Usando maciçamente e de novo, o governo lulopetista liberou R$ 7,7 bilhões em emendas parlamentares em uma única semana, tudo para assegurar o apoio do Congresso Nacional em votações de pacotes fiscais, com destaque para pagamentos em dezembro voltados a cortes de gastos.
Esses pagamentos bilionários, frequentemente associados ao "orçamento secreto" e indicados por parlamentares, são usados como moeda de troca do governo lulopetista para garantir a base aliada, apesar de regras de transparência impostas pelo STF.
Lula também espera usar os valores para forçar o Senado a aceitar a nova indicação de Jorge Messias para o STF e a aprovar o fim da escala 6 x 1.
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