Enquanto muitos conhecem a família Silvestre pela tradicional banca de pastel nas feiras de Palmas (TO), poucos imaginam que foi entre panelas, atendimentos e madrugadas de trabalho que começou a nascer o sonho de formar duas médicas. Hoje, Fernanda e Taynara vivem uma nova rotina, dividida entre livros, laboratórios, estágios e atendimentos na Medicina da Ulbra. Mas a essência permanece a mesma: cuidar das pessoas.
Há quase três décadas, a banca de pastel da família representa muito mais do que uma fonte de renda. É o símbolo de uma história construída com trabalho, renúncias e esperança. Foi ali que as irmãs cresceram observando os pais enfrentarem longas jornadas, sol, chuva e madrugadas para garantir que a educação das filhas jamais deixasse de ser prioridade.
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5 comentários:
Opa, tá rolando uns caraminguás da Ulbra! Polibio, Polibio...
Na Ulbra não é necessário enfrentar vestibulares difíceis e complicados que exigem conhecimentos dos candidatos. Basta o 'filhinho ou a filhinha de papai' pagar religiosamente as caras mensalidades para no final do curso sair com um diploma de médico.
Excelente exemplo, o brasileiro tinha que valorizar mais o trabalho duro e o sacrifício. O povo em geral só quer benesses e está acostumado a receber as migalhas do governo
Vai estudar e passar … vadio invejoso
Uma família de peso!
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