Esse movimento não apenas reduz despesas operacionais, como também impulsiona um efeito colateral relevante: o aumento da demanda por sistemas de energia solar. Com a necessidade de recarga mais barata e previsível, cresce o número de motoristas investindo em geração própria, conectando mobilidade elétrica e transição energética em um mesmo ecossistema.
O avanço dos veículos eletrificados, que já representam 14% das vendas no país, reforça essa transformação estrutural. Mais do que uma tendência, a eletrificação começa a redefinir o setor automotivo e a dinâmica de consumo de energia no Brasil, com impactos diretos em diversas cadeias produtivas.
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2 comentários:
Daqui a 2 anos quero reler essa matéria. Vai ser interessante.
Se o custo está baixando para os motoristas, o preço tem que baixar para o passageiro, ou vou exigir carros a gasolina.
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