A movimentação do Porto do Rio Grande fechou o primeiro semestre de 2008 com alta de 10,5%, atingindo 13.316.923 toneladas, sendo esse o maior volume já registrado na história do porto para os primeiros seis meses do ano. Até então o recorde era de 12.051.326 toneladas, obtido no primeiro semestre de 2007.
. Em 2008 o bom desempenho foi seguido nas importações e nas exportações. Os desembarques somaram 4.602.941 toneladas, acréscimo de 10,4%, e os embarques cresceram 10,5%, com 8.713.983 toneladas.
. O carro-chefe do porto rio-grandino, os granéis agrícolas, destacaram-se pelo volume e crescimento. Nos embarques, eles somaram 4.949.208 toneladas, 22,6% a mais do que nos seis primeiros meses do ano passado.
Viaduto Leonel Brizola tem 93% das obras concluídas em Porto Alegre
Com previsão para ser entregue na Capital em outubro, o Viaduto Leonel Brizola está com 93% das obras concluídas. Com 774 metros de extensão e 6,4 metros de altura, o viaduto facilitará o acesso aos bairros Humaitá, Navegantes e Anchieta, fazendo a ligação entre a Terceira Perimetral e a BR-290 (freeway), pela Avenida Dona Teodora.
. Com investimento de R$ 9,3 milhões, financiados pelo Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), o viaduto integra o Programa Integrado Entrada da Cidade (Piec), um dos 21 programas estratégicos do modelo de gestão da prefeitura.
. Conforme o titular da Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), Cássio Trogildo, a previsão é de que até o final de agosto, toda a extensão do viaduto esteja concluída, restando apenas o término das obras das vias de acesso, com 75% já finalizadas.
. Com investimento de R$ 9,3 milhões, financiados pelo Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), o viaduto integra o Programa Integrado Entrada da Cidade (Piec), um dos 21 programas estratégicos do modelo de gestão da prefeitura.
. Conforme o titular da Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), Cássio Trogildo, a previsão é de que até o final de agosto, toda a extensão do viaduto esteja concluída, restando apenas o término das obras das vias de acesso, com 75% já finalizadas.
Polícia do Rio matou 47% mais que em 2006
Entre janeiro e maio deste ano, a polícia fluminense matou 649 pessoas em supostos confrontos - os chamados autos de resistência -, segundo divulgou hoje o Instituto de Segurança Pública (ISP), da Secretaria de Segurança do Estado.
. Esse número é 47,16% maior que o número de mortos nos cinco primeiros meses de 2006, último ano do governo Rosinha Garotinho (PMDB). Em 2007, primeiro ano do governo Sérgio Cabral (PMDB), foram 586 mortos - 10,75% de aumento esse ano em comparação ao mesmo período. De abril para maio, o crescimento foi de 144 para 147, ou 2,98%.
. Entre os crimes que registraram maior aumento porcentual, quando comparados ao mesmo período do ano anterior, estão extorsão (com mais 28,9%, ou 158 casos), latrocínio (20,8%, ou 15 vítimas) e roubo a transeunte (18,5%, ou 4.321 casos). Já entre os delitos que tiveram maior redução porcentual estão o roubo a residência (com menos 19,1%, ou 132 casos), roubo de veículo (18,2%, ou 2.638 casos), estupro (9,5%, ou 57 vítimas), homicídio doloso (menos 9,25%, ou 219 vítimas).
. Esse número é 47,16% maior que o número de mortos nos cinco primeiros meses de 2006, último ano do governo Rosinha Garotinho (PMDB). Em 2007, primeiro ano do governo Sérgio Cabral (PMDB), foram 586 mortos - 10,75% de aumento esse ano em comparação ao mesmo período. De abril para maio, o crescimento foi de 144 para 147, ou 2,98%.
. Entre os crimes que registraram maior aumento porcentual, quando comparados ao mesmo período do ano anterior, estão extorsão (com mais 28,9%, ou 158 casos), latrocínio (20,8%, ou 15 vítimas) e roubo a transeunte (18,5%, ou 4.321 casos). Já entre os delitos que tiveram maior redução porcentual estão o roubo a residência (com menos 19,1%, ou 132 casos), roubo de veículo (18,2%, ou 2.638 casos), estupro (9,5%, ou 57 vítimas), homicídio doloso (menos 9,25%, ou 219 vítimas).
Brasil gasta US$ 1,86 bi na integração com vizinhos
O Brasil investiu US$ 1,86 bilhão na infra-estrutura com países vizinhos do norte e oeste da América do Sul para a integração econômica e fronteiriça da Amazônia com os vizinhos hispânicos, de acordo com a edição de domingo do jornal Estado de S. Paulo.
. A quantia, ainda segundo o jornal, é US$ 380 milhões a mais que o US$ 1,5 bilhão investido no Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam), que foi a maior licitação do final da década de 1990.
. A construção de estradas, pontes e hidrovias ajudaria o Brasil a se aproximar dos portos do Pacífico do Peru, Chile e Equador, diminuindo em seis mil km a distância comercial com a Ásia.
. De acordo com o Estadão, cálculos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostram que a redução de distância baratearia em US$ 30 o custo da tonelada do produto brasileiro exportado.
. A quantia, ainda segundo o jornal, é US$ 380 milhões a mais que o US$ 1,5 bilhão investido no Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam), que foi a maior licitação do final da década de 1990.
. A construção de estradas, pontes e hidrovias ajudaria o Brasil a se aproximar dos portos do Pacífico do Peru, Chile e Equador, diminuindo em seis mil km a distância comercial com a Ásia.
. De acordo com o Estadão, cálculos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostram que a redução de distância baratearia em US$ 30 o custo da tonelada do produto brasileiro exportado.
TCU rejeita contas de quase 5 mil servidores
Um total de 4.882 servidores públicos teve suas contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU), segundo relatório do órgão divulgado anteontem. O número de processos é ainda maior, já que há servidores que respondem por mais de uma irregularidade.
. A lista de nomes apurada pelo TCU será levada à Justiça Eleitoral, que tornará os servidores inelegíveis caso se candidatem nas próximas eleições. Além disso, o TCU pode afastá-los do cargo e proibi-los de tomar posse após concurso público. Neste caso, eles são considerados "inabilitados".
, De acordo com o TCU, alguns casos não são reflexo de atuação com má-fé. Haveria, segundo o órgão, falta de preparo por parte de servidores na aplicação da verba.
. O Estado que abriga o maior número de servidores com contas irregulares é a Bahia. Segundo o levantamento do TCU, são 507 casos - mais de 10% do total.
. A lista de nomes apurada pelo TCU será levada à Justiça Eleitoral, que tornará os servidores inelegíveis caso se candidatem nas próximas eleições. Além disso, o TCU pode afastá-los do cargo e proibi-los de tomar posse após concurso público. Neste caso, eles são considerados "inabilitados".
, De acordo com o TCU, alguns casos não são reflexo de atuação com má-fé. Haveria, segundo o órgão, falta de preparo por parte de servidores na aplicação da verba.
. O Estado que abriga o maior número de servidores com contas irregulares é a Bahia. Segundo o levantamento do TCU, são 507 casos - mais de 10% do total.
Yeda confirma que novo secretário da Segurança terá perfil técnico
Ao se manifestar sobre o pedido de demissão do secretário da Segurança Pública, José Francisco Mallmann, no final da tarde de ontem (25), a governadora Yeda Crusius declarou que o afastamento foi muito bem trabalhado entre o secretário e o governo.
. A governadora disse que, após a Lei Seca passar ao âmbito nacional e finalizado o Programa Estruturante da pasta, "Cidadão Seguro", Mallmann considerou sua missão concluída.
. Yeda Crusius garantiu que a transição no comando da Secretaria da Segurança será tratada normalmente, já que a pasta tem instituições bem fundamentadas, e que não haverá problema de continuidade nos serviços.
. A governadora assegurou que a Segurança continuará tendo à frente um secretário de perfil técnico.
. A governadora disse que, após a Lei Seca passar ao âmbito nacional e finalizado o Programa Estruturante da pasta, "Cidadão Seguro", Mallmann considerou sua missão concluída.
. Yeda Crusius garantiu que a transição no comando da Secretaria da Segurança será tratada normalmente, já que a pasta tem instituições bem fundamentadas, e que não haverá problema de continuidade nos serviços.
. A governadora assegurou que a Segurança continuará tendo à frente um secretário de perfil técnico.
PT oferece revista do governo como material de campanha para aliados
O PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está oferecendo como material de campanha aos seus cerca de 35 mil candidatos a prefeito e vereador uma revista produzida pela Presidência da República com o título "Governo Federal e Municípios, Cresce o Brasil".
. Desde pelo menos anteontem, o arquivo com a íntegra da revista está disponível no site eleitoral do PT (www.pt.org.br/portalpt/gte), criado com o objetivo de fornecer "diretrizes, informações, orientações, serviços e produtos para auxiliar as candidaturas petistas em todo o país".
. A revista, de 79 páginas, está disponível para cópia em uma pasta com o título "Governo Lula nos Municípios". Ela foi feita em abril pela Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência), sob coordenação da Subchefia de Assuntos Federativos do Ministério das Relações Institucionais.
. De acordo com a Secom, 11 mil exemplares foram impressos, ao custo de R$ 102 mil.
Na revista, há ações do governo federal que teriam beneficiado os municípios. O primeiro enunciado diz que o "Brasil em construção exige municípios fortes e novo padrão de gestão municipal".
. Trechos da revista do governo são praticamente idênticos a trechos do site eleitoral do PT, como o que diz que "as medidas econômicas, as mudanças institucionais e o conjunto de obras de logística, transporte e energia do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) já impactaram a vida dos municípios".
. A Secom afirmou que "as informações são públicas, à disposição de qualquer pessoa, entidade ou partido". Sobre a restrição à reprodução, disse que a publicação está disponível no site a qualquer interessado. O órgão também afirmou que todos os anos edita publicação com conteúdo similar.
. Em março, o governo Lula atingiu popularidade recorde de 55%, segundo o Datafolha.
Lula foi multado em 2006 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pela distribuição, pela Casa Civil da Presidência, de um jornal tablóide de 36 páginas considerado de caráter eleitoreiro. Naquele ano, o presidente disputava a reeleição.
. As informações acima são do jornal Folha de S.Paulo.
. Desde pelo menos anteontem, o arquivo com a íntegra da revista está disponível no site eleitoral do PT (www.pt.org.br/portalpt/gte), criado com o objetivo de fornecer "diretrizes, informações, orientações, serviços e produtos para auxiliar as candidaturas petistas em todo o país".
. A revista, de 79 páginas, está disponível para cópia em uma pasta com o título "Governo Lula nos Municípios". Ela foi feita em abril pela Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência), sob coordenação da Subchefia de Assuntos Federativos do Ministério das Relações Institucionais.
. De acordo com a Secom, 11 mil exemplares foram impressos, ao custo de R$ 102 mil.
Na revista, há ações do governo federal que teriam beneficiado os municípios. O primeiro enunciado diz que o "Brasil em construção exige municípios fortes e novo padrão de gestão municipal".
. Trechos da revista do governo são praticamente idênticos a trechos do site eleitoral do PT, como o que diz que "as medidas econômicas, as mudanças institucionais e o conjunto de obras de logística, transporte e energia do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) já impactaram a vida dos municípios".
. A Secom afirmou que "as informações são públicas, à disposição de qualquer pessoa, entidade ou partido". Sobre a restrição à reprodução, disse que a publicação está disponível no site a qualquer interessado. O órgão também afirmou que todos os anos edita publicação com conteúdo similar.
. Em março, o governo Lula atingiu popularidade recorde de 55%, segundo o Datafolha.
Lula foi multado em 2006 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pela distribuição, pela Casa Civil da Presidência, de um jornal tablóide de 36 páginas considerado de caráter eleitoreiro. Naquele ano, o presidente disputava a reeleição.
. As informações acima são do jornal Folha de S.Paulo.
Governo condena aumento de juros mas não corta 1 real dos gastos públicos
Clipping/ Revista Veja
O sistema de metas de inflação, utilizado pelo Brasil desde 1999, tem como alicerce a credibilidade do Banco Central (BC). Se o BC não cumpre sua missão de manter o índice de reajuste de preços ao redor do alvo definido pelo governo, sua autoridade cai em descrédito – arriscando desencadear a onda de remarcações na economia. Para que isso não ocorra, sempre que os preços sobem acima do estabelecido, o BC utiliza o seu principal instrumento, a taxa de juro, para diminuir o dinheiro em circulação, conter a expansão do crédito e, assim, evitar que a espiral inflacionária desperte. É essa a lógica que baliza as decisões do BC – que, na semana passada, elevou a sua taxa básica, a Selic, para 13% ao ano. Como de costume, a medida motivou críticas e choro de todos os lados. Os que condenam o aumento dos juros, no entanto, nem sempre se lembram de que o estado brasileiro insiste em não caber dentro do PIB. Enquanto a torneira dos gastos públicos não for estancada, inundando a economia com mais reais do que ela é capaz de metabolizar, o BC se verá na obrigação de acionar sua única e, às vezes, perversa arma de aumentar o custo do dinheiro para esfriar a atividade econômica.
Nos últimos quatro anos, os gastos do governo federal avançaram 38%, já descontada a inflação. Para financiar esse aumento estrondoso nas despesas, a arrecadação tributária engordou ainda mais – 40% (veja o quadro). Enquanto isso, o PIB (produto interno bruto, soma de mercadorias e serviços produzidos pelo país) aumentou apenas 20% entre 2003 e 2007. Esse descompasso, em termos simples, significa que o estado brasileiro abocanhou para si uma fatia maior do bolo da economia, sugando o dinheiro que poderia ser mais bem gasto pelas famílias e pelas empresas. Em 2008 a situação deverá se manter inalterada. A contenção de gastos anunciada pelo governo é inferior ao aumento de arrecadação. Ao mesmo tempo, os bancos públicos também mantêm abertas as suas torneiras do crédito barato. Nos últimos doze meses, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou em 25% os seus desembolsos. É muito dinheiro despejado na economia em um momento em que a inflação volta a assombrar o Brasil e o mundo. O excesso de liquidez sem a contrapartida da oferta é o alimento preferido do dragão da inflação.
A boa notícia é que o presidente Lula tem reafirmado o seu compromisso em não deixar que o aumento dos preços e a indexação voltem a atormentar a vida dos brasileiros. Na semana passada, ele lembrou mais uma vez que sofreu na pele, nos tempos de sindicalista, o drama da hiperinflação e afirmou que "pode tirar o cavalo da chuva" quem imagina que o país voltará a conviver com a inflação. O discurso, porém, não basta. A iniciativa mais óbvia do governo seria aproveitar os ganhos de arrecadação tributária para aumentar a poupança do país, em vez de torrar tudo criando novas despesas. O governo poderia, por exemplo, diminuir o ritmo de contratação de funcionários públicos – desde 2003, o funcionalismo foi inchado em 200 000 servidores. Por fim, seria útil também se fosse aprovada uma lei que concedesse autonomia ao Banco Central. Protegido de ingerências políticas, o BC teria um súbito aumento de credibilidade, podendo combater a doença da inflação com doses menores e mais eficazes do veneno do juro alto.
O sistema de metas de inflação, utilizado pelo Brasil desde 1999, tem como alicerce a credibilidade do Banco Central (BC). Se o BC não cumpre sua missão de manter o índice de reajuste de preços ao redor do alvo definido pelo governo, sua autoridade cai em descrédito – arriscando desencadear a onda de remarcações na economia. Para que isso não ocorra, sempre que os preços sobem acima do estabelecido, o BC utiliza o seu principal instrumento, a taxa de juro, para diminuir o dinheiro em circulação, conter a expansão do crédito e, assim, evitar que a espiral inflacionária desperte. É essa a lógica que baliza as decisões do BC – que, na semana passada, elevou a sua taxa básica, a Selic, para 13% ao ano. Como de costume, a medida motivou críticas e choro de todos os lados. Os que condenam o aumento dos juros, no entanto, nem sempre se lembram de que o estado brasileiro insiste em não caber dentro do PIB. Enquanto a torneira dos gastos públicos não for estancada, inundando a economia com mais reais do que ela é capaz de metabolizar, o BC se verá na obrigação de acionar sua única e, às vezes, perversa arma de aumentar o custo do dinheiro para esfriar a atividade econômica.
Nos últimos quatro anos, os gastos do governo federal avançaram 38%, já descontada a inflação. Para financiar esse aumento estrondoso nas despesas, a arrecadação tributária engordou ainda mais – 40% (veja o quadro). Enquanto isso, o PIB (produto interno bruto, soma de mercadorias e serviços produzidos pelo país) aumentou apenas 20% entre 2003 e 2007. Esse descompasso, em termos simples, significa que o estado brasileiro abocanhou para si uma fatia maior do bolo da economia, sugando o dinheiro que poderia ser mais bem gasto pelas famílias e pelas empresas. Em 2008 a situação deverá se manter inalterada. A contenção de gastos anunciada pelo governo é inferior ao aumento de arrecadação. Ao mesmo tempo, os bancos públicos também mantêm abertas as suas torneiras do crédito barato. Nos últimos doze meses, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou em 25% os seus desembolsos. É muito dinheiro despejado na economia em um momento em que a inflação volta a assombrar o Brasil e o mundo. O excesso de liquidez sem a contrapartida da oferta é o alimento preferido do dragão da inflação.
A boa notícia é que o presidente Lula tem reafirmado o seu compromisso em não deixar que o aumento dos preços e a indexação voltem a atormentar a vida dos brasileiros. Na semana passada, ele lembrou mais uma vez que sofreu na pele, nos tempos de sindicalista, o drama da hiperinflação e afirmou que "pode tirar o cavalo da chuva" quem imagina que o país voltará a conviver com a inflação. O discurso, porém, não basta. A iniciativa mais óbvia do governo seria aproveitar os ganhos de arrecadação tributária para aumentar a poupança do país, em vez de torrar tudo criando novas despesas. O governo poderia, por exemplo, diminuir o ritmo de contratação de funcionários públicos – desde 2003, o funcionalismo foi inchado em 200 000 servidores. Por fim, seria útil também se fosse aprovada uma lei que concedesse autonomia ao Banco Central. Protegido de ingerências políticas, o BC teria um súbito aumento de credibilidade, podendo combater a doença da inflação com doses menores e mais eficazes do veneno do juro alto.
Brasil rompe com parceiros e aceita proposta da OMC
Depois de sete anos de negociações, a Organização Mundial do Comércio (OMC) chegou a um pacote parcial sobre a liberalização de tarifas e regras que poderão ditar o comércio nos próximos dez anos. O pacote, que teve o Brasil como o primeiro adepto, salva por enquanto a Rodada Doha de um fracasso. Mas ainda não foi aceito por todos. Índia, África do Sul e a Argentina deixaram claro que não vão se somar ao consenso. O Itamaraty, com sua decisão, rompeu com alguns de seus principais aliados nos últimos anos nas negociações.
. O chanceler Celso Amorim explicou, após o encontro, que falou por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e recebeu o mandato de fazer concessões para permitir um acordo. Isso com a condição de que os países ricos também fizessem concessões. Na avaliação do Itamaraty, os sinais dos países ricos foram suficientes para que o Brasil pudesse aderir. Para Argentina e Índia, o que Europa e Estados Unidos ofereciam era insuficiente.
Leia a matéria completa no jornal O Estado de S.Paulo. CLIQUE aqui.
. O chanceler Celso Amorim explicou, após o encontro, que falou por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e recebeu o mandato de fazer concessões para permitir um acordo. Isso com a condição de que os países ricos também fizessem concessões. Na avaliação do Itamaraty, os sinais dos países ricos foram suficientes para que o Brasil pudesse aderir. Para Argentina e Índia, o que Europa e Estados Unidos ofereciam era insuficiente.
Leia a matéria completa no jornal O Estado de S.Paulo. CLIQUE aqui.
O futuro da Operação Sathiagraha
Clipping/ Revista IstoÉ
O delegado da Polícia Federal Ricardo Saadi e o procurador da República Rodrigo De Grandis começam nesta semana uma nova etapa da Operação Satiagraha. Liderando uma equipe composta por cerca de 50 policiais (agentes, delegados e escrivães), eles têm a missão de analisar cerca de uma tonelada de documentos apreendidos por 300 agentes da PF, que cumpriram 56 ordens de busca e apreensão em escritórios e residências de 21 pessoas ligadas ao banqueiro Daniel Dantas e ao investidor Naji Nahas. Entre os documentos em poder da polícia estão cerca de sete mil horas de diálogos obtidos a partir de interceptações telefônicas e gravações ambientes realizadas em escritórios e restaurantes, em São Paulo e em Brasília, além de 200 HDs (discos rígidos de computadores), no quais há inclusive o registro de troca de mensagens eletrônicas. Para auxiliar a análise de tanta documentação, até o final da semana, agentes do Conselho de Controle e Atividades Financeiras (Coaf), da Receita Federal e do Banco Central irão se juntar à equipe do delegado Saadi. "Essa fase da investigação será mais técnica e menos midiática", diz o ministro da Justiça, Tarso Genro. "Isso não significa, porém, que será uma investigação superficial. Pelo contrário. O objetivo é aprofundar a apuração."
CLIQUE aqui para ler a matéria completa.
O delegado da Polícia Federal Ricardo Saadi e o procurador da República Rodrigo De Grandis começam nesta semana uma nova etapa da Operação Satiagraha. Liderando uma equipe composta por cerca de 50 policiais (agentes, delegados e escrivães), eles têm a missão de analisar cerca de uma tonelada de documentos apreendidos por 300 agentes da PF, que cumpriram 56 ordens de busca e apreensão em escritórios e residências de 21 pessoas ligadas ao banqueiro Daniel Dantas e ao investidor Naji Nahas. Entre os documentos em poder da polícia estão cerca de sete mil horas de diálogos obtidos a partir de interceptações telefônicas e gravações ambientes realizadas em escritórios e restaurantes, em São Paulo e em Brasília, além de 200 HDs (discos rígidos de computadores), no quais há inclusive o registro de troca de mensagens eletrônicas. Para auxiliar a análise de tanta documentação, até o final da semana, agentes do Conselho de Controle e Atividades Financeiras (Coaf), da Receita Federal e do Banco Central irão se juntar à equipe do delegado Saadi. "Essa fase da investigação será mais técnica e menos midiática", diz o ministro da Justiça, Tarso Genro. "Isso não significa, porém, que será uma investigação superficial. Pelo contrário. O objetivo é aprofundar a apuração."
CLIQUE aqui para ler a matéria completa.
Mallmann, pressionado, pede exoneração da Segurança
. No início da tarde, a governadora Yeda Crusius resolveu mandá-lo de volta para a Polícia Federal, da qual era superintendente até meados do ano passado.
. Yeda atende a apelos de diversos partidos da base aliada, principalmente do PSDB, que reclamavam da proximidade de Mallmann com o ministro da Justiça, Tarso Genro, e de antigos colaboradores do PT que levou para assessorá-lo na Secretaria.
. Um desses assessores era o coronel Eduardo Lindenmayer, ex-ajudante de ordens do governador Olívio Dutra, que acabou exonerado após denúncia desta página.
. Ainda não se sabe quem será o substituto. Os nomes mais fortes são o do ex-procurador Otaviano Brenner de Moraes, atual secretário estadual de Meio Ambiente, e o do desembargador aposentado Paulo Augusto Monte Lopes.
Tarso Genro, a escuta telefônica e as algemas
Clipping/ Revista Veja
Assim não, ministro!
Por Gustavo Ioschpe
O ministro Tarso Genro, que ostenta uma admirável e ilibada vida pública, vem protagonizando repetidos abusos à democracia nas últimas semanas, desde a deflagração da operação Dantas. A operação em si, comandada pela Polícia Federal subordinada ao Ministério da Justiça de Tarso, já teve todas as vicissitudes que a imprensa não se cansa de apontar. No imbróglio que se seguiu a ela, o governo chegou ao absurdo de grampear uma conversa entre o seu próprio delegado e um superior e fazer um vazamento altamente seletivo para confirmar uma mentira – de que o delegado Protógenes afastava-se do inquérito por livre e espontânea vontade. Na seqüência, Tarso deu uma entrevista à Folha de São Paulo em que violava o princípio básico de qualquer sistema penal – a presunção de inocência dos réus – ao dizer que Dantas teria muito trabalho para provar sua inocência. Quem terá trabalho é a PF e Promotoria Pública, e para provar a culpabilidade de Dantas, não o inverso.
CLIQUE aqui para ler o texto completo.
Assim não, ministro!
Por Gustavo Ioschpe
O ministro Tarso Genro, que ostenta uma admirável e ilibada vida pública, vem protagonizando repetidos abusos à democracia nas últimas semanas, desde a deflagração da operação Dantas. A operação em si, comandada pela Polícia Federal subordinada ao Ministério da Justiça de Tarso, já teve todas as vicissitudes que a imprensa não se cansa de apontar. No imbróglio que se seguiu a ela, o governo chegou ao absurdo de grampear uma conversa entre o seu próprio delegado e um superior e fazer um vazamento altamente seletivo para confirmar uma mentira – de que o delegado Protógenes afastava-se do inquérito por livre e espontânea vontade. Na seqüência, Tarso deu uma entrevista à Folha de São Paulo em que violava o princípio básico de qualquer sistema penal – a presunção de inocência dos réus – ao dizer que Dantas teria muito trabalho para provar sua inocência. Quem terá trabalho é a PF e Promotoria Pública, e para provar a culpabilidade de Dantas, não o inverso.
CLIQUE aqui para ler o texto completo.
Investigação do Ministério da Justiça atinge shoppings da Capital
A Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça está investigando suposto abuso na aplicação da cláusula de raio nos contratos locação comercial firmados pelo shopping centers Iguatemi, Praia de Belas, Moinhos, Bourbon e Rua da Praia, de Porto Alegre. Os despachos foram publicados no Diário Oficial da União desta sexta-feira.
. A cláusula prevê exclusividade territorial que impede o lojista de um shopping de abrir filial em outro dentro de uma determinada área.
. As administrações dos shoppings terão 30 dias para apresentar sua defesa à SDE.
. A cláusula prevê exclusividade territorial que impede o lojista de um shopping de abrir filial em outro dentro de uma determinada área.
. As administrações dos shoppings terão 30 dias para apresentar sua defesa à SDE.
Preço do arroz caiu 32% nos últimos cinco anos
A recente alta nos preços do arroz não reflete a situação do produto no mercado interno brasileiro. Nos últimos cinco anos, o preço na prateleira teve uma queda de 32% e o consumidor tem pago menos pelo cereal. O valor médio de comercialização de um quilo nas capitais do Brasil foi de R$ 1,85 entre janeiro e junho, segundo levantamento do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), com base em dados do Dieese.
. Em 2003, por exemplo, para adquirir um quilo do produto, o consumidor gastava, em média, R$ 2,72. Apesar de ser um dos itens que mais subiram na cesta básica, o arroz contribui com apenas 2,3% do valor total da cesta porto-alegrense. Já em São Paulo, a participação do arroz sobe para 2,6%. Entre junho de 2007 e junho de 2008, as cotações no mercado internacional subiram mais de 100%, ou seja, a safra nacional possibilitou ao consumidor continuar adquirindo o cereal com valores acessíveis, pois internamente os preços ajustaram-se em torno de 50%.
. Em 2003, por exemplo, para adquirir um quilo do produto, o consumidor gastava, em média, R$ 2,72. Apesar de ser um dos itens que mais subiram na cesta básica, o arroz contribui com apenas 2,3% do valor total da cesta porto-alegrense. Já em São Paulo, a participação do arroz sobe para 2,6%. Entre junho de 2007 e junho de 2008, as cotações no mercado internacional subiram mais de 100%, ou seja, a safra nacional possibilitou ao consumidor continuar adquirindo o cereal com valores acessíveis, pois internamente os preços ajustaram-se em torno de 50%.
Executivo paulista assume comando da Guerra
Ex-presidente da Knorr, Rodmar Cardinali, é o novo diretor geral da gaúcha Guerra, adquirida em junho pelo grupo francês Axxon e pelo banco alemão DEG. O executivo chega determinado a reestruturar a empresa para aumentar a produção.
. A partir de agora, a administração será por unidades de negócios. A Guerra, fabricante de implementos rodoviários, tem cinco fábricas no Brasil e na Argentina.
. Cardinali é doutor em engenharia mecânica pela Unicamp, da qual também foi professor por 23 anos.
. A partir de agora, a administração será por unidades de negócios. A Guerra, fabricante de implementos rodoviários, tem cinco fábricas no Brasil e na Argentina.
. Cardinali é doutor em engenharia mecânica pela Unicamp, da qual também foi professor por 23 anos.
Dobra número de brasileiros com internet residencial
O número de brasileiros com algum tipo de acesso à Internet em residências dobrou no período de três anos, segundo levantamento do Ibope//NetRatings divulgado nesta quinta-feira (24).
. Em junho de 2005, segundo a pesquisa, eram 18,3 milhões os brasileiros com acesso residencial à Web, número que em junho deste ano saltou para 35,5 milhões. O ano de 2005 também marcou o início dos incentivos fiscais do governo para a compra de microcomputadores, na chamada Lei do Bem.
. Em relação ao tempo médio de navegação no mês, o salto foi de 39,8 por cento de 2005 para cá. O tempo médio mensal em junho daquele ano era de 16 horas e 54 minutos, mas no mês passado subiu para 23 horas e 12 minutos.
. Os dados relativos ao primeiro trimestre de 2008 do Global Internet Trends -- GNetT indicam que 41,565 milhões de pessoas com 16 anos ou mais declararam ter acesso à Internet em qualquer ambiente (casa, trabalho, escola, cybercafés, bibliotecas e outros locais).
. Em junho de 2005, segundo a pesquisa, eram 18,3 milhões os brasileiros com acesso residencial à Web, número que em junho deste ano saltou para 35,5 milhões. O ano de 2005 também marcou o início dos incentivos fiscais do governo para a compra de microcomputadores, na chamada Lei do Bem.
. Em relação ao tempo médio de navegação no mês, o salto foi de 39,8 por cento de 2005 para cá. O tempo médio mensal em junho daquele ano era de 16 horas e 54 minutos, mas no mês passado subiu para 23 horas e 12 minutos.
. Os dados relativos ao primeiro trimestre de 2008 do Global Internet Trends -- GNetT indicam que 41,565 milhões de pessoas com 16 anos ou mais declararam ter acesso à Internet em qualquer ambiente (casa, trabalho, escola, cybercafés, bibliotecas e outros locais).
Dólar fecha na menor cotação em nove anos
O dólar comercial segue sua seqüência de perdas desta sexta-feira (25) e voltou a ficar em seu menor nível desde 19 de janeiro de 1999, quando ocorreu a maxidesvalorização da moeda americana.
. A divisa recuou 0,41%, vendida a R$ 1,573. Por sua vez, o dólar turismo fechou estável nas casas de câmbio paulistas, vendida a R$ 1,69.
. A divisa recuou 0,41%, vendida a R$ 1,573. Por sua vez, o dólar turismo fechou estável nas casas de câmbio paulistas, vendida a R$ 1,69.
Mallmann sai do governo Yeda
O secretário da Segurança Pública do RS, José Francisco Mallmann, pediu demissão do Governo Yeda. Ele entregou a carta de demissão ao meio dia para o chefe da Casa Civil.
. Há pouco, em entrevista para o programa de Lasier Martins na rádio Gaúcha, Mallmann disse que cumpriu o dever com a governadora e que pensou bastante antes de decidir sair do governo. Acrescentou que entregou a secretaria com índices muito melhores do que recebeu e que saiu do governo sem problemas com a polícia, BM e com a governadora.
. Há pouco, em entrevista para o programa de Lasier Martins na rádio Gaúcha, Mallmann disse que cumpriu o dever com a governadora e que pensou bastante antes de decidir sair do governo. Acrescentou que entregou a secretaria com índices muito melhores do que recebeu e que saiu do governo sem problemas com a polícia, BM e com a governadora.
. Mallmann irá tirar férias e não decidiu ainda o que fará daqui para a frente.
GPS, computador de bordo, rastreador... é a Gabardo em movimento.
“Não tem mão-de-obra igual a gaúcha”, foi o que disse ao editor desta página o dono da Gabardo, maior transportadora de carros (cegonheira) do Brasil, que tem sede em Porto Alegre. Sérgio Gabardo disse o que disse porque expande cada vez mais sua empresa para outros Estados. Em Anápolis, uma frota de 200 cegonheiras próprias fazem toda a logística de transporte dos carros Hyundai, tanto os importados via Vitória quanto os fabricados em Goiás. A lista vai do caminhão HR ao Tucson, passando pelo Azera. O pátio atual que usa no site da fábrica, comporta 10 mil carros.
. 90% dos empregados da Gabardo são gaúchos e catarinenses.
. Além das Hyundai, a transportadora também trabalha com Peugeot-Citroen, Ford, Volkswagen e Troller. No ano passado, transportou 100 mil veículos. Este ano serão 150 mil. Isto inclui viagens internacionais (Argentina e Uruguai).
. A Gabardo acompanha o carro até chegar no destino, on line, usando intensivamente o GPS e computadores de bordo e rastreadores ingeligentes que desligam o caminhão quando ele se coloca fora da rota, adverte o motorista quando ultrapassa a velocidade ou gira fora do horário e registra pontuação para premiação. Suas carretas não são assaltadas.
Site: www.transgabardo.com.br
. 90% dos empregados da Gabardo são gaúchos e catarinenses.
. Além das Hyundai, a transportadora também trabalha com Peugeot-Citroen, Ford, Volkswagen e Troller. No ano passado, transportou 100 mil veículos. Este ano serão 150 mil. Isto inclui viagens internacionais (Argentina e Uruguai).
. A Gabardo acompanha o carro até chegar no destino, on line, usando intensivamente o GPS e computadores de bordo e rastreadores ingeligentes que desligam o caminhão quando ele se coloca fora da rota, adverte o motorista quando ultrapassa a velocidade ou gira fora do horário e registra pontuação para premiação. Suas carretas não são assaltadas.
Site: www.transgabardo.com.br
Último ato de Zachia foi atrair a Conaprole.
Conforme adiantou o editor desta página, foi confirmada para esta sexta-feira a saída do deputado Luiz Fernando Zachia da Sedai.
. Esta semana, Zachia falou com o editor e contou que sua última ação foi atrair a Conaprole para o RS. “Isto está garantido”, disse o secretário, que tinha acabado de regressar de Montevidéu.
. O secretário da Sedai só não conseguiu concluir a tempo a costura final do Projeto Cais do Porto.
. Esta semana, Zachia falou com o editor e contou que sua última ação foi atrair a Conaprole para o RS. “Isto está garantido”, disse o secretário, que tinha acabado de regressar de Montevidéu.
. O secretário da Sedai só não conseguiu concluir a tempo a costura final do Projeto Cais do Porto.
Assinar:
Postagens (Atom)