CPI quer atacar o elo econômico do roubo de fios, cabos e materiais metálicos em Porto Alegre

Os prejuízos para os setores públicos e privados organizados é de R$ 241 milhões por ano.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou o furto e a receptação de fios, cabos e materiais metálicos em Porto Alegre aprovou nesta segunda-feira o seu relatório final.Entre as principais recomendações estão o endurecimento da fiscalização sobre ferros-velhos, a exigência de pagamento exclusivamente por meios rastreáveis nas transações de sucata e a cassação de alvarás de estabelecimentos flagrados recebendo material ilícito.

O presidente da CPI do Furto de Fios, Ramiro Rosário disse que o furto de fios deixou de ser um problema pontual para se tornar uma verdadeira crise de infraestrutura urbana. 

Quem rouba -  Pessoas em situação de vulnerabilidade social e dependência química.
Quem compra - Uma rede estruturada de receptação que compra, escoa e reintegra o material furtado ao mercado.

O ataque é contra o elo econômico.


Um comentário:

Anônimo disse...

Obviamente q o esquema do furto tem suporte de RECEPTADORES fortes e calibrados. Na BRAZUELA o crime de receptação é um chamado de menor poder ofensivo, e daí o crime compensa. Sem chance nenhuma se não quebrar o receptador.

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