A informação acaba de ser liberada pela jornalista gaúcha Ana Maria Cemin, que tem se notabilizado pela cobertura aos movimentos de presos e exilados políticos brasileiros.
No dia 22 de agosto, Cemin publicou carata da exilada, descrito pela jornalista como " um documento visceral, escrito dentro da Colônia Penal de Ezeiza e no qual a prisioneira revelou o colapso físico e emocional de uma mulher que, apesar de estar legalmente no país, vivia como se não existisse.
Agora, quatro dias depois,a Justiça argentina determinou sua soltura em regime domiciliar.
CLIQUE AQUI para ler mais.
“
Nenhum comentário:
Postar um comentário