Em 10 anos, Brigada nunca prendeu tão pouco quanto agora

A Brigada Militar está prendendo como nunca, conforme revelou hoje o jornal Zero Hora em reportagem documentada do jornalista Eduardo Torres.

Prisões em flagrante:

2017 - 24.116
2016 - 34.196
20-15 - 41.928
20-14 - 46.107
20-13 - 53.405

A Brigada nunca foi tão atuante quanto no governo Tarso Genro.

A Brigada alega que prende menos porque não tem onde enfiar os presos, como explicou o subcomandante Mario Ikeda.

Há controvérsia.

A Brigada prende menos porque atua menos.

Isto ajuda a explicar por que razão o povo gaúcho virou refém dos bandidos, tem medo de sair de casa, procura não sair à noite para frequentar bares e restaurantes - e teme ser assassinada e roubada em qualquer lugar.

27 comentários:

Mordaz disse...

Sem esquecer o judiciário que solta tudo de novo.

Anônimo disse...

O Relator do TCE não se importa com isso, para ele as fundações podem continuar existindo, recebendo religiosamente em dia seus salários e corrigidos anualmente pela força celetista que possuem. o Povo que fique a mercê de serviços básicos e essenciais, para sustentar fundações com atividades estranhas ao fim público e também o ócio da ineficiência.

Anônimo disse...

Considerando que o governador faz que paga e quando paga é com atraso, seria o caso dos brigadianos fazerem que prendem? Ou seria porque a Brigada prende menos porque a corporação não possui Brigadianos suficientes para atacar a criminalidade em todos municipios do RS, o que parece mais provável?

Anônimo disse...

Filme da Lava Jato estreia com fiasco até em Curitiba:

Blog da Cidadania - 08/09/2017

Tudo foi armado para produzir um dia de tragédia para Lula. Na véspera, divulgação planejada milimetricamente de depoimento do ex-ministro petista Antonio Palocci se somaria à estreia de um panfleto caríssimo, com financiamento “secreto” que se dedica a acusar o ex-presidente.

Palocci cumpriu o acordo. Inventou uma tonelada de mentiras sobre o amigo de trinta anos, quem, até há pouco, manifestava descrença de que o hoje ex-amigo jamais praticaria o ato que praticou ao lhe fazer acusações terríveis sem apresentar uma mísera prova e sem, ao menos, dizer que pode provar as acusações que fez.

Já o panfleto em questão, foi bem menos eficiente.

A reportagem da “Gazeta do Povo”, jornal eletrônico paranaense sediado em Curitiba, bem que tentou colorir de alguma forma a estreia do panfleto multimilionário feito para ajudar a Lava Jato a destruir Lula e o PT, o objetivo único desse crime de lesa-pátria travestido de combate à “corrupção”. Mas não foi possível.

O silêncio da mídia sobre a estreia do filme sobre a Lava Jato – Polícia Federal, a lei é para todos – já insinua como foi a estreia do panfleto antipetista no Dia da Independência…

Ou alguém acha que a mídia não bateria bumbo se tivesse havido salas lotadas com multidões vestidas com camisetas amarelas esperando em longas filas para assistir à overdose de antipetismo?

A título da reportagem da tal “Gazeta do Povo” já diz tudo:

“Sem a lotação esperada, filme sobre a Lava Jato estreia bem acolhido pelo público”

O subtítulo também se esforça para dar a “boa notícia” que dez entre dez fascistas tupiniquins esperavam:

“Primeira sessão do filme Polícia Federal A Lei é Para Todos entusiasma espectadores em Curitiba. Filme estreou em 16 salas”

Porém, a matéria tem que falar do que não quer. Vamos a ela, pois.

GAZETA DO POVO

Sem a lotação esperada, filme sobre a Lava Jato estreia bem acolhido pelo público (...)

Anônimo disse...

A matéria fala "tão pouco" editor....

Anônimo disse...

Aproveita e cruza com as soluturas do judiciário.

Anônimo disse...

No governo Tarso a ordem era prender - colocar na cadeia - os bandidos.
Agora o PMDB está deixando esta categoria agir livremente. Nunca esteve tão fácil para roubar, sequestrar, assaltar como agora.
Em compensação esta bandidagem será voto certo para o PMDB, e vão garantir o PMDB no segundo turno

JORGE LOEFFLER .'. disse...

JAPONÊS é sempre japonês.
Por que o japonês do Sartori seria melhor que o japonês da POLÍCIA FEDERAL?
Eles não mais vão às ruas fazer a obrigação. Aqui no litoral norte, num domingo saímos para almoçar e quando retornamos haviam subtraído a rede da CEEE. Isto mesmo, fato ocorrido em PLENA LUZ DO DIA.
Faz poucos dias li no www.litoralmania.com.br que durante um roubo a vítima acionou os sistema de alarme monitorado. Um jovem da empresa prestadora do serviço chegou ao local e conseguiu prender um dos dois ladrões tomando a arma deste. O outro ladrão logrou fugir. Imobilizado o bandido o jovem ligou ao 190 quando os guardas deixaram o conforto de suas instalações para conduzirem o preso até a presença da ÚNICA AUTORIDADE POLICIAL, o Delegado de Polícia para que o mesmo decidisse qual o procedimento a ser adotado.
Indignado como contriuinte que sou comentei no referido site que esses guardas estão fazendo concorrência ao UBER.

Anônimo disse...

Restaurante de noite??? Nunca mais.

Anônimo disse...

E tem os fanáticos por este blog dizendo que funcionário público é inutil

Não se esqueçam que a Segurança Pública é funcionária do Estado!

Anônimo disse...

Sair de automóvel à noite, É uma temeridade em Porto Alegre.
Para o RS, as montadoras deveriam vender carro sem farol !

Anônimo disse...

Funaro entrega operação do Bertin no Rodoanel
Brasil 08.09.17 21:05
 
Lúcio Funaro contou em sua delação premiada, obtida por O Antagonista, que também atuou na Caixa para liberar R$ 2 bilhões para uma concessionária do grupo Bertin no Rodoanel de São Paulo.

A operação rendeu outros R$ 40 milhões para Funaro, Geddel Vieira Lima e Eduardo Cunha.

Anônimo disse...

Funaro entrega operação do Bertin no Rodoanel

Brasil 08.09.17 21:05 - O Antagonista

Lúcio Funaro contou em sua delação premiada, obtida por O Antagonista, que também atuou na Caixa para liberar R$ 2 bilhões para uma concessionária do grupo Bertin no Rodoanel de São Paulo.

A operação rendeu outros R$ 40 milhões para Funaro, Geddel Vieira Lima e Eduardo Cunha.

Anônimo disse...

GEDDEL TINHA ‘CONTA CORRENTE’ COM FUNARO:

Brasil 08.09.17 20:05 - O Antagonista

Em sua delação, obtida por O Antagonista, Lúcio Funaro contou que Geddel Vieira Lima “mantinha uma espécie de conta corrente” com ele e relatou que repassava os valores quando solicitado pelo ex-ministro.

Funaro entregou registros de pagamentos num total de R$ 11,4 milhões, como mostramos mais cedo.

Segundo o delator, ele e Geddel “não cessaram” suas atividades ilícitas na CEF, mesmo após a deflagração da Lava Jato, pois não tinham negócios com a Petrobras e achavam que o escopo da investigação não iria se expandir para outros setores”.

Quando assumiu a Secretaria de Governo de Temer, Geddel ficou com medo da exposição e pediu a Funaro para suspender os repasses – ele deveria receber então R$ 20 milhões de propina da operação da Alpargatas: “Dá uma segurada e depois nós acertamos isso aí.”

Os 11 pagamentos foram feitos entre 17 de fevereiro de 2014 e 13 de maio de 2015:

17/02/2014: R$ 650 mil

26/02/2014: R$ 500 mil

20/03/2014: R$ 800 mil

08/05/2014: R$ 1 milhão

25/07/2014: R$ R$ 1 milhão

29/08/2014: R$ 1,5 milhão

18/09/2014: R$ 3,25 milhões

01/10/2014: R$ 1,2 milhão

19/12/2014: R$ 500 mil

28/01/2015: R$ 500 mil

13/05/2015: R$ 500 mil

Anônimo disse...

Prender pra quê? Arriscar a vida em captura de bandidos se o judiciário solta! Mas espero que a Brigada esteja matando mais, pelo menos!

Anônimo disse...

“Ó, DANDO DINHEIRO, O MOREIRA FAZ QUALQUER COISA”:

Brasil 08.09.17 19:25 - O Antagonista

Em sua delação, obtida por O Antagonista, Lúcio Funaro relata também pagamento de propina a Moreira Franco.

Ele relata episódio em que buscou Moreira, por meio de Eduardo Cunha, para conseguir financiamento do FI-FGTS para a Cibe, do grupo Bertin.

“Ó, dando dinheiro, o Moreira faz qualquer coisa”, teria dito Cunha, nas palavras de Funaro.

Com a intervenção de Moreira, a Cibe obteve empréstimo de R$ 300 milhões. Segundo Funaro, o grupo Bertin pagou 4% de propina. Do montante, 60% ficou com Moreira, 25% com Cunha e 15% com Funaro.

Ele contou também que, na gestão de Moreira como vice-presidente de Fundos da Caixa, a Odebrecht foi a maior beneficiada com recursos do FI-FGTS.

Funaro disse ainda que Moreira tinha um operador na Infraero chamado André Luis Marques, o André Bocão.

O disse...

O problema do estado brasileiro é o inchaço da maquina pública, o corporativismo, as vantagens indevidas e a ações judiciais movidas pelos servidores que sangram os cofres,
Sem revisão e reformas efetivas retirando super salários balbilonicos
Nada vai mudar, um acoberta o outro e os dois nos tornam cada dia mais escravos
Para cada servidor sério e dedicado vamos encontrar no mínimo dois que estão ali como cabide de emprego,
Hj quando alguém quer viver bem á primeira coisa que pensa é em fazer concurso público

O disse...

O problema do estado brasileiro é o inchaço da maquina pública, o corporativismo, as vantagens indevidas e a ações judiciais movidas pelos servidores que sangram os cofres,
Sem revisão e reformas efetivas retirando super salários balbilonicos
Nada vai mudar, um acoberta o outro e os dois nos tornam cada dia mais escravos
Para cada servidor sério e dedicado vamos encontrar no mínimo dois que estão ali como cabide de emprego,
Hj quando alguém quer viver bem á primeira coisa que pensa é em fazer concurso público

Marcelo disse...

blog da cidadania e gazeta do povo=fake news

Anônimo disse...

Por que as panelas bateram contra Dilma e não batem contra Temer?

Alexandre Tambelli - 09/09/2017 - Jornal GGN

Observando o comportamento das classes média e médio-altas tradicionais e o silêncio das panelas no Governo Temer, apesar dele ser o Governo mais corrupto de nossa História, me propus a refletir e responder esta pergunta:

Panelas que bateram contra a "corrupção de Lula, Dilma e do PT" não batem mais. Então, bateram por quê?

​A resposta a que cheguei (sou um brasileiro pertencente a este estrato social, sou o típico paulistano tradicional, e que convive com essas duas classes sociais diariamente a 49 anos). São três razões centrais (principais) do bater panela com Dilma:

1) Medo da perda da distinção social, pela ocupação coletivizada dos espaços geográficos (shoppings, praias, aeroportos, Miami, barzinhos da Vila Madalena, restaurantes) e compras coletivizadas dos produtos de consumo (celulares I-Phone, perfumes, roupas de marcas, tênis tops, automóvel) pelas classes média e médio-alta tradicionais e os ascendidos sociais da Era Lula/Dilma - a chamada classe C.

2) Medo da concorrência no mercado de trabalho pela possibilidade dos pobres e remediados de chegarem ao Ensino Superior e concorrem com os ascendidos sociais até a Era FHC pelos postos de trabalho com melhor remuneração.

3) Medo de perder a exclusividade no processo de chegar ao topo da pirâmide social, ou seja, que só nós das classes média e médio-alta tradicionais tenhamos as ferramentas e o Capital inicial para chegar à condição de multi-milionários ou bilionários.

A corrupção, o mote das manifestações a favor do Impeachment de Dilma Rousseff, foi apenas um pretexto para a defesa da distinção social, da não concorrência no mercado de trabalho melhor remunerado e pela exclusividade no processo de chegar ao topo da pirâmide social.

Colocaram um Governo que breca a possibilidade de ascensão social e mantêm o status quo da Era pré-PT e as panelas se silenciaram, mesmo que vivenciemos no mundo real o Governo mais corrupto da História.

E você me pergunta:

E a meritocracia?

Esta nunca existiu nem vai existir, porque o mérito, sejamos sinceros, é confundido com o direito adquirido de ser distinto do brasileiro remediado e do brasileiro pobre, mérito de distinção fabricado de forma "divinatória" e pela "herança familiar".

Os de fora deste mundo fechado do brasileiro médio não receberam a Bênção Divina que os mereça capacitar a adentrar no Mundo dos homens de Bem(ns) e ocupar os mesmos espaços geográficos e consumir produtos iguais das classes média e médio-alta tradicionais porque não têm bons modos, classe, glamour e Educação.

Anônimo disse...

Relembrando "Operação Abafa" em 1997:

09/09/2017 - Enviado por Webster Franklin

Publicação de José Carlos Almeido

Em página do Facebook

O GLOBO
Segunda-feira, 19 de maio de 1997

Bastou o presidente Fernando Henrique Cardoso entregar os ministérios dos Transportes e da Justiça para Eliseu Padilha e Íris Resende e os peemedebistas fizeram as pazes com o governo. O Presidente da Camara Michel Temer (PMDB-SP), Eliseu e o líder do PMDB na Camara, Geddel Vieira Lima (BA) fecharam neste final de semana a estratégia de abafar o escândalo das denuncias de compra de votos na votação da rereiçã.

20 ANOS DEPOIS.....

Só lembrando, para aqueles que ainda insistem que a corrupção é um adolescente de 12, 13, 14 anos...

Anônimo disse...

STF arquiva inquérito contra Dilma, Cardozo e ministros do STJ:

09/09/2017 - Brasil 247

Ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, determinou o arquivamento do inquérito aberto contra a presidente deposta Dilma Rousseff, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e os ministros do Superior Tribunal de Justiça Francisco Falcão e Marcelo Navarro; Fachin atendeu a pedido formulado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot; eles foram acusados pelo ex-senador Delcídio do Amaral de tentar interferir na Lava Jato por meio da nomeação do ministro Navarro para o STJ em 2015; Fachin ressaltou que o arquivamento foi feito devido a ausência de provas (...)

Anônimo disse...

AULER APONTA COMO AS DELAÇÕES VIRARAM A PANACEIA DA LAVA JATO:

REUTERS/Rodolfo Buhrer
Mecanismo da delação premiada, criado para ser um instrumento auxiliar em investigações "a partir da experiência da Operação Lava Jato, se tornou uma verdadeira "panaceia"', diz o jornalista Marcelo Auler; o que deveria ser um "indício", para o devido aprofundamento da investigação, passou a ser visto como prova; a palavra de um delator, que a princípio merece ser colocada em dúvida, ganha ares de verdade, inclusive para jornalistas", destaca; "Mas, a imparcialidade ao que parece anda em falta desde que a Operação Lava Jato caiu nas graças da grande mídia e do antipetismo de uma maneira em geral", destaca

9 DE SETEMBRO DE 2017

247 - O mecanismo da delação premiada, criado para ser um instrumento auxiliar em investigações "a partir da experiência da Operação Lava Jato, se tornou uma verdadeira "panaceia"', diz o jornalista Marcelo Auler. "O que, como ministros do próprio Supremo Tribunal Federal (STF) já definiram, deveria ser um "indício", para o devido aprofundamento da investigação, passou a ser visto como prova; a palavra de um delator, que a princípio merece ser colocada em dúvida, ganha ares de verdade, inclusive para jornalistas", destaca.

"Ela faz parte de um jogo em que retém o, às vezes, ainda suspeito, não por atender as exigências dos códigos legais, em benefício da investigação ou na defesa da sociedade. Mas pela necessidade de se conseguir de forma mais rápida – o tal "braço-da-preguiça" – algo que permita confirmar uma tese anteriormente levantada. A partir de então, pouco importa se o que o delator disse faz ou não sentido. Seja o que for, a delação passa a ter fundo de verdade", ressalta

Para ele, "se for verdade o que disse Antônio Palocci ao juiz Moro, este só deveria, de imediato, tomar uma urgente providência: solicitar ao Supremo Tribunal Federal que anule a delação feita pelos Odebrechts e os diretores do grupo empresarial de mesmo nome. Afinal, o ex-ministro da fazenda de Lula revelou reuniões das quais teriam participado Emilio e/ou Marcelo Odebrecht, que não constam do que os dois – bem como os demais diretores da empresa – delataram "espontaneamente" à PGR. Nenhum deles falou em "pacto de sangue" entre Emílio e Lula", avalia. "Ou Moro não pretende questionar a veracidade da delação que beneficiou pai e filho?", questiona.

Para Auler, os últimos desdobramentos acerca das delações premiadas do empresário Joesley batista e do executivo da JBS Ricardo Saud colocam novas "dúvidas e questionamentos com relação à delação de Joesley Batista, da JBS. Dela surge a certeza que Janot agiu açodadamente na expectativa de pegar o presidente Michel Temer. Pode ter lhe beneficiado, mesmo se sabendo que de inocente o atual presidente não tem nada", diz o jornalista.

"Mas, a imparcialidade ao que parece anda em falta desde que a Operação Lava Jato caiu nas graças da grande mídia e do antipetismo de uma maneira em geral. A começar pela própria Procuradoria Geral da República que, no papel de fiscal da lei e tendo a função de exercer o controle externo da Polícia, não exerceu nenhum dos dois papéis", observa. (...)

Anônimo disse...

Dallagnol e Carlos Fernando Lima, da Lava Jato, devem sair para o Senado em 2018:

9 setembro 2017 - DCM

Os procuradores Deltan Dallagnol e Carlos Fernando Lima, duas das estrelas da Lava Jato, estão no final das negociações para sair como candidatos pelo Paraná.

Eles analisam se saem ambos para senador, disputando com Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB). Outra opção é Lima para deputado.

O convite é de Álvaro Dias, do Podemos. A justificativa da dupla para virar políticos de verdade todo mundo sabe: “A Lava Jato tem que ficar viva e vamos combater a corrupção por dentro”.

Sérgio Pretto disse...

A BM não prende, porque a BM não é mais uma "polícia". A BM é uma organização "direitosa", PREOCUPADA COM OUTRAS COISAS. Uma simples pergunta, tem negros nessa nova BM? Existem BM negros? Por aí tu já entende o é essa "organização".

Sérgio Pretto disse...

Alguém aí já viu essa "BM de brancos" prender bandidos de verdade? Duvido, eles andam atrás de ptista, atrás de negros nas esquinas vendendo bugigangas. Tá igual ao exército, fazendo intervenção nas crianças de vilas.

Anônimo disse...

polibio

está tudo dominado por corporações estatais, fazem o que bem querem, os governantes não mandam mais nada

assim é na educação e pior ainda na segurança

é um faz de conta, e o cidadão virou refém, dessas corporações da coisa pública

o congresso tem que liberar e já a posse e o porte das armas para o próprio cidadão fazer sua segurança, como fazem os americanos

o resto é conversa mole e fiada

que os deputados e senadores cumpram com sua obrigação com o cidadão, que votem o que interessa ao cidadão, não o que interessa a essas corporações mafiosas que tomaram conta do serviço público

basta, mudança na lei já