O estoque avançou 2,61% em relação ao mês anterior, impulsionado principalmente pela emissão de novos títulos públicos e pela incorporação de juros à dívida. Ainda segundo o jornal, o aumento ocorreu após a emissão de R$ 143,35 bilhões em novos títulos e da incorporação de R$ 85,16 bilhões em juros. Com isso, o custo médio da dívida passou de 12,31% para 12,68% ao ano.
Enquanto isso, integrantes do governo discutem possíveis alterações no arcabouço fiscal. Entre as propostas em análise estão a redução do limite de crescimento anual das despesas de 2,5% para 1,5% e a criação de novos mecanismos para conter o avanço dos gastos obrigatórios.
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7 comentários:
E congressistas atuais querem ser reeleitos?
Li hoje que esse mês vencem 258 bilhões em títulos antigos (IPCA +2026), que obviamente pagavam juros bem mais baixos que os atuais. Resumo, o governo vai precisar pagar muito mais para rolar a dívida e o perfil só piora. É uma bola de neve, ou um barril de pólvora se preferirem.
Com a esquerdalha bandida a fórmula é destruição. Vide Argentina KIRCHNER/Fernández Venezuela, Nicarágua.. Venceram ontem títulos Tesouro de 258 bilhões com juros menores. Para replicação agora só com juros maiores e curto prazo. Senão o mercado não compra e abre esse furo de 258 bi. Daí , só emitindo moeda e inflação dispara mais. Muito L pra TODES.
Ngm comenta nada do que posta Zé correa. Parece o bobo da corte
Então compare a dívida pública da Argentina e EUA em relação ao PIB.
Faça isso, Políbio
Não tenha medo
Nossos tataranetos irão pagar!!!
Pena não quebrar as tuas guampas!
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