“Eu pedi pro Fachin derubá o sigilo de tudo. Agora as coisas vão começá a aparecê”. Assim enganou Lula da Silva ontem em Curitiba os imprestaveis que ouviam o discurso. Não, Lula da Silva, as coisas começaram a aparecer com o Tá-tá-tá, por que certos stf’s abusaram, ultrapassaram todos os limites sem sofrer impedimento algum. Perderam a mão, perderam o chão por perderem antes de tudo a vergonha na cara, que só sabe o que é quem não vive em zona de conforto.
Perguntinha que não quer calar para o Ministro Terrivelmente Evangélico: Porque s sociedade Brasileira só ficou sabendo em 11 de setembro que o Senador e Candidato a Presidente Flavio Rachadinha, vice lider no agregado das pesquisas eleitorais do Brasol está sendo investigado por supostos crimes de "corrupção, lavagen de dinheiro e evazão de divisas"?
Conexões do Careca Empresas de Flávio Bolsonaro e Careca do INSS dividem a mesma sala em Brasília:
Empresa de capacetes da família Bolsonaro está registrada no mesmo lugar de empresas do operador do esquema no INSS
11.set.2026 - Brasil de Fato
A empresa de capacetes Bravo Grafeno, cujo dono é o candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL), divide o mesmo endereço em Brasília com pelo menos 16 firmas de Antonio Carlos Camilo Antunes, mais conhecido como “Careca do INSS”. O ex-presidente Jair Bolsonaro, que já participou da sociedade, é o garoto-propaganda da marca.
Esta revelação conecta diretamente a família Bolsonaro ao Careca do INSS, personagem central das investigações sobre as fraudes bilionárias que lesaram mais de 4,3 milhões de aposentados e pensionistas brasileiros. Os desvios ocorreram entre 2019 e 2024 e resultaram no prejuízo de R$ 2 bilhões aos cofres públicos.
14 comentários:
Tem um ali de cabeça baixa e nada fala …
Cade os projetos ?
Projetos de órgãos municipais, estaduais e … FEDERAIS para a calamidade !!
É brabo o Leite, ainda tem que ficar lambendo o saco deste jaguara.
Não achei o "de maneira grosseira" editor, qual parte do vídeo que tá?
Bem feito, pois o Leite ajudou a eleger em 2022 esse corrupto lavador de dinheiro.
É, Milk, como diz a sabedoria popular, quem com porcos se mistura, lavagem come.
LEITE LADRÃO
Esquerdalha filha da puta.
QUEM MANDOU PRENDER BOLSONARO?
O psicopata mitômano não suporta ser contrariado ou desmascarado, quer todos na ilusão. Ainda bem que isso, e ele, estão no fim.
Qdo dois cretinos e mentirosos se encontram... dá nisso.
“Eu pedi pro Fachin derubá o sigilo de tudo. Agora as coisas vão começá a aparecê”. Assim enganou Lula da Silva ontem em Curitiba os imprestaveis que ouviam o discurso.
Não, Lula da Silva, as coisas começaram a aparecer com o Tá-tá-tá, por que certos stf’s abusaram, ultrapassaram todos os limites sem sofrer impedimento algum. Perderam a mão, perderam o chão por perderem antes de tudo a vergonha na cara, que só sabe o que é quem não vive em zona de conforto.
Perguntinha que não quer calar para o Ministro Terrivelmente Evangélico: Porque s sociedade Brasileira só ficou sabendo em 11 de setembro que o Senador e Candidato a Presidente Flavio Rachadinha, vice lider no agregado das pesquisas eleitorais do Brasol está sendo investigado por supostos crimes de "corrupção, lavagen de dinheiro e evazão de divisas"?
Democracia Hamas ?
Conexões do Careca
Empresas de Flávio Bolsonaro e Careca do INSS dividem a mesma sala em Brasília:
Empresa de capacetes da família Bolsonaro está registrada no mesmo lugar de empresas do operador do esquema no INSS
11.set.2026 - Brasil de Fato
A empresa de capacetes Bravo Grafeno, cujo dono é o candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL), divide o mesmo endereço em Brasília com pelo menos 16 firmas de Antonio Carlos Camilo Antunes, mais conhecido como “Careca do INSS”. O ex-presidente Jair Bolsonaro, que já participou da sociedade, é o garoto-propaganda da marca.
Esta revelação conecta diretamente a família Bolsonaro ao Careca do INSS, personagem central das investigações sobre as fraudes bilionárias que lesaram mais de 4,3 milhões de aposentados e pensionistas brasileiros. Os desvios ocorreram entre 2019 e 2024 e resultaram no prejuízo de R$ 2 bilhões aos cofres públicos.
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