A eleição para o governo do Rio Grande do Sul não pode ser sequestrada por sobrenomes, rituais de memória ou encenações em túmulos históricos.
O eleitor gaúcho precisa distinguir duas coisas radicalmente diferentes: o nome Brizola e o brizolismo histórico.
Uma coisa é carregar biologicamente um sobrenome. Outra, muito diversa, é encarnar politicamente o legado de Leonel Brizola.
É justamente aí que nasce o paradoxo, e também a hipocrisia política, da atual composição articulada entre PDT e PT no Rio Grande do Sul: Juliana Brizola como pré-candidata ao governo, Edegar Pretto como vice, Paulo Pimenta e Manuela D’Ávila ao Senado.
Os próprios protagonistas alegaram que a chapa foi construída como palanque de Lula no Estado ....
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6 comentários:
essa endemoniada vai enganar os Brizolistas?
Pegam o nome Brizola e acham que a gente tem que votar nestas caricatura..Já sujaram o nome do Brizola tudo que deu. Nem daqui 1000 anos está gentalha leva meu voto
Essa moça não detém preparo para governar o RS, já na lona. Pessoa sem cargo executivo como prefeitura, nada demonstra ter qualidades. Ao contrário, usa o SOBRENOME DO AVÔ como credencial. Isso é um TRUQUE ABOMINÁVEL, montado pelo BARBA, para tentar dominar o Rio Grande. Olhos muito abertos eleitorado.
Artigo bem fundamentado que mostra a realidade nua e crua de apropriação do legado de Leonel Brizola por um punhado de oportunistas. A neta não faz jus ao sobrenome do avô!
qual seria o legado do Brizola? as favelas do RJ?
A chapa mais corrupta já formada para se apossar do estado. Quem votar nestes elementos está votando no roubo, corrupção, vigarice, mamata e bandidagem. Fora chapa bandida.
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