Depois de rugir como leão e bloquear R$ 119 milhões do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, e R$ 6 milhões do ex-deputado Eduardo Cunha, o ministro Flávio Dino recuou e miou como gatinho ao determinar, neste domingo, a nulidade de emendas parlamentares indicadas por dirigentes partidários sem mandato no Congresso e por ex-parlamentares. A decisão estabelece que essas indicações não podem ser utilizadas como fundamento para a execução de despesas públicas.
Os presidentes alegam que indicaram a parlamentares e que as emendas são apresentadas por eles. Neste tipo de mecânica, não há ilegalidade alguma.
Dino determinou que os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, comuniquem imediatamente as áreas técnicas das duas Casas sobre a decisão.
A determinação alcança presidentes de partidos que não sejam deputados ou senadores e também pessoas que exerceram mandato parlamentar, mas não ocupam atualmente cargo eletivo.
Um comentário:
Li, reli, li novamente, li outra vez e li de novo e não encontrei a parte em que o Dino "recuou e miou como gatinho"...
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