O escritor Gaudêncio Torquato examina as opções que teria o governo Dilma Roussef, caso ela realmente se interessasse em mudar de rumo, abandonando o atual modelo maquiavélico de governar e buscando padrões mais éticos, morais e legais de gerir o Estado.
. Afnal, Maquiavel ou Thomas Morus ?
. Há muitos anos, Maquiavel domina a ética e a moral na política brasileira. O florentino é um pensador cínico e oportunista, ousado e criminoso, mas é o inspirador das mais importantes tendências políticas e partidárias brasileiras.
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Sérgio Moraes tumultua evento do PTB ao denunciar Zambiasi e esbofetear o deputado Santini
Não foi tão pacífica quanto deram a entender os releases que falaram sobre o seminário estadual "Alinhamento Estratégico", realizado neste sábado pelo PTB em Porto Alegre, durante o qual o ex-senador e comunicador da Rádio Farroupilha, RBS, Sérgio Zambiasi, foi aclamado presidente de honra do Partido no RS. O tempo esquentou na jornada da manhã, quando o deputado Federal Sérgio Morais levantou-se da cadeira que ocupava na mesa principal e esbofeteou seu colega de Partido, o deputado estadual Ronaldo Santini. Com o tapa, Santini caiu ao chão, tentou se levantar para reagir, mas foi contido pelos outros membros da Mesa. Logo em seguida o presidente dos trabalhos, o ex-deputado Luís Lara, suspendeu os trabalhos.
. O incidente aconteceu depois que Sérgio Morais subiu à tribuna para atacar o ex-senador Sérgio Zambiasi, a quem responsabilizou por não ser consultado nas atuais negociações por distribuição de cargos no governo estadual do PT. "É uma panela que faz o que quer e não ouve ninguém", denunciou o deputado. Morais é vice do PTB no RS. Seu colega de mesa, o deputado Santini, foi até o local onde se encontrava Morais, logo depois do discurso, disse algo ao ouvido de Morais e este acabou reagindo quando foi advertido pela terceira vez para que se calasse.
. O ex-deputado Roberto Jefferson estava sendo esperado em Porto Alegre, mas não viajou para o RS.
- Mais de mil trabalhistas reuniram-se no Plaza São Rafael para desenhar a estratégia do PTB com vistas às eleições municipais.
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. O incidente aconteceu depois que Sérgio Morais subiu à tribuna para atacar o ex-senador Sérgio Zambiasi, a quem responsabilizou por não ser consultado nas atuais negociações por distribuição de cargos no governo estadual do PT. "É uma panela que faz o que quer e não ouve ninguém", denunciou o deputado. Morais é vice do PTB no RS. Seu colega de mesa, o deputado Santini, foi até o local onde se encontrava Morais, logo depois do discurso, disse algo ao ouvido de Morais e este acabou reagindo quando foi advertido pela terceira vez para que se calasse.
. O ex-deputado Roberto Jefferson estava sendo esperado em Porto Alegre, mas não viajou para o RS.
- Mais de mil trabalhistas reuniram-se no Plaza São Rafael para desenhar a estratégia do PTB com vistas às eleições municipais.
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Elmar Schneider sai do PMDB e ingressa no PTB das base aliadas de Fortunatti, Tarso e Dilma
O ex-deputado Elmar Schneider, PMDB de Estrela, presidente da Ceasa no governo Yeda Crusius por indicação do Partido, desfiliou-se e aderiu ao PTB, atendendo convite do ex-deputado Luis Lara e do ex-senador Sérgio Zambiasi.
. O ex-deputado mandou carta aos eleitores, justificando sua posição, que não foi ideológica, mas fisiológica.
- O PTB integra o governo estadual, o governo federal e o governo municipal de Porto Alegre, como integrou todos os governos imediatamente anteriores de todos os Partidos, igualmente em níveis federal, estadual e municipal.
. O ex-deputado mandou carta aos eleitores, justificando sua posição, que não foi ideológica, mas fisiológica.
- O PTB integra o governo estadual, o governo federal e o governo municipal de Porto Alegre, como integrou todos os governos imediatamente anteriores de todos os Partidos, igualmente em níveis federal, estadual e municipal.
Precatórios: Assembléia reunirá audiência pública, esta segunda, para discutir o Calotarso.
Nesta segunda-feira o deputado Frederico Antunes, PP do RS, comandará a audiência pública da chamada Comissão dos Precatórios.
. A reunião sairá na Assembléia.
. O governo gaúcho atual, no seu já intitulado Pacotarso, propõe limitar em R$ 200 milhões a dívida de pequenos precatórios (até R$ 30 mil) – 1,5% da receita corrente líquida. O orçamento previsto para estes pagamentos é de R$ 700 milhões. O projeto está em regime de urgência e será votado até o final da semana que vem. Nesta terça, a Comissão de Constituição e Justiça fará reunião extraordinária, convocada a duras penas, para examinar o pacote do governo. O projeto dos precatórios é o primeiro da fila para ser votad.
. O governador Tarso Genro quer reter R$ 500 milhões para enfrentar gastos – cada vez mais abundantes no seu governo.
. A Associação dos Oficiais da Brigada chamou seus associados para comparecerem à reunião no final da tarde. A entidade avisou que centenas de oficiais possuem ou possuirão precatórios e serão prejudicados. O caso é muito parecido em todas as categorias de funcionários estaduais.
- Os pequenos precatórios também são chamados de RPVs. 90% deles referem-se a dívidas com funcionários públicos, que coseguiram imediato reconhecimento judicial e ordem para que o governo faça o pagamento em 60 dias, sob risco de prisão do secretário da Fazenda. Os credores reduzem até mesmo os valores a receber, limitando-os a r$ 30 mil, perdendo muito dinheiro, porque preferem receber alguma coisa do que nada. Os precatórios maiores já possuem limitação de 1,5%.
. A reunião sairá na Assembléia.
. O governo gaúcho atual, no seu já intitulado Pacotarso, propõe limitar em R$ 200 milhões a dívida de pequenos precatórios (até R$ 30 mil) – 1,5% da receita corrente líquida. O orçamento previsto para estes pagamentos é de R$ 700 milhões. O projeto está em regime de urgência e será votado até o final da semana que vem. Nesta terça, a Comissão de Constituição e Justiça fará reunião extraordinária, convocada a duras penas, para examinar o pacote do governo. O projeto dos precatórios é o primeiro da fila para ser votad.
. O governador Tarso Genro quer reter R$ 500 milhões para enfrentar gastos – cada vez mais abundantes no seu governo.
. A Associação dos Oficiais da Brigada chamou seus associados para comparecerem à reunião no final da tarde. A entidade avisou que centenas de oficiais possuem ou possuirão precatórios e serão prejudicados. O caso é muito parecido em todas as categorias de funcionários estaduais.
- Os pequenos precatórios também são chamados de RPVs. 90% deles referem-se a dívidas com funcionários públicos, que coseguiram imediato reconhecimento judicial e ordem para que o governo faça o pagamento em 60 dias, sob risco de prisão do secretário da Fazenda. Os credores reduzem até mesmo os valores a receber, limitando-os a r$ 30 mil, perdendo muito dinheiro, porque preferem receber alguma coisa do que nada. Os precatórios maiores já possuem limitação de 1,5%.
Ex-presidente confirma que a fábrica gaúcha de chips não funciona e foi um antro de malfeitorias
Anunciada como o início da mudança da matriz industrial do RS, que pularia diretamente da agroindútria para a civilização pós-industrial, a fábrica de chipes de Porto Alegre, o Ceitec, passou ao centro de um furacão de denúncias de patifarias e malversação de dinheiro público que envolve fundo o governo Lula e seu aliado, o PSB do Rio Grande do Sul, do deputado Beto Albuquerque, que bancou politicamente o empreendimento e nomeou quase todas as diretorias. O ministério foi do seu Partido durante todo o governo Lula.
. O Ceitec já consumiu R$ 300 milhões e até agora não produziu chips – o dobro do previsto inicialmente. As obras sofreram 13 aditivos em seis anos e estão na mira do Tribunal de Contas da União. Uma auditoria identificou várias irregularidades na construção, inclusive superfaturamento de ao menos R$ 15,8 milhões, além de problemas na licitação conduzida pela gestão anterior. Nos bastidores, Mercadante classificou a situação como “um escândalo”.
. Desde o ano passado, circula em Porto Alegre uma cópia da carta de demissão de Eduard Weichselbaumer, que vive hoje na Califórnia, na qual ele revela que os equipamentos da fábrica estão tecnologicamente ultrapassados e simplesmente não funcionam, apesar de terem sido reformados.
. O editor almoçou com Eduard Weichselbaumer mais de uma vez. O executivo tem pedigree internacional e o editor avisou a ele que se daria mal no caso de prosseguir administrando “empresarialmente” como fazia. O alemão disse ao editor, em off (agora esta informação é pública, conforme reportagem deste domingo da Istoé), que o então ministro do PSB decidiu atrasar a obra em 5 anos, quando poderia ter feito tudo em um ano.
. Confrontado pela revista Istoé neste final de semana, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloísio Mercadante, o chefe dos Aloprados, que visitou o Cietec no dia 25 de abril, um ano depois da inauguração avisou:
- O PSB que armou essa bomba, ele que a desarme.
. O ministro baixou portaria criando uma comissão técnica para acompanhar a entrega do Ceitec, mas com a ressalva de que o recebimento da fábrica, “não exclui a responsabilidade civil pela solidez e segurança da obra, nem ético-profissional pela execução do contrato”. Assim, Mercadante lava as mãos sobre prováveis problemas legais
. O PSB a que se refere o ministro é o PSB do deputado Beto Albuquerque, secretário de Infraestrutura e Logística do governador Tarso Genro.
. As denúncias vieram a público neste final de semana, quando finalmente veio a público a carta do ex-presidente, o alemão Eduard R. Weichselbaumer. O executivo alemão pediu demissão em julho do ano passado. Em sua carta de demissão, Weichselbaumer denuncia as pressões que sofreu da cúpula do ministério para assinar aditivos.
. “Infelizmente a administração do Ministério da Ciência e Tecnologia dificultou e tornou completamente impossível concluir esta tarefa negociando em separado com o fornecedor”, escreveu. Segundo Weichselbaumer, a fábrica de chips poderia ter sido concluída em 12 meses, mas o ministério fez questão de postergar a obra por mais de cinco anos, um prazo considerado excessivo.
. O Ceitec já consumiu R$ 300 milhões e até agora não produziu chips – o dobro do previsto inicialmente. As obras sofreram 13 aditivos em seis anos e estão na mira do Tribunal de Contas da União. Uma auditoria identificou várias irregularidades na construção, inclusive superfaturamento de ao menos R$ 15,8 milhões, além de problemas na licitação conduzida pela gestão anterior. Nos bastidores, Mercadante classificou a situação como “um escândalo”.
. Desde o ano passado, circula em Porto Alegre uma cópia da carta de demissão de Eduard Weichselbaumer, que vive hoje na Califórnia, na qual ele revela que os equipamentos da fábrica estão tecnologicamente ultrapassados e simplesmente não funcionam, apesar de terem sido reformados.
. O editor almoçou com Eduard Weichselbaumer mais de uma vez. O executivo tem pedigree internacional e o editor avisou a ele que se daria mal no caso de prosseguir administrando “empresarialmente” como fazia. O alemão disse ao editor, em off (agora esta informação é pública, conforme reportagem deste domingo da Istoé), que o então ministro do PSB decidiu atrasar a obra em 5 anos, quando poderia ter feito tudo em um ano.
. Confrontado pela revista Istoé neste final de semana, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloísio Mercadante, o chefe dos Aloprados, que visitou o Cietec no dia 25 de abril, um ano depois da inauguração avisou:
- O PSB que armou essa bomba, ele que a desarme.
. O ministro baixou portaria criando uma comissão técnica para acompanhar a entrega do Ceitec, mas com a ressalva de que o recebimento da fábrica, “não exclui a responsabilidade civil pela solidez e segurança da obra, nem ético-profissional pela execução do contrato”. Assim, Mercadante lava as mãos sobre prováveis problemas legais
. O PSB a que se refere o ministro é o PSB do deputado Beto Albuquerque, secretário de Infraestrutura e Logística do governador Tarso Genro.
. As denúncias vieram a público neste final de semana, quando finalmente veio a público a carta do ex-presidente, o alemão Eduard R. Weichselbaumer. O executivo alemão pediu demissão em julho do ano passado. Em sua carta de demissão, Weichselbaumer denuncia as pressões que sofreu da cúpula do ministério para assinar aditivos.
. “Infelizmente a administração do Ministério da Ciência e Tecnologia dificultou e tornou completamente impossível concluir esta tarefa negociando em separado com o fornecedor”, escreveu. Segundo Weichselbaumer, a fábrica de chips poderia ter sido concluída em 12 meses, mas o ministério fez questão de postergar a obra por mais de cinco anos, um prazo considerado excessivo.
Membro da quadrilha conta que o ministro Mercadante foi mesmo o chefão do Dossiê dos Aloprados
Clipping
Rvista Veja - 18 de junho de 2011
O bancário, atual secretário Adjunto do governo de Brasília, o petista Expedito Veloso quebrou o pacto de silêncio e revelou quem foram os mentores e os arrecadadores do dinheiro que financiaria uma das maiores fraudes eleitorais que o PT tentou armar, depois do Mensalãoda.
- O chefe é o ministro Aloísio Mercadante. Ele autorizou a confecção do dossiê falso e mandou pagar tudo.
. Em 2006, às vésperas do primeiro turno das eleições, a Polícia Federal prendeu em um hotel de São Paulo petistas carregando uma mala com R$ 1,7 milhões. O dinheiro seria usado para a compra de documentos falsos que ligariam o tucano José Serra, candidato ao governo paulista, a um esquema de fraudes no Ministério da Saúde. O episódio ficou conhecido com escândalo do Dossiê dos Aloprados.
- O chefe da quadrilha foi o então senador e adversário de Serra, Aloísio Mercadante. O bancário e dirigente petista, que fez parte da quadrilha e chegou a ser preso, confirmou que o atual ministro ordenou pessoalmente a compra do dossiê falso, encomendado a dois empresários de Goiás.
. Nas investigações sobre o caso, a PF colheu 51 depoimentos, realizou 28 diligências, ordenou cinco prisões temporárias, quebrou o sigilo bancário e telefônico dos envolvidos, mas não chegou a lugar algum. Reportagem de VEJA desta semana desvenda o mistério cinco anos depois. A revista teve acesso às gravações de conversas de um dos acusados do crime, o bancário Expedito Veloso, atual secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal. Procurado pela reportagem, Expedito confirmou o teor das conversas, ao mesmo tempo em que se mostrou surpreso com o fato de terem sido gravadas. "Era um desabafo dirigido a colegas do partido", disse.
CLIQUE AQUI para ler a materia completa.
Rvista Veja - 18 de junho de 2011
O bancário, atual secretário Adjunto do governo de Brasília, o petista Expedito Veloso quebrou o pacto de silêncio e revelou quem foram os mentores e os arrecadadores do dinheiro que financiaria uma das maiores fraudes eleitorais que o PT tentou armar, depois do Mensalãoda.
- O chefe é o ministro Aloísio Mercadante. Ele autorizou a confecção do dossiê falso e mandou pagar tudo.
. Em 2006, às vésperas do primeiro turno das eleições, a Polícia Federal prendeu em um hotel de São Paulo petistas carregando uma mala com R$ 1,7 milhões. O dinheiro seria usado para a compra de documentos falsos que ligariam o tucano José Serra, candidato ao governo paulista, a um esquema de fraudes no Ministério da Saúde. O episódio ficou conhecido com escândalo do Dossiê dos Aloprados.
- O chefe da quadrilha foi o então senador e adversário de Serra, Aloísio Mercadante. O bancário e dirigente petista, que fez parte da quadrilha e chegou a ser preso, confirmou que o atual ministro ordenou pessoalmente a compra do dossiê falso, encomendado a dois empresários de Goiás.
. Nas investigações sobre o caso, a PF colheu 51 depoimentos, realizou 28 diligências, ordenou cinco prisões temporárias, quebrou o sigilo bancário e telefônico dos envolvidos, mas não chegou a lugar algum. Reportagem de VEJA desta semana desvenda o mistério cinco anos depois. A revista teve acesso às gravações de conversas de um dos acusados do crime, o bancário Expedito Veloso, atual secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal. Procurado pela reportagem, Expedito confirmou o teor das conversas, ao mesmo tempo em que se mostrou surpreso com o fato de terem sido gravadas. "Era um desabafo dirigido a colegas do partido", disse.
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Aécio cai do cavalo e é internado em MG
O senador e ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB-MG) sofreu um acidente enquanto cavalgava nas proximidades da fazenda de sua família em Cláudio, no interior de Minas.
. O cavalo tombou, levando o tucano ao chão. Aécio quebrou a clavícula direita, além de cinco costelas do lado direito do corpo. Segundo a assessoria do mineiro, o acidente ocorreu no fim da tarde de anteontem, quando ele praticava montaria com um primo e um amigo.
. Após a queda, Aécio foi levado a um hospital de Belo Horizonte, a cerca de 130 km do local do acidente, onde ficou internado até a noite de ontem e de onde foi levado para descansar em casa.
. O cavalo tombou, levando o tucano ao chão. Aécio quebrou a clavícula direita, além de cinco costelas do lado direito do corpo. Segundo a assessoria do mineiro, o acidente ocorreu no fim da tarde de anteontem, quando ele praticava montaria com um primo e um amigo.
. Após a queda, Aécio foi levado a um hospital de Belo Horizonte, a cerca de 130 km do local do acidente, onde ficou internado até a noite de ontem e de onde foi levado para descansar em casa.
Maldição ronda ministros que Dilma herdou de Lula
A vida não anda fácil para a maior parte dos representantes lulistas herdados pela presidente Dilma Rousseff. Há poucos dias, o mais forte deles, Antonio Palocci, tombou após cinco meses na metafórica, e meteórica, função de primeiro-ministro.
. Fernando Haddad, titular da Educação e aposta do ex-presidente para disputar pelo PT a Prefeitura de São Paulo, admite internamente tentar a sorte fora da pasta. Entrou na berlinda com polêmicas sobre livros didáticos e foi desautorizado a distribuir o kit anti-homofobia no auge da crise.
. O "inferno astral" atingiu também integrantes de outros partidos. Carlos Lupi, pedetista à frente do Trabalho, não entregou todos os votos da sigla em apoio ao salário mínimo de R$ 545. Durante a crise, dois senadores da sigla assinaram pedido de CPI. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, principal peemedebista de Lula, perdeu atribuições e orçamento. Tem dito a interlocutores que pretende antecipar seu desembarque do governo.
. Fernando Haddad, titular da Educação e aposta do ex-presidente para disputar pelo PT a Prefeitura de São Paulo, admite internamente tentar a sorte fora da pasta. Entrou na berlinda com polêmicas sobre livros didáticos e foi desautorizado a distribuir o kit anti-homofobia no auge da crise.
. O "inferno astral" atingiu também integrantes de outros partidos. Carlos Lupi, pedetista à frente do Trabalho, não entregou todos os votos da sigla em apoio ao salário mínimo de R$ 545. Durante a crise, dois senadores da sigla assinaram pedido de CPI. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, principal peemedebista de Lula, perdeu atribuições e orçamento. Tem dito a interlocutores que pretende antecipar seu desembarque do governo.
Brasil: 10,5 milhões vivem com até R$ 39 por mês
Uma população estimada em 10,5 milhões de brasileiros - equivalente ao Estado do Paraná - vive em domicílios com renda familiar de até R$ 39 mensais por pessoa. São os mais miseráveis entre 16,267 milhões de miseráveis - quase a população do Chile - contabilizados pelo governo federal na elaboração do programa Brasil sem Miséria.
. Dados do Censo 2010 recém-divulgados pelo IBGE que municiaram a formatação do programa federal oferecem uma radiografia detalhada da população que vive abaixo da linha de pobreza extrema, ou seja, com renda familiar de até R$ 70 mensais por pessoa - que representam 8,5% dos 190 milhões de brasileiros.
. A estimativa dos que sobrevivem com até R$ 39 mensais per capita é a soma dos 4,8 milhões de miseráveis que moram em domicílios sem renda alguma e 5,7 milhões de moradores em domicílios com rendimento de R$ 1 a R$ 39 mensais. Estima-se que outros de 5,7 milhões vivem com renda entre R$ 40 e R$ 70 mensais por pessoa da família.
. Dados do Censo 2010 recém-divulgados pelo IBGE que municiaram a formatação do programa federal oferecem uma radiografia detalhada da população que vive abaixo da linha de pobreza extrema, ou seja, com renda familiar de até R$ 70 mensais por pessoa - que representam 8,5% dos 190 milhões de brasileiros.
. A estimativa dos que sobrevivem com até R$ 39 mensais per capita é a soma dos 4,8 milhões de miseráveis que moram em domicílios sem renda alguma e 5,7 milhões de moradores em domicílios com rendimento de R$ 1 a R$ 39 mensais. Estima-se que outros de 5,7 milhões vivem com renda entre R$ 40 e R$ 70 mensais por pessoa da família.
m.grupo avisa que tem fôlego e apetite
O m.grupo está com muito fôlego e muito apetite. Sua próxima incursão, depois de Capão, Porto Alegre e Gravataí, será de novo em Santa Catarina, onde começou seus investimentos imobiliários quando desembarcou no Sul.
. A empresa está muito interessada na área de shopping center.
. A empresa está muito interessada na área de shopping center.
Tarso também cala sobre renegociação da dívida do Estado
O governo gaúcho está muito calado sobre a proposta de corrigir pela Taxa Selic (12% ao ano) a dívida dos Estados com a União.
. O contrato fechado pelo presidente FHC e o governador Britto, consagrou correção pelo IGP-DI (11,3% no ano passado) e mais 7,5% ao ano.
. O contrato fechado pelo presidente FHC e o governador Britto, consagrou correção pelo IGP-DI (11,3% no ano passado) e mais 7,5% ao ano.
Depois de Sandro Boka, Mendes Filho também quer Funasa, GHC, Conab, Anvisa e Trensurb
Não ficará na CGTEE a indicação de integrantes do PMDB gaúcho para cargos federais no RS.
. O deputado Mendes Filho emplacou o ex-deputado Sandro Boka na diretoria Administrativa da CGTEE, mas tem mais candidatos para o Grupo Conceição, Funasa, Conab, Anvisa e Trensurb.
- A lista não é conclusiva.
. O deputado Mendes Filho emplacou o ex-deputado Sandro Boka na diretoria Administrativa da CGTEE, mas tem mais candidatos para o Grupo Conceição, Funasa, Conab, Anvisa e Trensurb.
- A lista não é conclusiva.
Imprensa cedeu lugar para o Bunker da Estrela Vermelha no Piratini
Já estão no Edifício Castelo, rua Siqueira Campos, todos os jornalistas que trabalhavam nos porões do Palácio Piratini.
. Há 50 anos funcionaram ali as assessorias e secretarias de imprensa dos governos.
- Os jornalistas já aplicaram novo apelido aos porões: Bunker da Estrela Vermelha. O chefe de tudo é o secretário Geral do governo do Estado, o ex-deputado Estilac Xavier.
Cozinha contemporânea gaúcha, Bah
Somente R$ 29,00 (entrada, prato principal e sobremesa), exclusivamente no almoço (com taça de vinho, R$ 34,00). À noite e finais de semana, cardápio da cozinha contemporânea gaúcha. O melhor, segundo Veja.
BarraShoppingSul, fone (51) 3247.3000.
CLIQUE AQUI para saber mais sobre o Bah.
. Há 50 anos funcionaram ali as assessorias e secretarias de imprensa dos governos.
- Os jornalistas já aplicaram novo apelido aos porões: Bunker da Estrela Vermelha. O chefe de tudo é o secretário Geral do governo do Estado, o ex-deputado Estilac Xavier.
Cozinha contemporânea gaúcha, Bah
Somente R$ 29,00 (entrada, prato principal e sobremesa), exclusivamente no almoço (com taça de vinho, R$ 34,00). À noite e finais de semana, cardápio da cozinha contemporânea gaúcha. O melhor, segundo Veja.
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Com Dilma presente, governo lança Plano de safra de R$ 107,2bilhões
O governo lançou nesta sexta em Ribeirão Preto o Plano Agrícola e Pecuário 2011/2-012, pevendo a liberação de R$ 107,2 bilhões em financiamentos para a safra, já a partir de 1° de julho. A ideia é aumentar a produção de grãos para 170 milhões de toneladas (5% mais).
. A presidente Dilma Rousseff prometeu estar presente ao ato e compareceu.
. Este ano haverá dinheiro também para citricultura, pecuária e cana. O ministro Wagner Rossi abriu destaque para a notícia sobre as primeiras linhas de financiamento para a pecuária, para a retenção de matrizes bovinas e, principalmente, a renovação de pastagens, o que deve aumentar a produtividade por hectare do plantel brasileiro.
— Vamos sair de 1,2 cabeças por hectare para até três cabeças por hectare em 10 anos. Isso muda o patamar do plantel e libera terra para a agricultura – explicou.
. Um dos destaques do Plano é a ampliação da linha de financiamento para o médio produtor, para até R$ 700 mil.
. A presidente Dilma Rousseff prometeu estar presente ao ato e compareceu.
. Este ano haverá dinheiro também para citricultura, pecuária e cana. O ministro Wagner Rossi abriu destaque para a notícia sobre as primeiras linhas de financiamento para a pecuária, para a retenção de matrizes bovinas e, principalmente, a renovação de pastagens, o que deve aumentar a produtividade por hectare do plantel brasileiro.
— Vamos sair de 1,2 cabeças por hectare para até três cabeças por hectare em 10 anos. Isso muda o patamar do plantel e libera terra para a agricultura – explicou.
. Um dos destaques do Plano é a ampliação da linha de financiamento para o médio produtor, para até R$ 700 mil.
Royalties: silêncio de Tarso pode prejudicar o RS em R$ 1,4 bilhão por ano
É oceânico o silêncio do governador Tarso Genro sobre a votação do veto aposto pelo ex-presidente Lula ao projeto que redistribui os royalties do petróleo.
. No ano passado, em plena campanha eleitoral, Tarso Genro opôs-se publicamente à Emenda Ibsen Pinheiro. Ele foi ao Rio para dar apoio ao governador Sérgio Cabral, o que significou oposição à redistribuição do dinheiro - inclusive para o Estado e para os municípios do RS.
- O governador gaúcho não terá coragem de manter a posição.
. O editor falou nesta sexta, sobre isto, com o deputado Alceu Moreira, PMDB do RS (Alceu Moreira é de Osório, município que recebe royalties do petróleo):
Tarso não está muito quieto?
Não consigo explicar esse silêncio. Terá havido alguma acordo eleitoral?
O RS perde com o silêncio dele?
E como! Campos, sozinho, recebe R$ 9 bilhões e o RS apenas R$ 92 milhões. Com a derrubada do veto, receberemos agora, este ano, R$ 544 milhões. Chegaremos a R$ 1,5 bilhão em cinco anos.
Tarso não está muito quieto?
Não consigo explicar esse silêncio. Terá havido alguma acordo eleitoral?
O RS perde com o silêncio dele?
E como! Campos, sozinho, recebe R$ 9 bilhões e o RS apenas R$ 92 milhões. Com a derrubada do veto, receberemos agora, este ano, R$ 544 milhões. Chegaremos a R$ 1,5 bilhão em cinco anos.
Entrevista - FMI revisa para baixo as previsões sobre o PIB do Brasil. Conheça as razões.
Diogo Costa, professor de Relações Internacionais do Ibmec, Belo Horizonte (pelo iPhone).
O FMI acaba de revisar para baixo as previsões de crescimento do PIB do Brasil. Para quanto?
4,1% para este ano (a previsão anterior era 4,5%) e 3,6% para o ano que vem.
Ainda é otimista?
Menos. As revisões são para baixo, o que refletem pessimismo em relação ao cenário global, consequentemente também sobre o Brasil.
Menos. As revisões são para baixo, o que refletem pessimismo em relação ao cenário global, consequentemente também sobre o Brasil.
O que houve?
O que houve é que o FMI constatou que as soluções destinadas a injetar dinheiro grosso no mercado para reaquecer a economia, sobretudo nos Estados Unidos, não foram duradouras. É preciso um ajuste forte, com cortes pesados e muita austeridade fiscal.
O que houve é que o FMI constatou que as soluções destinadas a injetar dinheiro grosso no mercado para reaquecer a economia, sobretudo nos Estados Unidos, não foram duradouras. É preciso um ajuste forte, com cortes pesados e muita austeridade fiscal.
Brasil também?
Por certo.
Mas o governo brasileiro não parece disposto a fazer isto? Não parece haver alguém com predominância na condução do processo de ajuste. As medidas se anulam, mas transparece o desejo de apertar o cinto.
E-mail: diogocosta@gmail.com
E-mail:
Moody's adverte sobre risco da Lupatech
A agência de riscos Moody's acha que a estrutura de capital da Lupatech, Caxias do Sul, não é sustentável.
. Em miúdos, a Moody's avisa que as dívidas da companhia passaram do limite.
- No período de 12 meses, refletindo as inquietações do mercado, as ações da Lupatech acusaram queda de 53%.
. Em miúdos, a Moody's avisa que as dívidas da companhia passaram do limite.
- No período de 12 meses, refletindo as inquietações do mercado, as ações da Lupatech acusaram queda de 53%.
Conheça melhor o m.grupo. Ele investe num shopping de R$ 250 mi em Gravataí
Ao contrário do que acham muitos homens do mercado imobiliário gaúcho. O m.grupo não tem nada a ver com as Lojas Mariza, embora seus principais controladores sejam da mesma família.
. O editor quis conversar com Lorival Rodrigues, dono do m.grupo, que tem sede em Porto Alegre. A empresa é também dirigida pelo filho de Lorival, Cyro Santiago Rodrigues, que nesta quinta-feira estava viajando (Cyro é articuladíssimo e tem funções de CEO).
. O m.grupo atraiu para ajudá-lo o dono da ProOverseas, Eduardo Oltramari, que o ajuda a implantar o primeiro shopping center de Gravataí, 255 mil habitantes, localizado a 20 km de Porto Alegre (Gravataí é a sede da GM e cresce geometricamente). Ali estão sendo investidos R$ 250 milhões. O complexo do shopping inclui também duas torres comerciais e tres residenciais, além de um hotel com bandeira Intercity. "Já comercializamos 62% dos espaços comerciais do shopping de 32 mil m²", disseram Lorival Rodrigues e Eduardo Oltramari ao editor.
. Gravataí que nem cinema tem, contará com 5 cinemas, 2 em 3D, no shopping center, que terá também 5 âncoras.
. Isto tudo ficará pronto antes da Copa de 2014.
- O m.grupo começou seus investimentos imobiliários gaúchos por Capão da Canoa, onde construiu o condomínio Dhubai (os 400 lotes foram todos vendidos, mas começaram vendas de casas de R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão). Além de Gravataí, o m.grupo decidiu tocar quatro novos hotéis em Porto Alegre, dois dos quais topo de linha com o Intercity.
E-mail: lorival@mgrupo.net
Site: www.mgrupo.net
BIER MARKT
52 marcas de chopes e cervejas artesanais de várias partes do globo, harmonizados com petiscos inspirados na gastronomia alemã (experimente salsicha bock com chucrute ao bacon). Peça apfelstrudel de sobremesa, com sorvete de creme. Rua Castro Alves 442, fone 3013.2300. Site: http://www.biermarkt.com.br/
- Agora com mais lugares.
. O editor quis conversar com Lorival Rodrigues, dono do m.grupo, que tem sede em Porto Alegre. A empresa é também dirigida pelo filho de Lorival, Cyro Santiago Rodrigues, que nesta quinta-feira estava viajando (Cyro é articuladíssimo e tem funções de CEO).
. O m.grupo atraiu para ajudá-lo o dono da ProOverseas, Eduardo Oltramari, que o ajuda a implantar o primeiro shopping center de Gravataí, 255 mil habitantes, localizado a 20 km de Porto Alegre (Gravataí é a sede da GM e cresce geometricamente). Ali estão sendo investidos R$ 250 milhões. O complexo do shopping inclui também duas torres comerciais e tres residenciais, além de um hotel com bandeira Intercity. "Já comercializamos 62% dos espaços comerciais do shopping de 32 mil m²", disseram Lorival Rodrigues e Eduardo Oltramari ao editor.
. Gravataí que nem cinema tem, contará com 5 cinemas, 2 em 3D, no shopping center, que terá também 5 âncoras.
. Isto tudo ficará pronto antes da Copa de 2014.
- O m.grupo começou seus investimentos imobiliários gaúchos por Capão da Canoa, onde construiu o condomínio Dhubai (os 400 lotes foram todos vendidos, mas começaram vendas de casas de R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão). Além de Gravataí, o m.grupo decidiu tocar quatro novos hotéis em Porto Alegre, dois dos quais topo de linha com o Intercity.
E-mail: lorival@mgrupo.net
Site: www.mgrupo.net
BIER MARKT
52 marcas de chopes e cervejas artesanais de várias partes do globo, harmonizados com petiscos inspirados na gastronomia alemã (experimente salsicha bock com chucrute ao bacon). Peça apfelstrudel de sobremesa, com sorvete de creme. Rua Castro Alves 442, fone 3013.2300. Site: http://www.biermarkt.com.br/
- Agora com mais lugares.
Piratini continua calado sobre mudança de indexadores no caso da dívida com a União
O governo gaúcho está muito calado sobre a proposta de corrigir pela Taxa Selic (12% ao ano) a dívida dos Estados com a União.
. O contrato fechado pelo presidente FHC e o governador Britto, consagrou correção pelo IGP-DI (11,3% no ano passado) e mais 7,5% ao ano. A dívida gaúcha com a União é de R$ 33 bilhões.
. O contrato fechado pelo presidente FHC e o governador Britto, consagrou correção pelo IGP-DI (11,3% no ano passado) e mais 7,5% ao ano. A dívida gaúcha com a União é de R$ 33 bilhões.
Oposição quer forçar indicação de relator para impugnar o Pacotarso
PMDB, PP, PSDB, PPS e DEM tentarão emplacar um relator ao Pacotarso, terça-feira, na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia.
. Quatro dos cinco projetos correm regime de urgência e o governo quer votar tudo direto, no afogadilho, sem discussões, patrolando. A oposição acha que pelo menos os dois projetos sobre a previdência e outro sobre precatórios, são inconstitucionais.
. Quatro dos cinco projetos correm regime de urgência e o governo quer votar tudo direto, no afogadilho, sem discussões, patrolando. A oposição acha que pelo menos os dois projetos sobre a previdência e outro sobre precatórios, são inconstitucionais.
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