Opinião do editor - Moraes, em fim de linha, tenta se manter à tona no caso das jóias

É canhestra e tentativa de se manter à tona da sua condição de "herói da democracia", segundo expressão chorosa de ontem do ministro Gilmar Mendes, a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, de determinar que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre material extraído de aparelhos celulares do advogado Frederick Wassef,l tudo no âmbito da investigação sobre a já desmoralizada investigação sobre desvio de joias e presentes oficiais recebidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em viagens internacionais.

Moraes não passa de um moderno Savonarola.

A própria PGR acaba de pedir o arquivamento do caso, argumentando que não é possível punir criminalmente o recebimento de presentes por presidentes. A justificativa é a ausência de uma lei clara definindo se esses itens pertencem ao governante ou ao Estado.

CLIQUE AQUI para saber quem foi Savonarola.

Acima, foto de Savonarola.


Um comentário:

Anônimo disse...

Prezado Políbio, poderia fazer alguma referência ao envolvimento do filho do Ministro do STF Nunes Marques no escândalo do Banco Master?

https://www.estadao.com.br/politica/master-e-jbs-repassaram-r-18-milhoes-a-consultoria-que-pagou-filho-de-nunes-marques/

https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/https://api.clevernt.com/e46a5348-350f-11ee-9cb4-cabfa2a5a2de/