O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, falou neste sábado, em Mogi das Cruzes, sobre a decisão que determinou a indisponibilidade de seus bens até o limite de R$ 119,2 milhões, porque mandou a Câmara pagar emendas parlamentares sem que ele fosse parlamentar.
Costa Neto ridicularizou o ministro Flávio Dino e disse que ele quis agradar e favorecer a candidatura de Lula contra Flávio.
"São fakes orquestradas", disse Costa Neto. O presidente do PL exemplificou com o exemplo da cobertura do Jornal Nacional e afirmou que não foi ouvido antes da exibição da reportagem sobre o assunto.
9 comentários:
O q o Dino fez é exatamente isso. O pior governador do Maranhão ,estado com pior IDH do Brasil, faz política suja com a toga. Protetor da esquerdalha vermelha.
Faltam 3 meses para a eleição e já tá assim. Imagina depois. Esse favorecimento da justiça a favor da esquerda tende a ser pior do que foi em 2022. Lula parece a Argentina na copa. 😱
O Centrão está bobeando. Se negam a apoiar o 01, mas quem ataca a autonomia das suas preciosas emendas parlamentares é o governo do PT junto com aliados do Supremo. Por pragmatismo, tinham que se unir contra o PT. O Valdemar é do PL, mas nada impede de investirem contra outros dirigentes do Centrão
O que esperar de um gordo fdp que nem dino. O jornal nacional da grobo lixo não se espera nada, assim como dos mercenários pseudo jornalistas que trabalham da RBS ZELOTES.
A ditadura vermelha do STF está cada vez mais ativa! E não temos um Senado capaz de dar um basta nessa bagunça.
Costa Neto esperava o quê de um STF totalmente aparelhado pelos vermelhos?
Afinal, pessoas que não são parlamentares, podem ou não podem destinar emendas do orçamento ?
Leninismo em ação.
Com a ideologia dessa gente todo cuidado é pouco. Mata sem dó.
A história mostra o que essas criaturas sentem e agem contra os que consideram adversários: destruir, são inimigos, devem morrer. Simples assim.
Dino deve ficar se perguntando, por que o PL, não se comporta como o pt e o psol, tão pudicos, éticos, transparentes, sem nenhum histórico de malversação com o erário público?
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