Artigo, especial, Dagoberto Godoy - Jair Messias ainda pode vencer

O autor é ex-presidente da Fiergs, advogado, engenheiro e escritor.

É um caso exemplar da velha máxima: “a união faz a força”. Nenhuma marca política sobrevive por muito tempo quando seus principais portadores passam a disputar entre si a herança que deveriam preservar. O bolsonarismo nasceu da liderança pessoal de Jair Bolsonaro, consolidou-se como movimento nacional e transformou-se numa força eleitoral capaz de mobilizar milhões de brasileiros. Mas essa força, justamente por depender tanto de símbolos, lealdades e identificação emocional, pode ser enfraquecida quando a própria família transmite ao eleitorado a impressão de divisão, improviso e disputa interna.

Talvez ainda haja tempo de resgatar a marca e a candidatura. Para isso, contudo, Jair Bolsonaro precisaria sair da posição acuada em que se encontra diante de Alexandre de Moraes e reassumir, no plano político ...

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4 comentários:

Anônimo disse...

Sr. Lima Godoy, o senhor só esqueceu de terminar seu texto com a citação do Olavo: o Bolsonaro pode ter todos os defeitos do mundo, mas contra ele não tem uma pessoa decente. Só FDP.
Em casa, preso, incomunicável e atacado dia sim dia não inclusive por "aliados"... E assim mesmo ele vai vencer. É por isso que é a única ameaça ao 'sistema'.

Anônimo disse...

Pra quem não tem memória: Bolsonaro foi o azarão na eleição porque se apresentou como Honesto e levou a facada do malandro que se fez de maluco e teve três advogados. Aí todo mundo que tinha um pingo de caráter votou nele. Mas não foi o que ele mostrou depois da eleição. Antes do Bolsonaro tinha o Aécio do pó, antes do Aécio tinha o Serra, antes do Serra tinha o FHC. Nunca houve direita de verdade aqui na Brazuela, apenas eleitores iludidos.

Anônimo disse...

Dividir para governar é um mote antigo.
Prática acionada por adversários e pelos inimigos mediante todos os artifícios possíveis e imagináveis, desde subornos, pedágios, chantagens, ameaças e até assassinatos. A história é plena de relatos.

Anônimo disse...

O povo entendeu o que aconteceu. A MIchelle foi a responsável por essa confusão, agindo por interesses obscuros. Traiu o partido e o próprio marido. Queria tirar o Flávio da disputa. Quem ele acha que é? Essa mulher não presta.

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