The Intercept, enfim mostra o contrato e diz que não viu nada de errado nele

O STF (Flávio Dino) e a Polícia Federal, atuam de imediato para emparedar a Oposição neste caso do Dark Horse.

O site de extrema esquerda The Intercept Brasil, responsável pela série de reportagens da chamada Vaza Jato, que serviu ao lulopetismo e ao STF, admitiu, hoje, que possuía cópia do contrato da obra cinematográfica Dark Horse sobre Bolsonaro e que não encontrou nada errado nela. O site faz especulações e levanta difamações sem base fática alguma. No contrato, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro é um dos produtores-executivos do filme, junto com o deputado Mário Frias. O contrato é de 30 de janeiro de 2024. O documento coloca a empresa GoUp Entertainment, sediada nos Estados Unidos, como produtora, e Eduardo e o deputado federal Mario Frias como produtores-executivos. A função dos dois era lidar com o orçamento e a gestão financeira de Dark Horse.

Ontem, Eduardo negou que teria recebido valores advindos do repasse de Daniel Vorcaro. “A história que recebi dinheiro do fundo de investimento não se sustenta e é tosca. Meu status migratório não permitiria. Se isso tivesse acontecido, o próprio governo americano me puniria”, disse.





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