O recurso estava retido em uma conta reserva vinculada ao financiamento da Neo Química Arena e será usado para pagar salários de jogadores e funcionários. Ao mesmo tempo, o Corinthians ainda possui uma dívida de cerca de R$ 630 milhões com a Caixa relacionada ao estádio.
A liberação coloca em debate a transparência e os critérios
adotados por um banco público em uma operação envolvendo um dos clubes mais
populares do país. Em ano eleitoral e com o governo Lula sob intenso escrutínio
político, a medida naturalmente desperta questionamentos sobre as condições do
acordo e sobre a necessidade de total transparência na utilização de recursos
públicos.

3 comentários:
Que beleza.
Os bandidos vão derretendo o dinheiro público para tentar ficar no poder. Que gentalha do inferno. E abrem a boca para falar em economia, no povo. Comunistas corruptos
Não é a primeira vez.
Um projeto do primeiro desgoverno previa dois "clubes" dominando o futebol, e os esportes, no Brasil. Esse devedor e o Flamengo, Rio de Janeiro. Os demais clubes seriam caudatários, secundários.
Flamengo não topou a aberração e caiu fora.
Muito dinheiro foi injetado, meteram o bedelho onde não deviam, compraram tudo que foi possível, inclusive dirigentes se enfiando na política.
Resultado? É o que se vê, desequilíbrio, desastre no esporte, vergonha,
Enfiaram a ideologia no esporte brasileiro, tiraram a honra e o brio de dentro do campo, de todas as modalidades.
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