Durante décadas, o PT contou com um tripé de sustentação eficiente: narrativas sociais, institutos de pesquisa alinhados e uma imprensa condescendente. Mas esse muro caiu.
Os levantamentos mais recentes da Quaest e do Datafolha agora revelam o que antes era varrido para debaixo do tapete: a rejeição de Lula superou a aprovação, atingindo a marca simbólica de 51%.
Enquanto o governo patina na economia e na segurança, Flávio Bolsonaro sobe nas sondagens, já aparecendo numericamente à frente de Lula. O sentimento de mudança não é mais uma ameaça distante; é um fato estatístico que os editoriais da grande mídia já não conseguem omitir. O governo está enrola do e a opinião pública percebeu que a "aura de imbatível" do presidente ficou no passado. E nada disso é obra do acaso. A ascensão meteórica de Daniel Vorcaro e o crescimento do Banco Master são frutos de um modelo de negócio com DNA puramente petista.
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