Dentro de instantes, as 22h, a Band TV fará o primeiro debate eleitoral do segundo turno. Somente no primeiro bloco os candidatos responderão perguntas de terceiros. A partir daí, será cara a cara, sem interveniência do mediador, Ricardo Boechat.
. Além do debate da Band, já estão marcados outros dois embates: o da Rede Record, no dia 24, e o da Rede Globo, para o dia 29, antevéspera do segundo turno. Segundo a Rede TV!, PT e PSDB ainda negociam com a emissora a realização de um debate, que, a princípio, aconteceria no dia 17 - uma semana depois da Bandeirantes.
Aborto e valores sociais - Atenção Dilma, PT, Ciro Gomes, Dines: é proibido proibir a discussão.
Como PT, Dilma e Lula não se encorajam, alguns pocos políticos (Ciro Gomes) e jornalistas (Alberto Dines) animaram-se a abrir as baterias contra os religiosos que querem introduzir a discussão sobre o aborto nestas eleições.
. Os argumentos são surrados: o Brasil é um Estado laico.
. A discussão não é sobre isto.
. O debate sobre o aborto traz junto a necessária discussão sobre valores éticos e morais, portanto também políticos, religiosos, sociais, econômicos e culturais relacionados com os fundamentos e a organização da própria sociedade. Inúmeros segmentos sociais de caráter frouxo, integrados por gente como Gomes e Dines, tocam campanhas desestruturadoras dos valores ocidentais e cristãos mais caros à civilização que surgiu a partir dos cânones greco-romanos e judaico-cristãos, depois atualizados pela açãolmodernizadora do iluminismo, confundindo as conquistas ali obtidas, sempre sob o manto da licenciosidade clara ou obscura. Este debate precisava ser feito e está sendo feito. Na sociedade brasileira, é majoritário o sentimento de que são inaceitáveis a desestruração familiar e social, como o aborto, o casamento gay, a adoção de filhos por parte de casais do mesmo sexo; mais a liberação da maconha e o uso indiscriminado das drogas, o controle da imprensa e de toda liberdade de expressão, a perseguição aos ritos e símbolos religiosos, o desregramento sobre a coisa pública, a mentira, o patrimonialismo, a demagogia, o nepotismo e todas as formas de mentiras e dissimulações
. É isto que se discute e é isto que a sociedade quer que seus candidatos discutam, colocando claramente suas biografias sobre a mesa, sem mentiras, sem dissimulações - apenas com a força da verdade.
. É proibido proibir.
. Os argumentos são surrados: o Brasil é um Estado laico.
. A discussão não é sobre isto.
. O debate sobre o aborto traz junto a necessária discussão sobre valores éticos e morais, portanto também políticos, religiosos, sociais, econômicos e culturais relacionados com os fundamentos e a organização da própria sociedade. Inúmeros segmentos sociais de caráter frouxo, integrados por gente como Gomes e Dines, tocam campanhas desestruturadoras dos valores ocidentais e cristãos mais caros à civilização que surgiu a partir dos cânones greco-romanos e judaico-cristãos, depois atualizados pela açãolmodernizadora do iluminismo, confundindo as conquistas ali obtidas, sempre sob o manto da licenciosidade clara ou obscura. Este debate precisava ser feito e está sendo feito. Na sociedade brasileira, é majoritário o sentimento de que são inaceitáveis a desestruração familiar e social, como o aborto, o casamento gay, a adoção de filhos por parte de casais do mesmo sexo; mais a liberação da maconha e o uso indiscriminado das drogas, o controle da imprensa e de toda liberdade de expressão, a perseguição aos ritos e símbolos religiosos, o desregramento sobre a coisa pública, a mentira, o patrimonialismo, a demagogia, o nepotismo e todas as formas de mentiras e dissimulações
. É isto que se discute e é isto que a sociedade quer que seus candidatos discutam, colocando claramente suas biografias sobre a mesa, sem mentiras, sem dissimulações - apenas com a força da verdade.
. É proibido proibir.
Jornalista da Folha erra quando compara laranjas com bananas
DataFolha, 2 de outubro (pesquisa sobre hipotético segundo turno)
Dilma Roussef, 52%
José Serra, 40%
- Diferença pró Dilma: 12%
DataFolha, 9 de outubro (pesquisa sobre a foto do dia e não sobre a expectativa do eleitor para a eleição do dia 31)
Dilma Roussef, 48%
JoséSerra, 41%
- Diferença pró Dilma: 7%
. E o jornalista Fernando Rodrigues, da Folha, neste domingo, avisa que Dilma caiu um"pouquinho", mas que José Serra não ganhou nada, e que por isto continua tudo mais ou menos como estava. Ele compara laranjas com bananas, já que seus pontos de exame são pesquisas do dia 2, sobre um hipotético segundo turno que poderia ocorrer, e pesquisa do dia 9, já no segundo turno, mas desta vez com o retrato do dia e não sobre a expectativa do eleitor relativamente às eleições do dia 31. Ainda assim, como o jornalista da Folha não exibe nenhum argumento que sustente sua tese, basta examinar aritmeticamente os números e verificar que Dilma perdeu 4 pontos em relação ao total que possuía na pesquisa do dia 2, enquanto que Serra ampliou sua margem em 1%. A diferença entre ambos, que era de 12 pontos (eventual segundo turno e o retrato do dia 9) , caiu para 7 pontos, fora de qualquer margem de erro.
. A verdadeira comparação só pode ser feita entre equações montadasa de modos semelhantes, embora com datas diferentes. Não é possível comparar equações formuladas com fatores totalmente diversos.
. Assim, a comparação que o jornalista Fernando Rodrigues não fez e deveria ter feito, é a que mede a última pesquisa de intenções de votos do DataFolha, antes do pleito, comparativamente a esta pesquisa do dia 9.
- Não dá para forçar a barra, porque sem dúvida alguma Dilma abriu o segundo turno em claro viés de baixa, enquanto ocorre o contrário com Serra. Se é para usar equações montadas de modo diferente, o editor prefere ficar com os 32,6% de Serra e os 46,8% de Serra e Dilma nas eleições do dia 3, comparando-os com os 46% e 54% de votos válidos atribuídos a ambos pela pesquisa de sábado do DataFolha.
Dilma Roussef, 52%
José Serra, 40%
- Diferença pró Dilma: 12%
DataFolha, 9 de outubro (pesquisa sobre a foto do dia e não sobre a expectativa do eleitor para a eleição do dia 31)
Dilma Roussef, 48%
JoséSerra, 41%
- Diferença pró Dilma: 7%
. E o jornalista Fernando Rodrigues, da Folha, neste domingo, avisa que Dilma caiu um"pouquinho", mas que José Serra não ganhou nada, e que por isto continua tudo mais ou menos como estava. Ele compara laranjas com bananas, já que seus pontos de exame são pesquisas do dia 2, sobre um hipotético segundo turno que poderia ocorrer, e pesquisa do dia 9, já no segundo turno, mas desta vez com o retrato do dia e não sobre a expectativa do eleitor relativamente às eleições do dia 31. Ainda assim, como o jornalista da Folha não exibe nenhum argumento que sustente sua tese, basta examinar aritmeticamente os números e verificar que Dilma perdeu 4 pontos em relação ao total que possuía na pesquisa do dia 2, enquanto que Serra ampliou sua margem em 1%. A diferença entre ambos, que era de 12 pontos (eventual segundo turno e o retrato do dia 9) , caiu para 7 pontos, fora de qualquer margem de erro.
. A verdadeira comparação só pode ser feita entre equações montadasa de modos semelhantes, embora com datas diferentes. Não é possível comparar equações formuladas com fatores totalmente diversos.
. Assim, a comparação que o jornalista Fernando Rodrigues não fez e deveria ter feito, é a que mede a última pesquisa de intenções de votos do DataFolha, antes do pleito, comparativamente a esta pesquisa do dia 9.
- Não dá para forçar a barra, porque sem dúvida alguma Dilma abriu o segundo turno em claro viés de baixa, enquanto ocorre o contrário com Serra. Se é para usar equações montadas de modo diferente, o editor prefere ficar com os 32,6% de Serra e os 46,8% de Serra e Dilma nas eleições do dia 3, comparando-os com os 46% e 54% de votos válidos atribuídos a ambos pela pesquisa de sábado do DataFolha.
Artigo - Marina e Dilma nunca foram próximas e se destetam.
No seu artigo deste domingo, a jornalista Miriam Leitão diz que o PT, inclusive gente como Tarso Genro, e Dilma, mistificam quando dizem que Dilma está mais próxima de Marina do que de Serra. É possível e até compreensível que Marina não esteja próxima de Serra, porque não são e nunca foram muito próximos, mas Marina saiu do governo em meio a sucessivas trombadas com Dilma. Elas se detestam. Eis o que escreve Leitão:
- A verdade é que elas nunca se entenderam na hora das decisões. Marina e Dilma são opostos. Os conflitos foram abundantes nos anos em que ambas conviveram no governo. Dilma mandou alagar a Mata Atlântica, aumentou a energia fóssil na matriz, ignorou a colega no PAC, iniciouobras controversas e afastou Marina do Plano Amazônia Sustentável.Dilma esqueceu dos conflitos por conveniência eleitoral, mas os registros ficaram nos jornais.
CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo de Miriam Leitão.
- A verdade é que elas nunca se entenderam na hora das decisões. Marina e Dilma são opostos. Os conflitos foram abundantes nos anos em que ambas conviveram no governo. Dilma mandou alagar a Mata Atlântica, aumentou a energia fóssil na matriz, ignorou a colega no PAC, iniciouobras controversas e afastou Marina do Plano Amazônia Sustentável.Dilma esqueceu dos conflitos por conveniência eleitoral, mas os registros ficaram nos jornais.
CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo de Miriam Leitão.
Análise do editor sobre o debate desta noite na Band TV
Esta noite, 22h, na Band TV, ocorrerá o primeiro debate do segundo turno, mas não o último. Serra e Dilma poderão duelar 10 vezes até o dia 31.
. Não haverá derramamento de sangue esta noite.
. Dilma Roussef está claramente na defensiva, cresceu apenas dois pontos, enquanto Serra avançou espetacularmente, avançou seis pontos e ameaça a liderança da candidata do PT e de Lula. Seu viés é de alta.
. Num debate sem a responsabilidade de decidir uma eleição nacional, Dilma Roussef nem seria páreo para José Serra, acostumado a duelar com adversários ferozes desde os 17 anos de idade, além disto bem mais bem equipado intelectual, cultural, acadêmica e administrativamente. Isto o ajudará a administrar o debate desta noite, sem conduzir o duelo à humilhação da adversária, fragilizada pelos resultados adversos das urnas, pelo castigo que sofre por parte da mídia e por uma doença mortífera. Neste caso, vale o velho conselho do senador Pinheiro Machado, passado ao motorista que queria fugir da turba que perseguia o caudilho gaúcho nas escadarias do Palácio Monroe, no Rio:
- Não vá tão rápido que pareça que estejamos em fuga, mas também nao tão devagar que pareça que estejamos provocando.
.O debate desta noite na Band TV, com regras muito frouxas, tempo livre, vis-a-vis, será muito superior aos duelos anteriores, mas não será agressivo. Não haverá exterminador na telinha.
- Os temores de Dilma Roussef, do PT e de Lula, em relação ao debate desta noite, pode ser revelado por este dado aparentemente inofensivo, mas que diz tudo:
-Na negociação das regras do debate com a Band, a campanha de Dilma vetou o uso da "tela dividida", que permite ao telespectador observar o semblante do candidato enquanto o adversário lhe faz pergunta.
. Não haverá derramamento de sangue esta noite.
. Dilma Roussef está claramente na defensiva, cresceu apenas dois pontos, enquanto Serra avançou espetacularmente, avançou seis pontos e ameaça a liderança da candidata do PT e de Lula. Seu viés é de alta.
. Num debate sem a responsabilidade de decidir uma eleição nacional, Dilma Roussef nem seria páreo para José Serra, acostumado a duelar com adversários ferozes desde os 17 anos de idade, além disto bem mais bem equipado intelectual, cultural, acadêmica e administrativamente. Isto o ajudará a administrar o debate desta noite, sem conduzir o duelo à humilhação da adversária, fragilizada pelos resultados adversos das urnas, pelo castigo que sofre por parte da mídia e por uma doença mortífera. Neste caso, vale o velho conselho do senador Pinheiro Machado, passado ao motorista que queria fugir da turba que perseguia o caudilho gaúcho nas escadarias do Palácio Monroe, no Rio:
- Não vá tão rápido que pareça que estejamos em fuga, mas também nao tão devagar que pareça que estejamos provocando.
.O debate desta noite na Band TV, com regras muito frouxas, tempo livre, vis-a-vis, será muito superior aos duelos anteriores, mas não será agressivo. Não haverá exterminador na telinha.
- Os temores de Dilma Roussef, do PT e de Lula, em relação ao debate desta noite, pode ser revelado por este dado aparentemente inofensivo, mas que diz tudo:
-Na negociação das regras do debate com a Band, a campanha de Dilma vetou o uso da "tela dividida", que permite ao telespectador observar o semblante do candidato enquanto o adversário lhe faz pergunta.
Aborto ilegal mata uma mulher a cada dois dias no Brasil
Clipping
Aborto ilegal mata uma mulher a cada dois dias
Jornal O Globo - 10 de outubro de 2010
Enquanto religião e política se misturam na campanha presidencial, reportagem de O GLOBO deste domingo revela que uma mulher aborta a cada 33 segundos e a prática insegura mata uma brasileira a cada dois dias, sendo que um abortamento é feito para cada 3,5 nascidos vivos.
Tema polêmico, desde que o aborto passou a ser assunto central da campanha, sendo responsável, segundo pesquisas, por ajudar a levar a eleição para o segundo turno, os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) têm se esforçado para manter a discussão vinculada ao viés moral e religioso. Dilma, por exemplo, já disse em vídeo na Folha, que é a favor do aborto. Agora que é candidata, no horário eleitoral, diz que é contra o aborto.
De acordo com dados do Sistema Único de Saúde (SUS), 183,6 mil atendimentos de mulheres que abortaram, sofreram complicações e precisaram passar por uma curetagem foram feitos em 2009.
Segundo as estimativas dos médicos, para cada caso que acaba no hospital, outros quatro abortos foram feitos no mais absoluto silêncio.
Só em 2009, 942.713 abortamentos induzidos foram realizados no país. A conta, feita pelo pesquisador Mario Monteiro, da Uerj, a partir de dados do SUS, não leva em conta os abortos espontâneos e as mulheres que abortaram em clínicas particulares ou em casa e não precisaram recorrer ao sistema público.
Feito às escuras e das mais variadas formas - desde o uso de medicamentos, chás e até com objetos perfurantes -, o aborto é, de acordo com o Ministério da Saúde, responsável por 15% das mortes maternas, sendo a quarta causa de mortalidade de mães no Brasil.
Em média, 200 brasileiras morrem por ano. Os únicos tipos permitidos são o "humanitário" (quando a mulher sofre violência sexual) e o "terapêutico" (para mulheres em risco de vida).
O aborto em caso de anencefalia (o bebê, se nascer, não terá cérebro) ainda é polêmico no Supremo Tribunal Federal (STF). Para os outros casos, a mulher que abortar pode ser condenada a até três anos de prisão.
Aborto ilegal mata uma mulher a cada dois dias
Jornal O Globo - 10 de outubro de 2010
Enquanto religião e política se misturam na campanha presidencial, reportagem de O GLOBO deste domingo revela que uma mulher aborta a cada 33 segundos e a prática insegura mata uma brasileira a cada dois dias, sendo que um abortamento é feito para cada 3,5 nascidos vivos.
Tema polêmico, desde que o aborto passou a ser assunto central da campanha, sendo responsável, segundo pesquisas, por ajudar a levar a eleição para o segundo turno, os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) têm se esforçado para manter a discussão vinculada ao viés moral e religioso. Dilma, por exemplo, já disse em vídeo na Folha, que é a favor do aborto. Agora que é candidata, no horário eleitoral, diz que é contra o aborto.
De acordo com dados do Sistema Único de Saúde (SUS), 183,6 mil atendimentos de mulheres que abortaram, sofreram complicações e precisaram passar por uma curetagem foram feitos em 2009.
Segundo as estimativas dos médicos, para cada caso que acaba no hospital, outros quatro abortos foram feitos no mais absoluto silêncio.
Só em 2009, 942.713 abortamentos induzidos foram realizados no país. A conta, feita pelo pesquisador Mario Monteiro, da Uerj, a partir de dados do SUS, não leva em conta os abortos espontâneos e as mulheres que abortaram em clínicas particulares ou em casa e não precisaram recorrer ao sistema público.
Feito às escuras e das mais variadas formas - desde o uso de medicamentos, chás e até com objetos perfurantes -, o aborto é, de acordo com o Ministério da Saúde, responsável por 15% das mortes maternas, sendo a quarta causa de mortalidade de mães no Brasil.
Em média, 200 brasileiras morrem por ano. Os únicos tipos permitidos são o "humanitário" (quando a mulher sofre violência sexual) e o "terapêutico" (para mulheres em risco de vida).
O aborto em caso de anencefalia (o bebê, se nascer, não terá cérebro) ainda é polêmico no Supremo Tribunal Federal (STF). Para os outros casos, a mulher que abortar pode ser condenada a até três anos de prisão.
Dilma: "Ministros Furlan e Rodrigues foram igual a Ibanez e ninguém falou nada"
OPINIÃO DO LEITOR
Jorge Felix, Rio, RJ
Em "O Globo" de hoje, 9/10, matéria do conceituado jornalista Gerson Camarotti, a candidata Dilma dá uma amostra de seu modo de pensar, sua ética e seu cinismo.
. " Para se defender, acusa até os ex-ministros de LULA os empresários Luiz Fernando Furlan e Roberto Rodrigues:
" NÃO FORAM QUESTIONADOS"
. Ela não quis responder, quando foi confrontada com o fato do questionamento não se devia ao fato do do ex-assessor ser sócio de uma empresa, mas que essa empresa fez negócios com a Petrobras, diz ainda o jornal em matéria assinada.não é boato. É falta de vergonha mesmo. E ela ainda quer ser presidente ?
Jorge Felix, Rio, RJ
Em "O Globo" de hoje, 9/10, matéria do conceituado jornalista Gerson Camarotti, a candidata Dilma dá uma amostra de seu modo de pensar, sua ética e seu cinismo.
. " Para se defender, acusa até os ex-ministros de LULA os empresários Luiz Fernando Furlan e Roberto Rodrigues:
" NÃO FORAM QUESTIONADOS"
. Ela não quis responder, quando foi confrontada com o fato do questionamento não se devia ao fato do do ex-assessor ser sócio de uma empresa, mas que essa empresa fez negócios com a Petrobras, diz ainda o jornal em matéria assinada.não é boato. É falta de vergonha mesmo. E ela ainda quer ser presidente ?
Governo Lula, do PT, ameaça o Vaticano. CNBB manda discutir o aborto.
Na nota oficial logo a seguir, você lerá a manifestação da CNBB, a poderosa Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que desautoriza as manifestações do governo Lula, do PT e da ministra Dilma Roussef, e aconselha padres e bispos a discutir a questão religiosa, sobretudo a que envolve o aborto, o casamento de homossexuais, a adoção de filho por parte de casais do mesmo sexo, a eliminação do ensino religioso e de símbolos cristãos nas escolas e a liberdade de expressão, com ênfase para a liberdade de imprensa. O que há de mais grave na posição do governo do PT é a retaliação que Lula promete à própria Igreja Católica. O governo avisou ao Vaticano que relaliará, caso a Igreja não se cale no Brasil. A notícia a seguir é do site da ACI, a Agência Católica de Informações e pode ser apreciada no site oficial. Informa a ACI que a agência italiana ANSA informou que o secretário pessoal do Presidente Luiz Lula Da Silva, Gilberto Carvalho, disse à cúpula da Igreja que se continuarem os questionamentos contra a candidata Dilma Rousseff –devido à sua postura favorável ao aborto– poderia ser revisado o acordo assinado com o Vaticano. ANSA, que recolhe uma notícia do jornal Valor Econômico, assinalou que Carvalho se reuniu com membros da Conferência Nacional de Bispos do Brasil e comunicou que o governo pode voltar a discutir o acordo que contempla o apoio a escolas católicas e outros benefícios. Lula revisaria o acordo assinado por Lula e o Papa Bento XVI em 2007 no Brasil, e ratificado em 2009 no Vaticano, depois do qual foi aprovado pelo Congresso, onde foi questionado por congressistas evangélicos
CLIQUE na imagem acima para ler a nota da CNBB em relação ao Momento Eleitoral.
CLIQUE na imagem acima para ler a nota da CNBB em relação ao Momento Eleitoral.
Itamar: "Lula é um mito, mas mitos e muros são derrubados".
Leia a seguir alguns trechos da entrevista e clique na imagem ao lado para ler a entrevista completa do jornal Folha de S.Paulo.
Folha - Por que Serra e não Dilma?
Itamar Franco - Porque ela tem um discurso monotemático. Se fosse uma estudante, seria uma aluna boa para decorar as lições, não para fazer cálculos. Ela vem com um discurso preparadinho que o presidente ensinou. Já o Serra tem pensamento próprio. Mas, se não mudar o discurso, vai perder.
Mudar em quê?
Tem de parar de elogiar ou de ser condescendente com o Lula. Imagine o cidadão que está em casa ouvindo.
Dilma e Serra iniciam hoje, às 22h, na TV Band, série de debates do segundo turno
A Band (rádio e TV) realiza neste domingo, às 22h, o primeiro debate entre os candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial. Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) terão cinco blocos para discutir suas propostas.
. No primeiro enfrentamento direto do segundo turno, os comandos das campanhas de Dilma e Serra orientaram os seus respectivos candidatos, conhecidos por terem temperamento forte, a exibirem uma postura "paz e amor", evitando agressividade desnecessária no debate. Dilma e Serra também foram preparados a abordar e a responder a questões polêmicas, como o aborto e as privatizações.
. No primeiro enfrentamento direto do segundo turno, os comandos das campanhas de Dilma e Serra orientaram os seus respectivos candidatos, conhecidos por terem temperamento forte, a exibirem uma postura "paz e amor", evitando agressividade desnecessária no debate. Dilma e Serra também foram preparados a abordar e a responder a questões polêmicas, como o aborto e as privatizações.
Nomeado de Erenice nos Correios fecha contrato superfaturado em R$ 2,8 mi
O presidente dos Correios, David José de Matos, e a diretoria da estatal aprovaram um contrato superfaturado em R$ 2,8 milhões para favorecer uma empresa de carga aérea. Documentos obtidos pelo Estado mostram que a nova direção da estatal, nomeada pela então ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, manobrou para ressuscitar, em agosto, uma licitação que havia sido cancelada três meses antes pelo comando demitido da estatal.
CLIQUE aqui para ler a matéria completa no jornal O Estado de São Paulo.
CLIQUE aqui para ler a matéria completa no jornal O Estado de São Paulo.
Folha conta como Ibanez preparou a Capacitá para os grandes contratos com o governo do PT
A Folha de S. Paulo deste sábado, a exemplo do que tinha feito O Globo na quinta-feira, denunciou o lobby que o diretor da EPE, Ibanez Cássel, homem de confiança de Dilma Roussef há 20 anos, teria feito em favor da sua empresa, a Capacitá Eventos, de Porto Alegre, abiscoitando contratos que já somam R$ 1,8 milhões com o governo Lula, especialmente com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, cujo titular é seu amigo e colega da secretaria da Fazenda do RS, Guilherme Cássel, e a Petrobrás, empresa da mesma área em que opera a EPE. Ibanez entrou na sociedade (Capacitá Eventos) em 2004, seis meses antes de ir para o governo Lula. Na ocasião, a Capacitá aumentou o capital de R$ 140 mil para R$ 2 milhões, o que lhe permitiria abiscoitar contratos de valores bem superiores, o que de fato ocorreu. Ibanez Cássel foi, entre outras coisas, diretor da CEEE, cargo no qual foi preso por descumprir uma ordem judicial. A secretária de Minas e Energia da época era Dilma Roussef, que depois o levou para o governo Lula.
CLIQUE na imagem acima para ler a matéria completa da Folha.
CLIQUE na imagem acima para ler a matéria completa da Folha.
Datafolha mostra que Serra volta a liderar entre o eleitorado feminino; Dilma é a preferida dos homens
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado mostra que Dilma lidera entre os homens, por 52% a 39%. Já entre as mulheres, Serra lidera com 44% e Dilma tem 43%.
. Na segmentação por escolaridade, Dilma lidera entre quem tem o ensino fundamental, com 54%, contra 36%. Entre os eleitores que têm o ensino médio, outro empate técnico: 44% para Dilma, 45% para Serra. O tucano lidera com 50% das intenções de voto entre eleitores com curso superior, contra 36% de Dilma.
. Na segmentação por escolaridade, Dilma lidera entre quem tem o ensino fundamental, com 54%, contra 36%. Entre os eleitores que têm o ensino médio, outro empate técnico: 44% para Dilma, 45% para Serra. O tucano lidera com 50% das intenções de voto entre eleitores com curso superior, contra 36% de Dilma.
Datafolha: Serra vence em todas regiões menos nos acabestrados do Nordeste
Na divisão por região, Dilma aparece com vantagem no Nordestena pesquisa Datafolha, onde registra 62% das intenções de voto, contra 31% de Serra.
. No Sudeste o tucano registra 44% contra 41% da petista. No Norte/Centro-Oeste, Serra também vence com 46% e Dilma, com 44%.
. Na região Sul, Serra lidera com folga: 48% a 43%.
. Na segmentação por renda, Dilma lidera por 52% a 37% entre quem ganha até 2 salários mínimos e por 47% a 41% entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos. Já Serra obtém 48% contra 40% entre a população que ganha de 5 a 10 salários mínimos e 58% contra 33% entre quem ganha mais de 10 salários mínimos.
. No Sudeste o tucano registra 44% contra 41% da petista. No Norte/Centro-Oeste, Serra também vence com 46% e Dilma, com 44%.
. Na região Sul, Serra lidera com folga: 48% a 43%.
. Na segmentação por renda, Dilma lidera por 52% a 37% entre quem ganha até 2 salários mínimos e por 47% a 41% entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos. Já Serra obtém 48% contra 40% entre a população que ganha de 5 a 10 salários mínimos e 58% contra 33% entre quem ganha mais de 10 salários mínimos.
Serra tem 51% dos eleitores de Marina e Dilma só 22%
O Datafolha questionou também os eleitores de Marina Silva (PV), que teve quase 20 milhões de votos no primeiro turno, sobre a intenção de voto no segundo turno.
. 51% dos que votaram em Marina no primeiro turno declararam voto em Serra. Dilma herda 22% dos votos de Marina.
. Na pesquisa anterior, a petista tinha 31% dos votos da candidata verde. Serra tinha 50% às vésperas do primeiro turno. O número de indecisos entre os verdes teve um aumento considerável, passando de 4% no primeiro turno para 18%.
. 51% dos que votaram em Marina no primeiro turno declararam voto em Serra. Dilma herda 22% dos votos de Marina.
. Na pesquisa anterior, a petista tinha 31% dos votos da candidata verde. Serra tinha 50% às vésperas do primeiro turno. O número de indecisos entre os verdes teve um aumento considerável, passando de 4% no primeiro turno para 18%.
Datafolha: Diferença entre Dilma e Serra no 2º turno, pela margem de erro, pode ser de apenas 3 pontos
Pesquisa Datafolha divulgada na edição de domingo, do jornal 'Folha de S.Paulo' aponta a candidata do PT à Presidência da República com 48% (46% pela mergem de erro) das intenções de votos contra 41% (43% pela margem de erro) de José Serra (PSDB). Em número de votos válidos (sem brancos, nulos e indecisos), Dilma tem 54% contra 46% de Serra. 4% dos eleitores afirmaram que irão votar em branco ou nulo e outros 7% estão indecisos.
. Na pesquisa anterior, realizada entre os dias 1º e 2 de outubro, o instituto havia feito uma simulação para o segundo turno. Dilma aparecia com 52% dos votos totais contra 40% de Serra. 5% afirmaram que votariam em branco ou nulo e 3% estavam indecisos.
. A pesquisa foi encomendada pelo jornal e pela Rede Globo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
. Na pesquisa anterior, realizada entre os dias 1º e 2 de outubro, o instituto havia feito uma simulação para o segundo turno. Dilma aparecia com 52% dos votos totais contra 40% de Serra. 5% afirmaram que votariam em branco ou nulo e 3% estavam indecisos.
. A pesquisa foi encomendada pelo jornal e pela Rede Globo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Em Brasília, Serra sai do terceiro lugar (23%) e vai para primeiro (47%).
Instituto Soma, Distrito Federal
Serra saiu do terceiro lugar no Distrito Federal (23%) e foi para o primeiro, com 47%. Dilma, que ocupou a segunda posição nas eleições, avançou 7 pontos, indo a 37%.
. Em Brasília, Marina venceu o pleito, com 39%.
- A fonte é o blog de Claudio Humberto.
Serra saiu do terceiro lugar no Distrito Federal (23%) e foi para o primeiro, com 47%. Dilma, que ocupou a segunda posição nas eleições, avançou 7 pontos, indo a 37%.
. Em Brasília, Marina venceu o pleito, com 39%.
- A fonte é o blog de Claudio Humberto.
DataFolha, daqui a pouco, revela que votação de Serra cresceu 50% e foi para 46%.Dilma tem 54%.
Daqui a pouco, as 20h, o Jornal Nacional anunciará os resultados da primeira pesquisa eleitoral do segundo turno (entre parêntesis, estão as percentagens de cada um nas eleições do primeiro turno, além dos números da última pesquisa DataFolha, 23 de setembro). A margem de erro da pesquisa a seguir é de 3 pontos para mais ou para menos.
Votos válidos
Dilma Roussef, PT, 54% (46,8%/49%)
José Serra, PSDB, 46% (32,6%/28%)
Votos totais
Dilma Roussef, 48%
José Serra, 41%
- As eleições do segundo turno tornaram-se eletrizantes, ainda que Marina Silva, do alto dos seus 19%, não tenha decidido quem vai apoiar (é possível que o apoio de Marina, dia 17, não valha mais nada, em função da sua hesitação e da decisão já tomada pelo seu eleitorado). O crescimento das intenções de votos de Serra é espetacular, porque ele pulou de 32,6%, sua votação no primeiro turno, para 46%, ou seja, um avanço de quase 50%, ou 15,4 pontos, em apenas uma semana. Dilma avançou apenas 15% ou 7,2 pontos. Serra está desmentindo os institutos de pesquisa, a mídia amestrada e os politicólogos contratados, começou o segundo turno com viés de alta, está na ofensiva e amealha adesão maciça à sua candidatura, enquanto Dilma demonstrou nervosismo diante do fracasso na tentativa de liquidar a fatura no primeiro turno, está visivelmente desnorteada e na defensiva.
Votos válidos
Dilma Roussef, PT, 54% (46,8%/49%)
José Serra, PSDB, 46% (32,6%/28%)
Votos totais
Dilma Roussef, 48%
José Serra, 41%
- As eleições do segundo turno tornaram-se eletrizantes, ainda que Marina Silva, do alto dos seus 19%, não tenha decidido quem vai apoiar (é possível que o apoio de Marina, dia 17, não valha mais nada, em função da sua hesitação e da decisão já tomada pelo seu eleitorado). O crescimento das intenções de votos de Serra é espetacular, porque ele pulou de 32,6%, sua votação no primeiro turno, para 46%, ou seja, um avanço de quase 50%, ou 15,4 pontos, em apenas uma semana. Dilma avançou apenas 15% ou 7,2 pontos. Serra está desmentindo os institutos de pesquisa, a mídia amestrada e os politicólogos contratados, começou o segundo turno com viés de alta, está na ofensiva e amealha adesão maciça à sua candidatura, enquanto Dilma demonstrou nervosismo diante do fracasso na tentativa de liquidar a fatura no primeiro turno, está visivelmente desnorteada e na defensiva.
"Tupamara" que virou assessora de Dilma, produziu rombo de R$ 5 milhões
Companheira de cela e ex-assessora de Dilma Rousseff foi investigada pelo TCU e Ministério de Minas e Energia por contrato sem licitação que deixou rombo milionário.
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