Aeromóvel do Salgado Filho transportou 3 milhões de passageiros em dois anos

Implantando há dois anos para cobrir o percurso Salgado Filho- Estação Metrõ, o Aeromóvel de Porto Alegre é operação do Trensurb e no período transportou 3 milhões de passageiros.

O preço da passagem é de R$ 1,70 e vale para qualquer percurso cumprido pelos trens do trem.

A implantação do Aeromóvel, uma invenção gaúcha, resultou de decisão pessoal do governo Dilma, que investiu R$ 32 milhões no empreendimento.

7 comentários:

Anônimo disse...

Nossa Senhora, então fez 5 milhões de viagens !

Anônimo disse...

A geringonça tecnológica e a verdade dos fatos.
1-A promessa era transportar 7 milhões de passageiros e não 3 milhões, no mesmo período.
2-Não custou 32 milhões e sim 50 milhões.
3-A promessa do Coester era de que o aeromóvel seria um meio de transporte automatizado, o que não é verdade. A Trensurb precisa de uma estrutura de 50 empregados para a geringonça funcionar. Esta estrutura é composta de uma gerência e três setores. Custo mensal, só de pessoal, é de 1 milhão de reais.
4-Coester prometeu que não precisaria de operador, o que não é verdade. Tem um empregado da Trensurb, que fica no interior do veículo monitorando seu funcionamento.
5-A equipe da Trensurb fica monitorando o funcionamento da geringonça diuturnamente, se não fizer isso não funciona.
6-Entre todos os modais do mundo o MKBF do aeromóvel é o menor, 600 km e seria pior se não houvesse o monitoramento. A promessa do Coester é de que a manutenção seria mínima.
7-Em Canoas não funcionará, porque este modal é para distâncias reduzidas e de baixa demanda. Esta informação é do próprio Coester.
8-É um modal altamente inseguro, pois se por ventura os passageiros tiverem que sair do veículo, por uma pane geral, só tem um saída, subir e descer uma escada, que está instalada no veículo e caminhar pelo viaduto, com possibilidade de cair de uma altura de 6 metros. Idosos, crianças e pessoas com deficiência ficarão dentro do veículo até a coisa andar.
Portanto não se iludam, infelizmente é uma geringonça sem futuro, é um engodo.

Anônimo disse...

Essa receita aparece no balanço do Trensurb ou foi desviada?

Anônimo disse...

Concordo plenamente com o anonimo das 15:28. O Aeromóvel, não é para transporte de massa é pra links curtos e o custo beneficio é altissonamo e pouco eficiente. Agora só porque é gauchismo não venham fazer proselitismo. Tanto mais que a sede é nos USA. E se fosse tão eficiente seria usado lá. Quanto ao de Jacarta é dentro de um Parque e nada mais.
Eng. Joel Robinson

Anônimo disse...

O que diz Coester em seu site:

• Baixo custo de implantação, operação e manutenção; MENTIRA
• Via segregada com operação 100% automatizada; MENTIRA
• Saídas de emergência para a via em ambas as extremidades do veículo; PERIGO
• Saídas de emergência opcionais pelas portas de embarque e desembarque laterais, através de passarelas de emergência; MENTIRA

Se analisarmos o aeromóvel da Trensurb, estas afirmações não passam de apenas propaganda.

Anônimo disse...

Quanto ao que Coester diz no site sobre segurança:

• Saídas de emergência para a via em ambas as extremidades do veículo;

No caso do aeromóvel da TRENSURB quando a pessoa sobe a escada interna, a visão que o passageiro tem até o piso do viaduto é de 3 metros.
No caso do aeromóvel da Trensurb, que o passageiro geralmente vai viajar, onde ele enfia as malas?

- Via segregada com operação 100% automatizada;

Sendo a via segregada como podemos admitir que funcionaria com vários veículos. Quando um parar para tudo. É o caso de Canoas será um caos.
Fora o aspecto de que o trecho que será construído, em Canoas, o passageiro poderá pegar um ônibus em Guajuviras, depois o aeromóvel, e depois o trem. Loucura.

Anônimo disse...

Sempre é bom ler opiniões técnicas profundamente embasadas por conceituados engenheiros de Automated People Movers que não tem qualquer filiação político-partidária/sindicalista.

Tenho vergonha de pessoas tão limitadas intelectualmente.