Sátira da Folha sobre a morte da juíza gaúcha Mariana Ferreira é coisa de bandido

Foi inaceitável e bandida a decisão da Folha de S.Paulo de publicar, ontem, véspera do Dia das Mães, uma charge de Marília Marz satirizando a remuneração da magistratura, usando a imagem de uma lápide, dias após a morte da juíza gaúcha Mariana Francisco Ferreira, 34, por complicações em fertilização in vitro. 

A ilustração é bandida por associar a morte recente da juíza, que buscava a maternidade, a uma ironia sobre "penduricalhos" e o teto salarial do Judiciário.

Trata-se de uma publicação desrespeitosa e demonstra falta de sensibilidade. 

O uso da morte da juíza foi uma "violência simbólica", especialmente contra mulheres, ao transformar a tragédia em ironia política.Como foi amplamente noticiado, Mariana Francisco Ferreira, de 34 anos, juíza da Justiça do RS, faleceu após complicações em uma coleta de óvulos para fertilização in vitro.

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