações da secretaria da Saúde da cidade, Jeferson Lima de Menezes, de 39 anos, deve receber alta da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) nesta segunda-feira.

Jeferson é presidente do Sindicato dos Motoboys de SP.

Embora tenha 39 anos, o Estadão, que distribuiu a notícia, trata o indivíduo como "rapaz".

Simas Júnior não é homem-bomba, mas ameaça jornalistas

O jornalista gaúcho Simas Júnior, que se aproximou do jornalista da Record, Marc Souza, intimidando-o no acampamento lulopetista de Curitiba, não era um homem-bomba.

Datena diz que não entrará na política

O apresentador José Luiz Datena disse há pouco, na Band, que não entrará na disputa eleitoral.

"Deixem-me em paz", apelou Datena.

Temer usará TV, esta noite, para anunciar aumento do valor do Bolsa Família

O presidente Michel Temer falará esta noite em cadeia nacional de TV.

Ele vai anunciar o aumento do valor do Bolsa Família.

Que ficará entre 5% a 6% na média, dependendo do valor recebido por cada família.

Dona da Zenith Asset Management denuncia Banrisul e governo Sartori


A articulista utiliza adjetivos grosseiros contra o governo e os deputados estaduais. 

O Banrisul e o governo gaúcho estão na obrigação de dar resposta cabal às denúncias e ilações que faz hoje no jornal Zero Hora a diretora da Zenith, Asset Management, todas recheadas de desconfiança em relação às últimas operações de venda de ações do banco.

Débota Morsch, comentarista diária da RBS, ocupa posição invulgar no mercado financeiro e detém informações privilegiadas.

Suas acusações principais:

Ações do controlador - Depois de cancelado leilão em Bolsa, no dia seguinte, sem qualquer explicação, o Banrisul vendeu 26 milhões de ações, cobrando R$ 18,65 por cada uma. "Coincidentemente" um só comprador levou 70% do pacote. Apenas alguns dias depois, a cotação de cada ação foi para R$ 20,52, proporcionando ganho de R$ 48 milhões para os compradores.
Ações preferenciais - Denuncia Morsch: "Na última sexta-feira, de forma sorrateira, sem qualquer aviso ao mercado ou à população gaúcha, o governo vendeu cerca de 3 milhões de ações ordinárias do Banrisul. A venda ocorreu a R$ 17,65 por ação, 31% abaixo do valor da ação no pregão anterior. Isso mesmo, 31% abaixo. Mais uma vez, o mercado agradece".
Sucessão estadual - Além de desconfiar das operações de vendas das ações, a comentarista da RBS liga as vendas aos planos de Sartori: "Enquanto liquida o patrimônio do Estado, o governador trata sua candidatura à reeleição com uma desfaçatez sem precedentes".

Ela também desafia o TCE, o MPC e a Assembleia para que atentem "para essa destruição de valor".

Quem comprou 70% das ações ordinárias leiloadas pelo Banrisul foi o BTG

Ao lado, André Esteves, que frequentou a cadeia numa das operações da Lava Jato que pegou Sérgio Cabral. Depois disso, solto, ele rearrumou o banco. Entre as mudanças, esteve a contratação do ex-ministro Nelson Jobim para diretor de Relações Institucionais e membro do Conselho de Administração, tudo pelo valor de R$ 60 milhões divididos em 60 parcelas, segundo a revista Exame.

O investidor que ficou com 70% das 26 milhões de ações ordinárias do Banrisul no dia 27 de abril foi o BTG Pactual, que atuou como corretor do banco.

A dona da Zenith, Débora Morsch, não falou em nomes, mas "estranhou" o negócio.

Com a compra, o BTG teria ganho R$ 48 milhões com a alta das ações, logo depois da compra.
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