Ana Maria conta o que você lerá na reportagem.
- Ela conta os episódios de desmaio, falta de atendimento adequado e restrições severas a visitas presenciais. A alimentação era frequentemente apontada como inadequada, com relatos de comida estragada e frutas impróprias para consumo. Também menciona a oferta de medicamentos próximos do vencimento, que gerou desconfiança entre as detentas. Apesar das dificuldades, afirma que a união entre as presas políticas do 8 de janeiro foi essencial para manter apoio emocional e enfrentar o período de detenção. Até hoje ela está envolvida com o STF e MP, mesmo tendo feito o ANPP para poder cuidar de suas filhas.
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4 comentários:
A verdadeira história desse dia ainda será contada.
Que horror. E estes esquerdalhas abrem a boca pra falar da ditadura. Nem a ditadura foi tão cruel assim. Estes demônios vão pagar por todo o mal e inclui o cachaceiro também,que nunca teve consideração porque ele governa pra todos e não breve golpe algum
Olha, essa foi a primeira que não alegou que entrou nos prédios públicos "para se abrigar", "para fugir das bombas", ou alguma cretinice do gênero. Essa foi pra quebrar tudo mesmo!
LIBERDADE PARA OS BRASILEIROS PRESOS POLÍTICOS MÁRTIRES DA PÁTRIA.
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