1,8% dos portoalegrenses decidem o que fazer na cidade

Resultado final do referendo de Porto Alegre:

- 18.135 votos "não".
- 4.339 votos "sim".

. Isto significa que na área do antigo Estaleiro Só, no Pontal do Estaleiro, só poderão sair edifícios comerciais. O referendo era para saber se a população aceitava instalar, ali, também residências.

. A vitória do "não" é definitiva e deve ser respeitada.

- O referendo foi um fracasso total, porque apenas 25 mil dos 1 milhão de eleitores compareceram às urnas. Isto significa que menos de 2% da população decidiram que na área não poderão ser construídas residências, mas apenas empreendimentos comerciais, como já estabelece a lei. É uma decisão maluca. Ela só teria sentido se a opção fosse entre 1) não construir nada. 2) construir livremente.

. Erra quem acha que votando não nada será construído. A empreendedora já tem autorização para construção de imovéis comerciais no local. A única diferença é que nos finais de semana, à noite e em feriados a área vai ficar deserta.

Procuradores da PGE buscam autonomia a que não têm direito algum.

É uma representação enganosa a nota divulgada neste domingo pelas Associações dos Procuradores dos Estados, com o apoio da OAB do Brasil.

. A nota foi feita sob encomenda para o Rio Grande do Sul.

. Usando o agumento de que (o governo estadual) opera em "desprestígio da carreira... já que tais condutas somente atendem a interesses menores e individuais e não à sociedade gaúcha", a nota avisa o seguinte:

- Os Procuradores do Estado acompanham com perplexidade e indignação as denúncias de corrupção e de dilapidação do patrimônio público rio-grandense, imputados a agentes políicos, servidores públoicos e particulares. É dever da classe dos advogaqdos públicos esclarecer seu posicionamento no sentido da apuração dos fatos em relação a todos os envolvidos.

. Toda a linha de argumentação vai na direção sguinte:

1) o caráter dos serviços dos Procuradores do Estado em "defesa do Estado e não do governante".

2) a PGE deve ter autonomia plena, com desvinculação do Poder Executivo.

. Ora:

1) os procuradores da PGE cometeriam crime de prevaricação, caso acobertassem malfeitorias em qualquer área do governo a que servem, incluído aí a governadoria, sendo que suas prerrogativas são tão respeitadas quanto as de qualquer outro servidor do Poder Executivo.

2) os procuradores da PGE são, sim, advogados do Poder Executivo, o que quer dizer que não são advogados do Estado. Isto quer dizer que os procuradores são tão advogados do Estado quanto são os advogados da Assembléia Legislativa ou do Tribunal de Contas do Estado ou da CEEE, da Brigada e da Procempa, o que quer dizer que não são nada disto, mas, sim, do Poder Executivo. Se quiserem autonomia, sem dever de subordinação ou obediência hierárquica a a nenhum outro Poder, devem se inscrever para concursos no MPE ou no MPF.

3) advogados do Estado são, assim, os advogados contratados por cada um dos Poderes e devem obediência aos chefes deles.

. A sociedade gaúcha já possui seus próprios advogados, os Defensores Públicos, como também, no seu conjunto, a sociedade gaúcha já tem seus próprios advogados, os membros do MInistério Público Estadual, um verdadeiro Quarto Poder dentro da nova Ordem Republicana.

. A população gaúcha precisa entender que se trata de novo movimento corporativista inaceitável. É ela quem pagará a conta dos novos super-servidores públicos, regiamente remunerados - mesmo os mais pobres gaúchos que mal conseguem uma aposentadoria decente ou um serviço público digno deste nome.

- Aliás, como os procuradores da PGE, também os advogados da Defensoria Pública já trabalham para buscar plena autonomia, ou seja, para se transformarem num quinto e num sexto Poderes da República.

Deputado Diaz sai da UTI e vai para o quarto em Brasília

O deputado federal Cláudio Diaz (PSDB-RS) recebeu neste domingo, 23, alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, e seguirá internado no quarto para dar continuidade ao tratamento. Segundo o boletim médico, Diaz recupera-se bem da cirurgia de urgência realizada na última sexta-feira (21) para desobstrução do intestino

Lula ganha novos jatos de R$ 168 milhões para visitar Chávez, Evo e Fidel

Clipping - Revista IstoÉ - 22 de agosto
Os novos aviões de Lula

A frota presidencial agora conta com mais dois jatos de luxo da Embraer que custaram R$ 168 milhões. Além do Aerolula

A partir de setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá exercer sua diplomacia presidencial pelo mundo afora a bordo de um novo avião. Trata-se de um jato Embraer 190, da família E-Jet, mesmo modelo encomendado pelo ex-piloto austríaco Niki Lauda para a frota da sua companhia comercial, a Lauda Air. No caso brasileiro, o EMB-190 será usado especialmente para as viagens pela América Latina. Também servirá para transportar equipes de apoio, convidados e como aeronave reserva para casos de eventual manutenção ou pane do Aerolula, como a que ocorreu em março no retorno de uma viagem aos Estados Unidos.

Desde que trocou o velho Boeing 707, o "Sucatão", pelo moderno Airbus A319, em 2005, a Presidência estudava adquirir aviões que substituíssem os dois Boeing 737-200, chamados de "sucatinhas". Mas a repercussão negativa da compra do avião presidencial, por US$ 56,7 milhões, adiou os planos. A decisão de compra veio depois que, em 2007, uma das aeronaves apresentou problema técnico e interrompeu uma viagem da comitiva presidencial à África. O avião levava 25 empresários e 25 jornalistas. O presidente, então, comentou com assessores que o episódio havia definitivamente convencido a imprensa, que criticara a compra do Aerolula, da necessidade de renovação de toda a frota presidencial.

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Sob fogo cerrado, Lula manda Dilma tirar férias

Clipping – Jornal O Estado de S.Paulo – 23 de agosto
Planalto vai tirar Dilma de cena e reforçar sua blindagem
Ministra sai de férias em setembro, enquanto ministros e líderes do PT são escalados para responder à oposição

Por Vera Rosa e Tânia Monteiro, BRASÍLIA

Alvo de constantes estocadas da oposição, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, sairá de cena por no mínimo uma semana, em setembro, após o anúncio do marco regulatório do pré-sal, no próximo dia 31. As férias da ministra, pré-candidata do PT à Presidência, coincidem com a nova estratégia do Planalto para reforçar sua blindagem. A partir de agora, líderes do PT e do governo no Congresso, dirigentes petistas e até ministros ficarão responsáveis por uma espécie de "comitê" da pronta resposta na Esplanada.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva constatou que Dilma continua "assoberbada" de trabalho e não pode mais acumular a gerência do governo com a coordenação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), os projetos sobre o pré-sal e as atividades de campanha. O descanso foi sugerido pelos médicos logo depois que a ministra terminou, na semana passada, o tratamento de radioterapia para combater um câncer no sistema linfático.

Dilma está preocupada com o bombardeio na sua direção. Em reunião realizada na quarta-feira, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)- sede provisória do governo -, a ministra negou diante de colegas e dirigentes do PT que tenha feito qualquer solicitação à então secretária da Receita Federal Lina Vieira. Demitida do cargo, Lina acusou Dilma de ter pedido a ela para "agilizar" investigações do Fisco sobre a família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Convocada pelo chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, para definir o roteiro que seria cumprido poucas horas depois pelo PT no Conselho de Ética, a fim de salvar Sarney, a reunião daquele dia também tratou da blindagem de Dilma. A avaliação foi de que os ataques à chefe da Casa Civil vão crescer e é preciso protegê-la.

Mesmo assim, o governo está convencido de que é necessário tomar providências para evitar que a oposição cole em Dilma o carimbo de "mentirosa". A ordem é partir para o confronto e, se o alvo for relacionado a alguma medida administrativa, comparar com a gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).


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Entrevista - Montenegro, dono do Ibope: "Lula não elegerá Dilma e o PT está acabando"

VEJA
Domingo

'Lula não fará seu sucessor", diz o dono do IBOPE
Carlos Augusto Montenegro é um dos mais experientes analistas do cenário político nacional. Presidente do Ibope, empresa que virou sinônimo de pesquisa de opinião pública no Brasil, ele acompanhou com lupa todas as eleições realizadas no país desde a volta à democracia, em 1985.
Agora, faltando pouco mais de um ano para a sucessão presidencial, Montenegro faz uma análise que o consagrará se acertar. Se errar? Bem, dará às pessoas o direito de igualarem seu ofício às brumas da especulação.
Em entrevista ao editor Alexandre Oltramari, Montenegro aposta que o governo, apesar da imensa popularidade do presidente Lula, não conseguirá fazer o sucessor – no caso, a ministra Dilma Rousseff. Também afirma que o PT está em processo de decomposição.
O que os acontecimentos da semana passada revelaram sobre o PT?
Que o partido deu um passo a mais na direção de seu fim. O PT passou vinte anos dizendo que era sério, que era ético, que trabalhava pelo Brasil de uma maneira diferente dos outros partidos. O mensalão minou todo o apelo que o PT havia acumulado em sua história. Ali acabou o diferencial. Ali acabou o charme. Todas as suas lideranças foram destruí-das. Estrelas como José Dirceu, Luiz Gushiken e Antonio Palocci se apagaram. Eu não diria que o partido está extinto, mas está caminhando para isso.
Mas por trás do apoio ao PMDB e ao senador Sarney não está exatamente um projeto de poder do PT?
É um projeto de poder do presidente Lula. O desempenho eleitoral do PT depois do mensalão foi um vexame. Em 2006, com exceção da Bahia, o partido só venceu em estados inexpressivos. Nas eleições municipais de 2008, entre as 100 maiores cidades, perdeu em quase todas. Lula sempre foi contra a reeleição e só resolveu disputá-la para tentar salvar o PT. Sua reeleição foi um plebiscito para decidir se deveria continuar governando mais quatro anos ou não. Mas tudo indica que agora ele não fará o sucessor justamente por causa da mesmice na qual o PT mergulhou.
Ao contrário do que muita gente acredita, o senhor aposta que Lula, mesmo com toda a popularidade, não conseguirá eleger o sucessor.
Uma coisa é ele participar diretamente de uma eleição. Outra, bem diferente, é tentar transferir popularidade a alguém. Sem o surgimento de novas lideranças no PT e com a derrocada de seus principais quadros, o presidente se empenhou em criar um candidato, que é a Dilma Rousseff. Mas isso ocorreu de maneira muito artificial. Ela nunca disputou uma eleição, não tem carisma, jogo de cintura nem simpatia. Aliás, carisma não se ensina. É intransferível. "Mãe do PAC", convenhamos, não é sequer uma boa sacada. As pessoas não entendem o que isso significa. Era melhor ter chamado a Dilma de "filha do Lula".
Porém já existem pesquisas que colocam Dilma Rousseff na casa dos 20% das intenções de voto.
A Dilma, em qualquer situação, teria 1% dos votos. Com o apoio de Lula, seu índice sobe para esse patamar já demonstrado pelas pesquisas, entre 15% e 20%. Esse talvez seja o teto dela. A transferência de votos ocorre apenas no eleitorado mais humilde. Mas isso não vai decidir a eleição. Foi-se o tempo em que um líder muito popular elegia um poste. Isso acontecia quando não havia reeleição. Os eleitores achavam que quatro anos era pouco e queriam mais. Aí votavam em quem o governante bem avaliado indicava, esperando mais quatro anos de sucesso.
Diante do quadro político que se desenha, quais são então as possibilidades dos candidatos anunciados até o momento?
Faltando um ano para as eleições, o governador de São Paulo, José Serra, lidera as pesquisas. Ele tem cerca de 40% das intenções de voto. Em 1998, também faltando um ano para a eleição, o líder de então, Fernando Henrique Cardoso, ganhou. Em 2002, também um ano antes, Lula liderava – e venceu. O mesmo aconteceu em 2006. Isso, claro, não é uma regra, mas certamente uma tendência. Um candidato que foi deputado constituinte, senador, ministro duas vezes, prefeito da maior cidade do país e governador do maior colégio eleitoral é naturalmente favorito. Ele pode cair? Pode. Mas pode subir também.
A entrada em cena de Marina Silva, que deixou o PT para disputar a eleição presidencial pelo PV, altera o quadro sucessório?
A Marina é a pessoa cuja história pessoal mais se assemelha à do Lula. É humilde, foi agricultora, trabalhou como empregada doméstica, tem carisma, história política e já enfrentou as urnas. Além disso, já estava preocupada com o meio ambiente muito antes de o tema entrar na agenda política. Ela dificilmente ganha a eleição, mas tem força para mudar o cenário político. Ser mulher, carismática e petista histórica é sem dúvida mais um golpe na candidatura de Dilma.
Na hora de votar, o eleitor leva em consideração o perfil ético do candidato?
Uma pesquisa do Ibope constatou que 70% dos entrevistados admitem já ter cometido algum tipo de prática antiética e 75 % deles afirmaram que cometeriam algum tipo de corrupção política caso tivessem oportunidade. Isso, obviamente, acaba criando um certo grau de tolerância com o que se faz de errado. Talvez esteja aí uma explicação para o fato de alguns políticos do PT e outros personagens muito conhecidos ainda não terem sido definitivamente sepultados.

Morte de ativista do MST derruba subcomandante da Brigada

O subcomandante-geral da Brigada Militar, coronel Lauro Binsfeld, foi afastado do cargo na manhã deste sábado, segundo confirmou o editor. A informação foi do comandante-geral da Brigada, João Carlos Trindade. Para o lugar de Binsfeld foi o comandante do Policiamento da Capital, coronel Jones Calixtrato. Binsfeld esteve à frente da reintegração de posse em São Gabriel ontem, que deixou um sem-terra morto.

. Durante coletiva de imprensa hoje, Trindade assumiu que houve erro na operação em São Gabriel.

Brigada emite nota e avisa que tiro mortal não partiu da tropa


A Brigada Militar emitiu a nota a seguir, contando a sua versão sobre os incidentes de São Gabriel. O comandante esclarece na nota que o ativista atingido foi morto com bala proveniente de arma de calibre 12, as mesmas usadas por parte da tropa, mas avisou solenemente que nem um só brigadiano usava munição letal, o que remete à hipótese de que o tiro mortal partiu de agente ainda não identificado

Nota oficial do Comando-Geral da Brigada Militar

O Comandante-Geral da Brigada Militar, diante dos fatos ocorridos durante a execução da operação policial que atendia o cumprimento de determinação judicial de reintegrar a posse da Fazenda Southal, em São Gabriel, vem a público esclarecer o que segue:

1 - A Brigada Militar lamenta a morte ocorrida.

2 - Apesar da negociação tentada durante dias para desocupação pacífica, na data de 21.08.09, houve o cumprimento da missão com resistência e confronto.

3 - Na avaliação que se seguiu, após a realização da operação, constatou-se erro na execução da operação, na medida em que o planejamento do Comandante-Geral não foi seguido na íntegra.

4 - Houve instrução preparatória do Comando da tropa executora da operação, para os efetivos envolvidos, onde foi reforçada a determinação de uso exclusivo de munição não letal, atos estes acompanhados por representantes do Ministério Público e Conselho Tutelar.

5 - Todas as etapas técnicas e doutrinárias que precedem a ação propriamente dita (a reintegração) para este tipo de evento, foram executadas na íntegra, tais como: constituição da tropa, progressão no terreno, cerco, demonstração de força e pedido de atendimento da ordem judicial.

6 - Consumado o ato formal do oficial de justiça (leitura do mandado judicial), foi concedido prazo para o cumprimento da ordem de forma espontânea pelos invasores.

7 - Não havendo cumprimento, passou-se à execução da reintegração através do rompimento da barricada que bloqueava o acesso ao interior da fazenda, a qual era constituída por pedras, paus, lanças e armadilhas típicas de guerrilha.

8 - A tropa ingressou no local conflagrado, onde encontrou forte resistência por parte dos invasores, ocorrendo o confronto, com feridos e infelizmente uma pessoa morta.

9 - Diante do ocorrido, foi instaurado o competente Inquérito Policial Militar, sob a presidência do Corregedor-Geral da Brigada Militar, o qual apurará as circunstâncias desse confronto.

10 - Já foram identificados os Policiais Militares que manusearam armamento de mesma característica e calibre, que preliminarmente foi apontado como o causador do óbito (calibre 12), cabendo ao encarregado do inquérito a identificação da autoria. No entanto, foi sumariamente sindicado junto aos Policiais Militares que usaram este tipo de armamento e todos foram unânimes em afirmar o uso de munição não letal, bem como confirmam o recebimento da ordem para tal procedimento.

11 - Foi solicitado e atendido pelo Ministério Público Estadual o acompanhamento da investigação, junto ao encarregado do inquérito, de promotor público, sendo indicada a Dra Ivana, da comarca de São Gabriel.

12 - Armamentos, munição e imagens relacionadas ao fato, foram apreendidas, lacradas e entregues ao encarregado do IPM.

13 - O Governo do Estado determina que se dê o apoio e lamentando a perda, dará o suporte necessário à família da vítima.

Cel. JOÃO CARLOS TRINDADE LOPES
Comandante-Geral da Brigada Militar

Diaz recupera-se bem de cirurgia feita em Brasília

O deputado Cláudio Diaz recupera-se bem da cirurgia que fez ontem em Brasília. Ele continua internado na UTI desde ontem, após a cirurgia para desobstrução intestinal, no Hospital Santa Lúcia, em Brasília. Segundo o boletim médico divulgado hoje, às 8h30min, o estado de saúde dele é regular, respiração espontânea e sinais vitais estáveis. A previsão é que ele deixe a UTI amanhã.

Estadão diz que MPF serviu ao PT no caso de Yeda.

O Estadão desta sexta-fira lembra em editorial que “procuradores da República utilizam prerrogativas constitucionais para macular a imagem de pessoas públicas, favorecer partidos políticos ou criar situações de fato que possam interferir no resultado de eleições”.

. Uma situação concreta lembrada pelo jornal, ocorreu na época em que Fernando Henrique Cardoso era presidente da República, quando alguns membros do Ministério Público (MP) Federal, liderados pelos procuradores Luís Francisco de Souza e Guilherme Schelb, utilizaram o órgão como braço judicial do PT, propondo ações contra ministros, sem dispor de provas materiais nem de base jurídica.

. A estratégia por eles adotada consistia em vazar informações falsas ou deturpadas para a imprensa e usar as notícias publicadas para justificar a propositura de ações de improbidade.

- O Estadão diz qu o denuncismo" irresponsável daqueles procuradores serviram de matéria-prima para os discursos da oposição.

SOBRE OS ATAQUES A YEDA

O jornal paulista informa que o presidente do STF elevou o tom por causa do pedido de afastamento da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius. e DENUNCIA: " A governadora pertence ao PSDB e o processo foi aberto na mesma época em que o diretório estadual do PT começou a definir o candidato que lançará contra ela e a buscar apoio de outros partidos para as eleições de 2010".

. A ação de improbidade é pretexto para a realização de passeatas semanais lideradas pelo PT e pelo PSOL, em Porto Alegre, pedindo a renúncia de Crusius, conclui o Estadão.

CLIPPING

O Estado de S. Paulo, Página A3
Sexta-feira, 21 de agosto
As críticas de Mendes ao MP

Insuspeito, por ter começado a carreira profissional como integrante da Procuradoria-Geral da República, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Gilmar Mendes, voltou a criticar com veemência promotores de Justiça e procuradores da República que utilizam prerrogativas constitucionais para macular a imagem de pessoas públicas, favorecer partidos políticos ou criar situações de fato que possam interferir no resultado de eleições."Que peçam desculpas e até indenizem o Estado por terem usado indevidamente força de trabalho paga pelo poder público, paga pela sociedade, para fins partidários", disse Mendes, depois de lembrar o que ocorreu na época em que Fernando Henrique Cardoso era presidente da República, quando alguns membros do Ministério Público (MP) Federal.

CLIQUE AQUI para ler todo o editorial.

Mistérios na tentativa do MPF de suprimir diálogos no processo contra Yeda

Você não lerá
sobre isto em nenhuma outra mídia

No dia 20, portanto nesta quinta-feira, o editor desta página constatou e copiou a seguinte movimentação no processo por improbidade administrativa, ajuizado em Santa Maria pelo MPF contra oito pessoas, inclusive a governadora Yeda Crusius, mas no dia seguinte o registro do requerimento apresentado pelo MPF para suprimir plartes de transcrições de diálogos inscritos na petição inicial, sumiu misteriosamente e sem explicação.

. Os registros estão aí adiante.

. Sobre este caso inusitado, o editor coloca duas questões relevantes, porque ambas são surpreendentemente inusitadas nos procedimentos judiciais brasileiros e produzem desconfianças justificadas:

1) Se o MPF não estava seguro do que denunciou na petição inicial de 1.200 páginas, depois de meses de estudo por parte de uma equipe de seis procuradores, convocando uma espetaculosa entrevista coletiva que serviu de alavanca para a convocação da CPI do PT, por que razão pede a supressão de trechos inteiros da ação ajuizada ?

2) Que diálogos transcritos são estes que devem ser suprimidos, caso a juiza Barbisan aceite o pedido ?

3) Por que razão o requerimento de supressão dos diálogos sumiram da movimentação processual disponibilizada no site da Justiça Federal ?

. É muita trapalhada e muita coisa mal explicada nesse rumoroso processo. A sociedade gaúcha tem o direito de saber por que o MPF mudou de idéia num caso tão rumoroso e, afinal de contas, que diálogos são estes que os procuradores querem suprimir.

POSIÇÃO DO DIA 20, quinta-feira
20/08/2009 13:56 Juntado(a) PETIÇÃO - MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL - 09/1309825 - 20/08/2009 13:56 - REQUERENDO A SUPRESSÃO DE TRANSCRIÇÕES DE DIÁLOGOS DA PETIÇÃO INICIAL

POSIÇÃO DO DIA 21, sexta-feira
20/08/2009 13:56 Juntado(a) PETIÇÃO - MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL - 09/1309825 -

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EM NOTAS ABAIXO

Mantega também falou com Lina sobre "os negócios da familia Sarney"

Existe um terceiro personagem envolvido no caso do suposto encontro entre a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, no fim do ano passado. É o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chefe direto de Lina Vieira nos onze meses em que ela ocupou o cargo e responsável por sua demissão, há um mês, sem nenhuma justificativa pública. Na semana passada, em depoimento ao Senado, a ex-secretária repetiu que foi chamada para uma reunião com a ministra no Palácio do Planalto e lá recebeu um pedido para agilizar as investigações que a Receita Federal fazia sobre os negócios da família Sarney. Não apresentou provas, mas convenceu por listar uma terceira testemunha, pela abundância de detalhes e por demonstrar não ter razões para mentir. O pedido de Dilma foi classificado pela ex-secretária como "incabível". Ela não elaborou. Nem precisava. A oposição interpretou como a tentativa da ministra de interferir em um procedimento oficial com o objetivo de favorecer um aliado político. Dilma negara antes não apenas o teor da conversa, mas a própria existência do encontro.

CLIQUE na imagem acima para ler a matéria completa na revista Veja desta semana.

Chefe do mensalão, Zé Dirceu será coordenador da campanha de Dilma

Artigo: A mãe do PAC e o filho adotivo de Fidel nasceram um para o outro
Site da Revista Veja - por Augusto Nunes – 21 de agosto

José Dirceu será o coordenador da campanha presidencial de Dilma Rousseff, decidiu nesta semana o presidente Lula. É o beijo da morte, compreendeu quem conhece a história do mineiro sessentão que, por querer tudo, hoje é nada. Em agosto de 2003, instalado na chefia da Casa Civil, caprichava na pose de sucessor de Lula. Passados seis anos, vai prestar serviços à “camarada de armas” a quem entregou o cargo do qual foi despejado 30 meses depois da posse.

O companheiro que não acerta uma jamais perde a chance de errar. O naufrágio em companhia de Dilma vai ampliar a coleção de trapalhadas, derrapagens e desastres espetaculares. Líder estudantil, namorou uma espiã do DOPS chamada Heloísa Helena, a “Maçã Dourada”. Presidente da União Estadual dos Estudantes em 1968, resolveu que o congresso clandestino da UNE, com mais de 1.000 participantes, seria realizado em Ibiúna, com menos de 10.000 moradores.

O nativos ficaram intrigados com aquele cortejo de jovens barbudos e vestindo ponchos cucarachas que não parava de passar pela rua principal. Era muita gente, souberam centenas de congressistas que, por falta de teto para todos, atravessaram a primeira noite tentando dormir debaixo de chuva. Era gente demais, desconfiou na manhã seguinte o dono da padaria surpreendido pela encomenda superlativa: mais de 1.000 pães por dia.

CLIQUE na imagem acima para ler o artigo completo.

Senado demite parente de Sarney contratada por ato secreto

A Secretaria de Imprensa do Senado Federal emitiu nota à imprensa nesta sexta-feira informando a demissão da servidora Maria do Carmo de Castro Macieira, parente do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). Segundo a nota, Sarney procurou saber de quem se tratava, e "descobriu" que Maria é casada com um primo de sua filha, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB).

. Ontem, o Senado validou a nomeação de 45 servidores que haviam sido admitidos por meio de ato administrativo secreto, escândalo da vez na Casa. Entre os beneficiados pelo procedimento clandestino estava, além de Maria do Carmo, Nathalie Rondeau, filha do ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau, aliado político de Sarney.

Artigo - Enfim, eles conseguiram o cadáver que buscavam

Artigo: Enfim, eles conseguiram o cadáver que buscavam.

Enquanto este artigo é elaborado, na manhã de 21 de agosto, o noticiário traz, pela TV, rádio e Internet, notícias ainda esparsas e desencontradas sobre a morte de um homem de 40 anos, membro das fileiras do MST, durante a operação de desocupação da Fazenda Southall pela Brigada Militar. O coronel Lauro Binsfeld, subcomandante geral da BM, homem íntegro que já foi comandante regional para a Fronteira Oeste, declarou que o cidadão que veio a falecer na Santa Casa de Caridade, teve um mal súbito durante a desocupação. Não tenho motivos para duvidar disso. Mas ainda que um médico ateste que isso ocorreu, e que não tenha sido resultado de confronto, o MST conquistou finalmente o objetivo que persegue em São Gabriel desde 2002: a conquista de um cadáver.
. Desde o ato irresponsável do Presidente Lula naquele já longínquo ano, ao decretar de forma ilegal a desapropriação desta fazenda, ato rejeitado não somente pela classe rural, mas por toda a sociedade gabrielense que se mobilizou, o MST e seus aliados passaram a enxergar São Gabriel como uma “questão de honra”. E isso não é uma expressão nossa, são palavras do próprio ex-superintendente do Incra gaúcho, o desmoralizado Mozar Dietrich, muito feroz para disparar sua fúria verbal contra produtores rurais honestos e quites com seus impostos, mas leniente até a servidão com agiotas que exploravam produtores nas áreas do MST, tendo sido afastado por isso.

. Agora, a cobertura jornalística irá se encarregar de caracterizar a operação da Brigada Militar como “violenta”. Nenhuma palavra será dita sobre a violência da invasão, cujo simples ato já é uma afronta não somente aos atingidos, mas à Lei e ao Estado de Direito.

. Restam, até onde nos chega a informação, três policiais militares feridos. Não tenho dúvida que, a partir de agora, São Gabriel será freqüentada por Ongs de direitos humanos (meros aparelhos da esquerda) para “denunciar” o “assassinato de um trabalhador rural”, mas e quanto à integridade física dos trabalhadores da lei? Será que alguma ONG se oferecerá para prestar assistência aos policiais militares feridos? Conhecendo a “humanidade seletiva” desses grupos, duvido muito. Celebram até hoje Chico Mendes e Dorothy Stang, mas preferem ignorar o PM Valdeci, degolado na Praça da Matriz em 1986, governo Simon.

. Ainda sem saber se esta pessoa foi ou não atingida por um disparo, afirmo com clareza: quem comete crimes se expõe à ação repressora do Estado. Em qualquer democracia do mundo, a polícia existe para resguardar a lei e usar de sua força repressora para garantir a ordem pública. Chamar isso de violência é inverter uma equação, e ignorar o uso de força por parte do MST para entrar nesta área.

. Quanto à morte deste cidadão, é evidente que se deve lamentar. Especialmente porque acreditou em um discurso ilusório semeado por líderes que, nem de longe, se expõem aos mesmos riscos da militância, tratada como massa de manobra e bucha de canhão. É de espantar a perversidade dos líderes do MST que, a exemplo dos líderes da Jihad Islâmica, usam seus “homens-bomba” para o sacrifício voluntário na esperança de amanhãs sorridentes. Para este homem, o amanhã não virá...por culpa exclusiva do MST.

TARSO TEIXEIRA
Presidente do Sindicato Rural de São Gabriel
Vice Presidente da Farsul

Juiza federal nega bloqueio de bens de Yeda, Crusius, Walna e Bordini

A juiza Simone Barbisan, de Santa Maria, decidiu esta tarde decretar a indisponibilidade dos bens de todos os acusados pelo MPF na ação por improbidade administrativa movida contra a governadora Yeda Crusius e mais oito pessoas, mas não viu razão para fazer isto em relação à governadora, ao seu marido, Carlos Crusius, comotambém em relação a Walna Villarins e Roberto Bordini.

. Os bens dos deputados José Otávio Germano, Zacchia e Frederico Antunes, mais JoãoLuiz Vargas, estão bloqueados desde esta sexta-feira.

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A juíza da 3ª Vara Federal de Santa Maria, Simone Barbisan Fortes, determinou o bloqueio dos bens de José Otávio Germano, João Luiz dos Santos Vargas, Luiz Fernando Salvadori Zachia, Frederico Cantori Antunes e Delson Luiz Martini. Os réus, indiciados pelo Ministério Público Federal (MPF) por suspeitas de práticas de improbidade administrativa, terão seus bens imóveis e aplicações financeiras bloqueados. Além disso, enquanto durar o processo, tais réus não poderão obter aposentadoria nos órgãos públicos a que vinculados. O deferimento da medida liminar, que alcança cinco dos nove réus na ação ajuizada pelo MPF, tem por base o artigo 37, parágrafo 4º, da Constituição Federal de 1988, que prevê que “Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei”. Compreendendo a urgência da liminar, na tentativa de assegurar futuro ressarcimento ao patrimônio público em caso de condenação, a magistrada, em sua decisão, afirma que “a medida independe da comprovação de origem ilícita dos bens, ou a existência de indícios veementes de dilapidação do patrimônio por parte do(s) réu(s). A indisponibilidade de bens prevista no art. 7º da Lei n. 8.429/92 e no art, § 4º da Constituição Federal, pressupõe, sim, a existência de fortes indícios de que o ato de improbidade tenha causado lesão ao patrimônio público ou o enriquecimento ilícito, no claro intuito de assegurar a futura execução forçada da sentença condenatória que vier a ser proferida, garantindo assim a efetividade do processo e o ressarcimento ao Erário”. Ação Civil Pública de improbidade administrativa Nº 2009.71.02.002693-2

Rita Cadillac e Mulher-Melancia são melhores do que Mercadante


CLIPPING: Coluna Carlos Brickmann / Coluna de domingo, 23 de agosto.

Renunciei, mas não fui eu.

Como todos os Estados, São Paulo tem três senadores. Ao contrário da maioria dos Estados, São Paulo não tem nenhum senador. Aloízio Mercadante mostrou que, comparadas com ele, Rita Cadillac e a Mulher-Melancia nada têm a exibir. Rugiu truculento para Lina Vieira, miou para o presidente Lula. E seu estridente protesto contra o voto pró-Sarney, a renúncia à liderança do PT, não resistiu a uma conversa com o presidente. Como na famosa camiseta de Lobão (o cantor, não o governista), ele fez, mas não foi ele. E os outros? Eduardo Suplicy, fundador do PT, crítico feroz da falta de ética dos outros, desta vez não foi aos microfones do Senado nem para cantar Bob Dylan. Não atacou o Governo – e também não o defendeu (aliás, com certa razão: Suplicy não é Dilma, tem mestrado e doutorado de verdade, mas nunca foi chamado por Lula para ocupar qualquer cargo). Silenciou. Não se sabe se está ao lado de Renan Calheiros ou de Aloízio Mercadante, de Collor ou de Flávio Arns. O terceiro senador, como uma pesquisa no Google pode revelar, é Romeu Tuma, o Xerife, ex-superintendente da Receita Federal – que, diante de um problema que envolveu a Receita Federal, silenciou. Mas Tuma, faça-se justiça, é fiel a seus princípios. Quando seu partido, o PFL, mudou de nome para Democratas, Tuma saiu e foi para o PTB. Um homem como ele, delegado que comandou o Dops na ditadura militar, não aceitaria jamais ser chamado de Democrata. E qual dos três jamais apresentou um projeto de interesse do Estado? Na quinta, o senador Aloízio Mercadante dizia que a decisão de deixar a liderança do PT era "irrevogável”. Na sexta, revogou o irrevogável, porque o presidente Lula o considera "imprescindível”. Pode ser – mas Mercadante, por bom tempo o principal assessor econômico do candidato Lula, que desistiu de disputar um mandato para ser seu vice numa eleição perdida, jamais recebeu um convite irrevogável de Lula para dar sua imprescindível colaboração no Governo. A escolha de Sofia Parafraseando Winston Churchill, no caso do Conselho de Ética foi oferecida ao PT a opção entre perder a ética ou as eleições. Preferiram perder a ética, e podem ter desperdiçado boa parte das chances de não perder as eleições.

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Governo do PT aleijou Duplica RS e agora leva o troco

A prova provada de que a governadora Yeda Crusius feriu politicamente o governo do PT, foi a reação destemperada do líder do governo na Câmara, o deputado Henrique Fontana, que reclamou do golpe:

- A governadora tem que continuar com esses contratos. Não pode passar para nós.

. Foi o governo federal e o próprio Fontana quem gerou este problemão todo.

. Em dezembro, quando Yeda tentou emplacar seu programa Duplique RS e desatar os nós da dívida com as concessionárias e dos novos investimentos necessários, o deputado Henrique Fontana foi flagrado nos corredores da Câmara, numa conversa com os deputados Marisa Formulo (PT), Dionilso Marcon (PT) e Gilmar Sossela (PDT), dizendo o seguinte:

- Essa mulher (Yeda) não pode emplacar essas estradas. Vamos f.... com ela.

. Em seguida o Cpergs declarou greve, Marcon promoveu ocupações do MST e Sossela enfureceu-se pedágios afora.

. A pá de cal foi o comportamento do governo do PT, que não concordou com a votação do Duplica RS e com a alternativa encontrada pelo governo do Estado para viabilizar investimentos nesse trecho, com a prorrogação dos prazos e renegociação do modelo e até negociação do passivo de R$ 1,7 bilhão.

. O passivo de R$ 1,7 bilhão é dívida do governo estadual, decidida em processo transitado em julgado e reconhecido pelo governo Olívio Dutra no chamado Termo Aditivo 1.

. Yeda não denunciou contratos com o governo federal, mas convênios. Antes dela, Olívio Dutra, em 1999,denunciou as cláusulas que lhe concediam os Pólos de Pelotas e Santa Maria. A governadora repetiu a dose e devolveu tudo ao governo federal. As estradas são federais. Yeda não quer mais saber de pedágio. Pedágio, agora, é com o governo do PT.

Receita pública gaúcha até julho sobe 5,14%

Os números da arrecadação gaúcha de agosto, demonstram que a receita pública estadual dá mostras de recuperação.

. Até julho, no acumulado do ano, em bilhões de reais, o resultado foi o seguinte, segundo pesquisa do editor:

2009 – 13,5 (o valor orçado era de 14,2)
2008 – 12,9

- Isto significa que houve avanço de 5,14% sobre o valor do mesmo período do ano passado, mas menos 4,66% sobre o valor orçado (14,2 bilhões).
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