A decisão foi em comum acordo.
Os 2 ministros conversaram e concordaram com essas medidas antes de o presidente do STF baixar a decisão.
O caso de Moraes visa, claramente, evitar que a sessão seja tumultuada por questões de suspeição, o que beneficia Mendonça, assegurando a realização do evento, mas no caso da suspensão dos inquéritos do Master e do INSS, a medida é política e tem ver com o processo eleitoral, beneficiando claramente o candidato Lula da Silva, o que desagrada Mendonça.
É uma no cravo e outra na ferradura. Mendonça claramente negociou as duas medidas para garantir o bem maior do momento, ou seja, a sessão para decidir se serão ou não autorizadas as investigações contra Moraes.
Muitas chicanas ainda poderão acontecer antes, durante e depois da Super Terça-feira.
CLIQUE AQUI para ler a íntegra da decisão de Fachin.
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