Ana Maria Cemin conta a dramática história desta noiva do 8 de Janeiro

Nesta mais nova reportagem sobre os presos e exilados políticos brasileiros, a jornalista gaúcha Ana Maria Cemin conta a história desta noiva que casou com tornozeleira eletrônica e vestido de noiva  estampado com a Bandeira do Brasil. Ela viveu 58 dias dentro do presídio em Brasília, marcados por incerteza, ansiedade e condições difíceis dentro do sistema prisional. 

Ana Maria conta o que você lerá na reportagem.

- Ela conta os episódios de desmaio, falta de atendimento adequado e restrições severas a visitas presenciais. A alimentação era frequentemente apontada como inadequada, com relatos de comida estragada e frutas impróprias para consumo. Também menciona a oferta de medicamentos próximos do vencimento, que gerou desconfiança entre as detentas. Apesar das dificuldades, afirma que a união entre as presas políticas do 8 de janeiro foi essencial para manter apoio emocional e enfrentar o período de detenção. Até hoje ela está envolvida com o STF e MP, mesmo tendo feito o ANPP para poder cuidar de suas filhas. 

CLIQUE AQUI para ler tudo no site de Ana Maria.

9 comentários:

  1. A verdadeira história desse dia ainda será contada.

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  2. Que horror. E estes esquerdalhas abrem a boca pra falar da ditadura. Nem a ditadura foi tão cruel assim. Estes demônios vão pagar por todo o mal e inclui o cachaceiro também,que nunca teve consideração porque ele governa pra todos e não breve golpe algum

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    1. Vão pagar mesmo, não vão ficar impunes desta vez! Canalhas, assassinos!

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  3. Olha, essa foi a primeira que não alegou que entrou nos prédios públicos "para se abrigar", "para fugir das bombas", ou alguma cretinice do gênero. Essa foi pra quebrar tudo mesmo!

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    1. Calhorda! Espero que o jornalista identifique seu ip!!!

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  4. LIBERDADE PARA OS BRASILEIROS PRESOS POLÍTICOS MÁRTIRES DA PÁTRIA.

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  5. Os monstros de quilate nazista do stf, estão com os dias contados, mas e os "monstros" que zombam diariamente aqui, das vítimas do stf, teremos que continuar vivendo com eles por aí? Nas universidades federais, instituições públicas (praticamente sem exceções), na imprensa, enfim nas ruas, pelo menos a maioria já está plenamente identificada.

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  6. Todos inocentes.
    Só que não.

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  7. “Um preço alto por ter participado de uma manifestação de forma pacífica e ordeira, onde alguém, que a gente não sabe muito bem, promoveu baderna e quebraria.”

    Ela participou de um protesto de forma pacífica e ordeira?

    Ela não sabe bem quem promoveu o quebra quebra? Por favor, veja os vídeos no YouTube... Está bem claro lá!
    Inclusive, alguns dos desordeiros fizeram filmagens nos seus smartphones e produziram provas contra eles mesmos!

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